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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Book Spotlight: Romance policial em seu melhor.

Olá, pessoas, sou eu, Marshmellow-kun, (Pois é, eu não morri, de novo, ainda), pois bem cá estou eu fazendo mais um book Spotlight, desta vez de um livro que REALMENTE não tem tanta atenção quanto mereçe, eu sei que eu estava sumido, msa eu revivi, de novo, (pela 5 vez?) Sou quase imortal, uma fênix, sem todo o romantismo dela, mas vamos ao que interessa o livro de hoje é:

Ruptura


(Vou tentar não dar Spoilers, caso ocorra, será avisado)
(Os comentários aqui representam apenas a opinião do autor nenhum comentário é destinado a magoar ou ferir outras pessoas de qualquer jeito ou maneira)

Ruptura, escrito por Simon Lelic (confesso nunca ter ouvido deste autor, antes de encontrar este livro) , é um romance policial, que se passa na visão de Lucia, uma detetive que tenta resolver o caso de um assassinato de 4 pessoas, 2 alunos, 1 professora e o próprio atirador, durante uma reunião de abertura do semestre, o assassino Szajkowski, (Sim, eu digitei isso certo, embora o word diga o contrario) era um professor de historia (Nunca confie em professores de historia) que dava aula nesse mesmo colégial, uma historia de bullying, no qual a vítimas não são apenas crianças, embora muitos tenham preconceito sobre este assunto, este livro é uma exceção no assunto, é um livro muito bem escrito, com personagens fortes, em diversas partes você, se for um leitor passional, como eu, vai sentir exatamente o que a protagonista estava sentido, desde o nojo que ela sente de seus colegas de trabalho a solidão que ela passa.

O livro é muito bem escrito sua formula de capítulos é cativante, embora algumas vezes quebre o fluxo da historia, a formula é: Um depoimento de uma testemunha e um capitulo da historia. O que lhe dá uma sensação de detetive passando pelas diversas fitas gravadas, outra coisa interessante é que os depoimentos são crus e sem cortes, você ouve (ou lê) tudo que a testemunha disse, sem os comentários do interrogador, tudo preto no branco, como eu gosto.

Este livro é uma obra muito bem perfomada por Simon e é ótima se você está procurando um romance policial com características clássicas e com temas levemente atuais, Simon toca em assuntos delicados sem o menor pudor ou piedade, você em diversas partes é surpreendido com a vida dos personagens, sem contar as referencias que o autor faz a outros autores de romances policiais geniais, esqueci de contar, mas Lucia, a protagonista é uma amante de romances policiais como eu e possivelmente você do outro lado da tela.

Ficha:

Obs: Este livro pode ter alguns conteúdos que seriam considerados inapropriados para menores de 14 anos.
Recomendaria a amigos?: Não a todos, Ruptura é um livro que toca em assuntos delicados de forma bruta, como já disse anteriormente e algumas pessoas podem pensar que ele é, de certa forma, indelicado ou algo de gênero.
Porque leu este livro?: Por ser apaixonado por romances policiais e por ter um valor sentimental a mim mesmo, como contar isso? Bem, digamos que eufui a praia e no dia estava muito sol e não estava muito a vontade para ir na água, e por alguma espécie de milagre encontrei um Oásis no deserto, ou melhor, um sebo na beira praia, (Com um cartaz maravilhoso escrito: "Tudo por 10 reais", ~Eu morrendo por ter somente 20 reais no dia.)
Decepções?: Nenhuma decepção por parte da obra em si, mas por alguns trechos MUITO específicos que a tornam um pouco confusa.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Game time Act 3 - Part 3


Game time! - Act 3
Part 3 - Great F*cker!

Paramore - Proof
Finalmente, depois de comer e me preparar, vamos lutar contra o Great Jaggi, a lagartixa super crescida que aterrorizava os noobs no tutorial. Olhei para meu relógio e o horário marcava 19hrs e 13 minutos, mas estava um sol forte, que poderia dizer que era meio-dia, na verdade, marcava esse horário a algum tempo, tipo a uma meia hora, ignorei isso, deveria ser coisa do jogo, mas ainda queria saber de onde veio os sentimentos por Luna, já que eu jamais havia sentido, mas isso não importava agora. Deuses, estou em uma carroça puxado por criaturas fofas chamadas Popo, quem em sã consciência não pensaria que uma criatura chamada Popo é fofa?

Meu Kinsect não para quieto no meu colo, o que era estranho já que quando estava com ele no meu braço ele ficava imóvel, isso que é ser bem treinado, lembrei-me de toda o meu conhecimento sobre essas criaturas, todas as formas que elas podiam tomar, estou tão ansioso.
A carroça parou, então ouvi um rugido que reconheci ser igual ao do GJ do jogo, senti um calafrio percorrer pela espinha, alguma coisa iria dar errado, isso é como um sexto sentido que eu tenho, da ultima vez que tive isso meus pais... fui puxado novamente a realidade quando Luna me puxa para a Base, passamos reto pela caixa suprimentos, Lowell, que é tão esperto nos providenciara item melhores do que a guilda oferece. Pego o mapa e digo:

- Para onde vamos? -
- Não sei, o Luke sabe... - Lowell Disse.
- L-luke? - Eu e Luna dissemos em uníssono.

Ele olha para o Palico dele e o mesmo pula, dizendo: "I see it, an Ace sees it all.". Quando um ponto vermelho aparece na area 6, sorrio para Lowell e lá vamos nós três, e Luke, correndo para o local, incrível o quanto consigo correr aqui sem me cansar, mesmo assim consigo ver minha Barra de Stamina diminuindo, bem mais lenta que a de Lowell, por algum motivo que desconheço.
Finalmente chegamos a Area 6, ali estava o GJ, corri para cima dele, com um movimento que aprendi vendo o jogo, como a Insect Glaive atira uma espécie de jato de vendo com feromônio pra o Kinsect. O que me impulsionaria para cima e eu caria perfeitamente nas costas dele, para então derruba-lo, mas, obviamente, isso não deu certo, já que ele desviou no ultimo segundo, ao menos consegui cair no chão de pé, consegui juntar forças par correr, marcar o GJ com tanto uma Paintball quanto com o feromônio, lancei o Kinsect direção ao monstro, foi quando a ação começou, eu e Luna, mesmo que as vezes acabava acertando ela e vice-versa, conseguimos derrotar o monstro, ou melhor, com a ajuda das Flechas de Lowell, o grande problema de se viver no jogo, é que você sente dor como o personagem sentiria, quando cheguei, estava morto e dolorido, me joguei na cama do quarto de Lowell, que descobri ser o caçador de uma caravana, Luna estava com sua pose e classe de sempre, a desgraçada consegui desviar de grande parte dos ataques, enquanto eu era acertado por cada um deles, não podia nem me mexer que cada centímetro do meio corpo doía e muito.
Lowell entra no quarto, sem armadura, ou seja somente com roupa de baixo, seu maldito corpo definido e seu maldito arco e aljava. Ele senta na cama, com aquele maldito sorriso bobo e fez a maldita da pergunta:

- Porque você tava ficando com a Luna, tipo, achei que vocês eram só amigos e que... A gente tava... Tipo... Namorando... -
Olho para ele sorrio e digo: - Eu não sei o que aconteceu, foi como se algo tivesse movendo meu corpo por mim, eu... Olha, desculpa, eu gosto de você, gosto mesmo. -
- Prove! - Ele disse, pude perceber um volume em sua boxer.
- Tipo, como? - Eu comecei a corar. - Abra a boca. - Ele começou a abaixar a boxer e vir em direção a meu rosto. -



Foi quando tudo apagou, quando consegui enxergar o que estava a minha volta, meu corpo doía muito mais do que antes, percebi Luna do meu lado, vestindo uma roupa igual da Serema, do Pokémon. e Um Fennekin em seus braços e Do outro lado da Cama, estava um garoto loiro, com rosto assustado, ele tinha uma espécie de mochila com braços... A dor era tanta que eu acabei desmaiando...


Foi o que conseguir ver...
Continua em Game time - Act 4th -



Notas
Genre
Romance/Drama/Ficção
Palavras!
771
Heyyy!!!
Espero que gostem desse cap, demorei pra postar, por causa do código, espero que gostem do estilo, demorei pra conseguir deixar assim, FLW VLW! Comentem Se gostaram do cap e do Template!


@ CG
Qualquer Erro/Bug, Favor reportar via comentário ou via email! Grato, Escravo Ajudante de Marshall!

domingo, 8 de março de 2015

Game Time - 3rd Act: Great F*cker - Part 2

Texto aqui sem mais delongas! ~Bye! Marshmellow saindo!

Nome: Game Time!
Música: Everything has changed - Taylor Swift Feat. Ed Sheeran (Combina com a série como um todo, mas acho que fica bom pra esse capitulo)
Gênero: Romance/Drama/Ficção (Cientifica, slá)
Palavras: 832


Game time - 3rd Act: Great F*cker - Part 2
Ah, desculpa, eu estou entrando em um mundo virtual!

Ele continuou lendo o bilhete, quando olhei para Luna e dei um sorriso, ela me entendeu, parecia que tínhamos uma conexão sobrenatural, então virei-me para Lowell e disse:
- Já volto, vou me trocar e depois nós vamos, okay? -
- Mas eu gosto do jeito que você está... - Disse Lowell, com os olhos fixos no bilhete, bebendo uma xícara de chá.

Corei, corri escadas acima, puxando Luna para meu quarto, tranquei a porta, coloquei uma jeans e olhei pra ela que se sentou na cama, a loira acabou corando e dizendo:
- Rawr, que gato, te pegaria de jeito se você ficasse assim o tempo todo. -
- É? Mas, você loirinha, aguentaria toda a magia desse boy? - Disse me aproximando dela e dando um sorriso malicioso.
- Sem duvidas, leão, você deve ser furioso na cama. -
- Quer provar? - Disse me aproximando, beijando-a.

Foi um beijo longo, passei minhas mão por toda a extensão de sua perna, senti nossas linguas movendo, não controlava nada em meu corpo era tudo instinto, instinto em sua mais pura forma, desejo humano, de contato humano, a parte mais brutal e selvagem da humanidade, não havia irmãos, amigos, pais, primos, inimigos, não havia absolutamente nada, somente nós dois, em um frenzy incessante de beijos, tirei sua camiseta, passei a mão sobre algo peludo, ... Algo peludo? Cortei o beijo e olhei para baixo, meu furão havia entrado no quarto, isso era obvio, ele sabia destrancar portas, mas só o faz quando alguem o pede...

Foi quando lembrei a realidade...

Alguém pediu...

A unica pessoa na casa:

Lowell...

Minha mente não parava de pensar em quantas coisas ele iria achar de mim, pois, estava me agarrando com minha melhor amiga, que considerava irmã, a garota que eu vivi por anos, por simplesmente um desejo que não sei de onde veio, como se eu tivesse sido acertado pela flecha maldita de um querubim, vulgarmente conhecido como cupido, não consegui reunir coragem para olhar ao lado, quando finalmente tive que encarar os fatos, observei o rapaz, mais corado do que eu jamais estive, um volume notório em sua boxer, segurando o bilhete, maldito bilhete que resultou em tudo isso, corri para porta, fechei-a sem nem pensar, fingi que nada havia acontecido pedi auxilio para Luna que ainda estava em semi-estado de choque, ela me ajudou a escolher uma camiseta social com um desenho de HDA, quando finalmente terminei de me arrumar, desci para falar com Lowell, ele continuava corado, com uma leve feição de raiva, sentei ao seu lado no sofá e disse:

-Desculpe, eu não sei o aconteceu eu só senti que deveria fazer aquilo... -
-Tudo bem, eu acho que sei a causa do problema, mas como não tenho certeza de minha teoria vamos fingir que nada aconteceu. -
- Certo.. - Eu disse sem entender o que ele queria dizer.. -

Quando finalmente estávamos todos prontos, Lowell deu um sorriso ameaçador para Luna, fingi que não vi, jogou uma moeda com um simbolo de "Z" no chão, criando um portal que nós levou para um deserto com varias lojas, e muitas pessoas caminhando, todas pareciam conhecer Lowell, e lhe davam coisas como se ele tivesse feito grande favor a todos na cidade,  alguns davam potes com mel, outros davam incetos, uma criança deu-lhe uma escama meio preta, ele estava bem feliz com tudo ai, ele nos levou a um homem grande e uma garotinha, ele a ensinava como mexer com armaduras, quando viu Lowell, deixou escapar um grande sorriso, lhe dizendo:

-Novatos? Posso lhe entregar um armamento bom e armas se você quizer, por conta da casa. -
- Obrigado, mas eu tenho que lhe pagar, você foi um dos que mais me ajudou na jornada. - decidiu enfim o ferreiro
- Que nada, enfim, o que vai ser? -
- Eu quero... Eu quero... hm.... Uma Great Sword, Não, não, um arco, se bem que, uma Charge Blade, me dê Dual Blades mesmo. . - Disse Luna

Ele deu somente uma batida na bigorna e o item simplesmente apareceu, teria ficado surpreso, mas com tudo o que aconteceu recentemente,..

- E você, gato? - Disse, me abraçando pela cintura. A garota que estava com o ferreiro começou a corar e sangrar pelo nariz.
- Ela está bem? - Eu perguntei ao homem, que se referia como "The Man"
-Ela fica assim quando vê dois homens... Sabe? - Ele respondeu, Luna não consegui conter os risos.
- Eu quero a arma nova desse jogo, a Insect Glaive. -

Novamente, bastou uma batida para a arma aparecer. Não resistia a começar a brincar com o Kinsect

-Bam, vamos comer algo e podemos ir. - Ele olhou pra Luna - Não se preocupe, eu pago...
- Furtos do Mar e Pão, dá Felyne weakerer, ótima escolha. Sem contar a defesa.

Continua em 4th Act...

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Game Time - Act 2 - Press Lips to Begin!

Voltei!!! Espero que estejam ansiosos para mais um pouco de GT, não é Dragon Ball, nem Game of thrones, mas... está aqui Game time Act 2 - Press Lips to begin! Desculpa por postar tarde, mas escola é tenso.

Nome: Game Time!
Música: Hozier - Take Me To Church
Gênero: Romance/Drama/Ficção (Cientifica, slá)
Palavras: 679 ( Curta, desculpa.. Escola, sabe como é)

2º Act - Press Lips to Begin!
15/03/15 - 23:14 - Domingo, Chuva forte. 
  Confesso que estava me divertindo com Lowell, ou melhor, socando o Lowell, mas sentia algo me incomodando desde que ele "chegou", uma "De onde ele veio?", "Porque veio?" e a pior "Porque eu trato como e sinto que conheço ele a anos?". Parei de soca-lo, minhas mãos doíam.  Demorei alguns segundos para reunir coragem para perguntar, todo esse tempo ele estava rindo de meu esforço em vão de tentar derrubar aquela muralha que eu chamava de abdômen.

  Quando eu finalmente abri meus lábios, meu celular tocou um som dizendo "Hey, listen" frase celebre de Navi, a fada da série Zelda, o que significava nada menos que mensagem de Luna:
"Hey, só avisando, Minha preguiça somada ao fato de que o próximo ônibus pra ai só passa daqui uma hora, resultam em? Eu não vou ai não! Vou fingir que não ouvi aquilo, então divirta-se com seu/sua amiguinho(a), Seu pervertido :3 Boa noite!"

Li a mensagem, senti minhas bochechas aquecerem, senti-me feliz e revoltado ao mesmo tempo, por motivos óbvios, acabo deixando escapar um sorriso, assim que sorri, senti algo crescendo onde estava sentado e ouço uma voz baixa:
- Sorrindo, corado. Muito fofo... -

Foi como uma chamada de volta ao mundo real, realizo que ainda estou sentado no colo dele, então saio de cima dele e lhe dou um olhar brabo e um tanto frio, ele simplesmente sorriu, aquele lindo sorriso bobo estava começando a me irritar, precisava tapa-lo, só não havia decidido se seria com meus lábios ou meu punho, por via das duvidas decidi colocar outro filme, tentei pensar em uma comedia, ou um filme picante, mas sou péssimo em escolher as coisas, ainda mais sobre pressão psicológica, foi quando aquele maravilhoso filme-coringa, me veio a cabeça, Harry Potter, quem não ama o Harry?

Não havia passado nem meia-hora quando o clima começou a surgir, acabei deitando no peito dele, por que ele tinha quase me "obrigado" a faze-lo, ele estava tentar fazer um clima desde que pôs o braço em volta de meus ombros, o que acontecera um pouco antes do logo da Warner, ele passou seu outro braço por mim, me abraçando, olhei para cima e sorri, ele abaixou sua cabeça e fechou os olhos, então coloquei a mão na boca dele e disse:
-Calma ai, 20 pontos para a Grifinoria pela sua atitude, mas calma! - Disse. Pausando o filme.

Sentei-me no seu colo, passei meu cachecol pelo pescoço dele, fiz um nó tipo gravata nele, estava ficando quente, tive que tirar minha camiseta, e pela primeira vez vi ele me olhar com cara boba e corar, puxei-o pela "gravata" e sussurrei em seu ouvido:
- Me chame de Finnick e conte-me seus segredos! -  Mordendo a base de sua orelha.
- Chamar do que? - Ele disse. beijando meu pescoço.
- Finnick! Jogos vorazes nunca leu, nem ao menos assistiu? - Ele mordeu meu pescoço, um arrepio passou por todo meu corpo. -
- Nunca ouvi falar... É bom? - Ele perguntou.
- É ótimo, vou cuidar da sua desinformação e... - Fiz uma pausa, e apertei seu membro de leve. - E depois eu cuido disso.-
- Espero que não seja longo. - Disse, enquanto passava a mão pela minha perna, até minha virilha.
- Só três filmes, o quarto só sai no final do ano, acho.. Nada perto de senhor dos anéis.. - Eu ri.
- Senhor dos anéis? - Ele me disse.
- Sério? Cara, você conhece HP e não conhece "Senhor dos Anéis"? - Disse, incrédulo.
- Fazer o que? -
- Assistir! É isso que vou fazer! -

 Dito isso coloquei "A sociedade do anel", me deitei no colo dele e começamos a assistir, 20 minutos que o filme estava passando olho pra cima e vejo ele dormindo. Desligo a Televisão. Deito no sofá, vou até meu quarto buscar um cobertor, volto e cubro o garoto. Decido deitar-me com ele, que me abraça e continua a dormir.

Eu acho que estou ficando apaixonado....


domingo, 22 de fevereiro de 2015

Game time - 1rt Act - The infinite sea of (Wyvern) Tears

Como prometido... Aqui estou eu... Meio animado, eu confesso... (E obrigado Di Angelo... >//< ), enfim, pensei em começar o projeto ressuscitando o meu ultimo texto, mas... Com um novo ano/começo merecem um novo texto! Então para o cabeçalho

Nome: Game Time!
Musica: Hallelujah - "Jeff Backley" (Repetida, eu sei, mas você sabe que eu sempre recomendo a musica que eu escuto enquanto leio para encaixar as emoções, assim nós temos uma conexão! Louco, né?)
Gênero: Romance/Drama/Ficção (Cientifica, eu acho...)
Palavras: 1.263


1 Act - The infinite sea of (Wyvern) Tears
 15/03/15 18:57 - Domingo, chuvoso, possivelmente 5ºC ou 7ºC. Londres, Inglaterra.

Finalmente, depois de horas de jogando MH4U, finalmente consegui o ultimo pedaço de Nerscylla que faltava para fazer meu set completo, um raio de alegria e entusiasmo atingiu-me, senti um sorriso crescendo em meu rosto, fazia tempo que não tive essa sensação. Salvo o jogo, olho para a janela, mas continua a chover, faz pelo menos uma semana que chove sem cessar. sinto algo vibrar, começo a me remexer em minha cama, desesperado procurando pelo meu celular, uma ligação? Nunca vi esse numero.. Seria um novo numero da Luna? Decidi atende-la:
-Alô! Leo falando! -
Nenhuma resposta...
.
.
.
.
Silêncio...
.
.
.
.
.


Quando estava pronto para desligar, escuto o que parece ser um garoto tossindo, uma luz iluminou todo meu quarto, a luz foi lentamente se apagando... Quando consegui me acostumar meus olhos com o  ambiente, vi um garoo cuspindo sangue no chão do meu quarto, sua roupa arruinada e cheio de cortes, cabelos brancos arrumados em algo que fora um dia um topete, um pequeno mamífero, parecido com um gato,  em seu ombro, fazendo sons de dor. Os observei por algum tempo, eram muita informação para meu cérebro processar, quando ouço uma voz rouça:

- Águ.. - Ele fez uma pausa. - Água...

Corri para o andar de baixo e trouxe uma garrafa d'água, subi as escadas correndo, me abaixei para lhe entrega-la, ele me olhou, seus olhos eram verde-escuro, uma cor que nunca tinha visto, ao menos em olhos...  Sorri, enquanto ele bebia-a e a dava para seu animal. Olhou ao redor e agradeceu. Tinha uma expressão de duvida, como se fosse ele quem tinha acabado de receber um cara do nada no seu quarto. Me conti a perguntar somente seu nome, ele disse:
-Lowell, senhor! - Disse fazendo um referencia.
-Senhor? - Disse, confuso.
- Sim, Leo, generoso senhor que me recebera em sua casa em um momento de desespero. Serei eternamente grato. -
- De nada, eu acho... - Percebo que corei de forma absurda, um de meus vários problemas... - Você quer mais alguma coisa?
- Se não fosse pedir muito, se eu pudesse ficar aqui esta noite...- Ele me disse, olhando para baixo.
-Claro, mas eu só tenho uma cama... E duas camas de animais... Acabei comprando errado no Ebay... Uma é do Luke, meu furão, seu animalzinho pode dormir na outra... -
 - Não me importo em dividir uma cama, a dias estou dormindo em ma barraca. E Khezu aprecia sua hospitalidade em lhe oferecer uma cama, pouca gente se preocupa com seus Palicos de onde eu venho. - Seu estomago fez um alto barulho que pareceu o constranger
- Normal... vou pedir uma pizza e poderemos comer, enquanto isso.. Sinta-se a vontade aqui...

Ele sorriu e agradeceu mais uma vez, liguei para a pizzaria Callenzannu, a melhor pizzaria de cidade. demorou cerca de 20 minutos para chegar, quando subi, Lowell estava somente em suas roupas de baixo, uma boxer roxa...
Lendo minha edição nova da Shonen Jump, que eu ainda não abrira para meu "ritual" com Luna, que aconteceria amanhã, onde faríamos um pequeno para abrirmos nossas encomendas japonesas e afins... Senti como se uma espada estivesse passado pelo meu coração. tivesse sido removida e tivessem estocado mais algumas vezes até sair a ultima gota de sangue.
Cai de joelhos, ele me olhou e perguntou se eu estava bem foi quando um tornado de emoções passou por mim, posso lista-los para ficarem mais organizados desta forma:

  1. Raiva, por ele ter aberto minha encomenda.
  2. Tristeza, por estar chovendo.
  3. Excitação, por ele estar bem sexy daquele jeito.
  4. Curiosidade, por vontade de saber se ele conhecia a Shonen Jump
  5. Medo, por saber que a Luna vai querer me matar quando vir que a Shonen Jump estava aberta
  6. Tentação, por querer ler a Shonen Jump.
  7. Culpa, por sentir raiva, pois tinha dito para ele se sentir a vontade e não disse nada sobre não mexer em minhas coisas.
Ele levantou, o que fez seu abdômen ficar ainda mais definido, sua boxer era apertado o que fez "aquilo" ficar ainda mais visível. Ele se abaixou e colocou a mão em meu ombro e disse:
- O que foi? - Ele me olhou confuso.
- N-Nada. Só vim avisar que o lanche está pronto... - Eu disse, entre soluços.
- Mais uma vez, Obrigado. - Ele disse. 
Comemos a pizza, conversamos sobres diversos assuntos, muitos que eu me surpreendi de ele conhecer, como One piece, Super Bowl, Friends e afins. Depois do lanche decidi que deveríamos assistir alguma coisa, pensei em diversos filmes, desde Jogos Vorazes até O grande ditador, então pensei em um filme brasileiro que meu amigo de lá, Marshall, me recomendara, "Hoje eu quero voltar sozinho".
 O filme é muito bom, embora ele tenha pirado muito mais do que merecia, mas é algo que eu realmente recomendaria estávamos assistindo quando apareceu uma ceno de dois garotos se beijando, acabei corando exageradamente e olhando para baixo, para tentar disfarçar, meu interesse na cena. O que fez com que ele me olhasse e visse o quanto eu corara, ele deu uma leve risada e colocou seu braço em volta de meu ombro, não resisti e deitei minha cabeça em seu ombro, ele era quente, no sentido literal, o filme terminou e durante os créditos tomei coragem de olhar para cima, para beija-lo, mesmo que toda essa historia tenha sido totalmente estranha comecei a desenvolver algum sentimento por ele, o garoto tinha em seu rosto uma expressão galanteadora, nossos lábios estavam a uns 5 cms de distancia um do outro, se não menos, quando meu celular tocou, " The Ballad of Mona Lisa", sem duvidas era Luna, atendi com um suspiro:
-Chora, coisa loira! - Disse, com um leve toque de raiva na voz. 
- Pode falar agora? Estou atrapalhando algo?  - Disse ela, rindo. Olhei para cima, com uma expressão de duvida, Lowell acenou negativamente com a cabeça.
- Sim, não estou fazendo nada importante agora... - Foi quando ele começou a passar sua mão pelo meu corpo, provocando-me, resisti para não fazer nenhum som, para que ela não soubesse dele.
- Bem, então, pronto para amanhã? - Ela fez uma pausa. - Eu tive a sensação que você fez algo errado, então liguei para checar. Você não abriu sua Shonen Jump, né?
- Não... Porque? - Jowell passou suas mão pelos meus pontos fracos, eu estava pronto pra bater ou gritar com ele, mas me contive quando me lembrei de Luna no telefone.
- Você esta com um tom de culpa na voz, Leo, Leo, o que você fez? - Agora minha orelha, meu maior ponto fraco, deu um leve "pulsar", o que acontece quando minto.
- Nada, eu juro! - Mal terminei a frase e ele mordeu minha orelha, não me contive e acabei gemendo.
- Leonard Montreal, o que foi isso? - 
- Eu posso explicar... Você consegue vir aqui? - Disse, dando um soco no abdômen dele, foi como bater em uma barra de ferro (Sim, eu já fiz isso, sem querer...).
-Claro... - Ela disse em um tom de desconfiança. -
Assim que desliguei o telefone, olhei pra ele e lhe dei outro soco dizendo:
- Porque você fez aquilo? - Eu disse, tirando o braço dele de meu ombro.
- Porque você cora e você fica muito fofo corado. -
- Filho da P... -Disse, enquanto dava diversos socos em seu abdômen. 

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Preciso de um tempo, o problema não é você... Sou eu...

Oi pessoas, eu já estava desaparecido por um tempão não é mesmo? Então, eu estou com alguns probleminhas com horário e metas, então eu decidi que deveria, avisar qee a historias VÃO ser atualizadas, porem com menor frequência..., Eu sei que é chato, até porque acabei de começar 2 historias que devem ter pelo menos umas 2 ou 3 continuações, mas o aviso é só este mesmo, aguardem novas atualizações!

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Love, School, Demons & Ice creams!

Gênero: Romance, sobrenatural, demônios e anjos, vida escolar.
Palavras: 630
Escritor: Marshall Strauss
Era dia 11/02, meu primeiro dia de aula, cidade nova, vida nova, amigos novos, e claro, um colégio novo. Depois de minhas 5 expulsões, não imaginava que uma escola fosse me aceitar, mas aqui estava eu, o garoto problemático em um novo colégio e, obvio que não seria nada fácil. Logo no primeiro dia de aula, quando pisei na entrada do colégio, senti uma energia estranha, a ignorei não queria problemas logo de cara, me deparei com um com um garoto ruivo, ele tinha olhos verdes lindos, lendo um livro chamado: As vantagens de ser invisível, que por simples e sutil ironia do destino, era, simplesmente, meu livro favorito, ele estava com uma expressão um tanto quanto triste, com um sutil toque de mistério, de quem estava realmente entretido no livro e em mais nada, me senti na obrigação de conhece-lo, pois, oras, ele estava lendo o meu livro favorito, preciso de mais motivos? Me sentei ao lado dele e disse:
- Você já se sentiu infinito? –
-Perdão, você está falando comigo? – Disse ele, se virando para mim.
- Oh, sim! – Eu respondi.
- Ahn, provavelmente não, infinito não é um sentimento que eu me lembre. – Disse ele com uma voz suave e amigável.
- Como? Não se lembra? Se sentir infinito é uma metáfora, é como se sentir que nada vai acabar, nada mereça continuar, é simplesmente se sentir infinito. – Eu expliquei.
- Entendo, como o Charlie descreve. – Ele disse. – Quando você se aproximou meu coração acelerou, isso é o que os outros adolescentes chamam de gostar de alguém?
- Olha, acho que é um sentimento de amizade ou segurança ou ... – Fui interrompido por ele.
- Ou medo? – Ele sugeriu.
- Espero que não. – Respondi.
O sinal tocou, ele colocou o livro na mochila, a mala dele parecia pesada, me ofereci para carrega-la, pois eu vi a dificuldade que ele teve ao levantá-la, ele simplesmente sorriu, peguei a mala dele, e para minha surpresa, era bem mais pesada do que eu imaginava, mas eu não conseguia saber o motivo, provavelmente só haviam livros nela, talvez este garoto fosse um leitor compulsivo, chagando na sala ele me abraçou eu não soube como reagir, pois nunca havia recebido um abraço de uma pessoa que não fosse meu pai, geralmente as pessoas fogem de mim, uma garota se aproximou de nós, cumprimentou o ruivo e disse:
- John, quem é este garoto, este é o tão comentado aluno novo? – Ela perguntou.
- Perdão, eu se quer perguntei seu nome. – John disse.
- Richard, eu peço desculpas, eu também não perguntei o seu. – Eu disse, me virei para a garota. – E você seria?
- Jessica, então você é mesmo o tão falado aluno novo, varias garotas se derretem por você, mas não sou fútil como elas, não basta ser um rostinho bonito pra me conquistar. – Ela disse de maneira rude.
- Eu gosto do Richard, gosto dele do jeito que gostava de Mark! – Disse John de maneira doce.
- Você mal o conhece, não pode gostar dele assim! – Jessica o conteve.
- O professor Velen diz que sentimentos podem vir a primeira vista. – Continuou John.
- O professor Velen é o professor de filosofia, ele é um sonhador, ele não sabe da realidade, ele não serve de referencia. – Disse Jessica.
- Pelo contrario, ele deve ser levado em consideração sim, ele é uma grande fonte de sabedoria, é mais esperto que você pensa. – Eu disse.
- Tanto faz. – Ela respondeu.

 O professor entrou na sala, ele se apresentou como, Ed, o professor de química, passou um trabalho em duplas  para meu azar, meu parceiro não foi o doce John e sim Jessica, a amarga, não acho que isso vai dar certo, só espero que não acabe em morte... Como da ultima vez. 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Bloody axe in the camp - Parte 1

Desculpa, estou começando as aulas e deuses, é muita coisa, desculpem mesmo. Este é um texto de terror/romance hétero, espero que gostem, comentem!! 

 Era 21/01, estava em minha ultima semana no SideLake Camp, ou como costumamos chama-lo, O SLC,era cerca de 21:00, a lua brilhava e não havia nuvens no céu, era uma noite linda, estavam todos em volta da lareira, em um momento clichê, onde os veteranos, contavam historias de terror para assustar os calouros,  eu estava morrendo de medo, mas não queria demonstrar isso, pois Jack estava lá, não queria que ele tivesse uma visão que eu era uma garota boba e fraca, com medo de qualquer historinha de terror de um acampamento bobo, no final da historia, eu disse ao veterano que contava:
- Essa historia é boba, agora quer dizer que todo ano algum adolescente some neste acampamento, por culpa deste “machado sangrento”...
- É isso que acontece, se você acha tão bobo, porque não passa a noite na cabana abandonada? Quem sabe você não encontra o corpo de alguém lá! – Ele me respondeu.
- Vou mesmo e digo, nada vai acontecer, porque, isso não passa de uma historia retardada de um acampamento igualmente retardado! –
- Vou com ela! – Disse Jack – Não posso deixar uma garota tão linda como, Juliet, ficar naquele lugar imundo, sozinha...
- Certo, Herói! Vão vocês dois! A meia-noite, o que é daqui a 15 minutos, vocês devem estar na cabana, só poderão sair de lá a 6 da manhã.
 Fomos até nossos chalés e arrumamos nossas coisas, não sabia ao certo o que iriamos encontrar lá, então um spray de pimenta é bom, um veneno para insetos e claro, uma boa piromaníaca, não sai sem um isqueiro e um frasco de álcool, peguei meu saco de dormir e segui em direção ao chalé de Jack, enquanto esperava ele, terminei meu desenho, o desenho era um filhote de Golden Retriver em uma caixa de presente, era o presente que eu iria dar para Linda, se ela não tivesse morrido nas mãos do monstro que se diz meu padrasto, embora minha mãe não saiba, ele a matou e me ameaçou caso falasse para alguém, estava arrasada, mas mesmo assim, estava segura, carregava comigo minha espada fónissa (Grego, para Assassina), chegamos a cabana abandonada e lá estava o veterano, nos esperando, para garantir que passaríamos a noite lá, cretino, acha que eu não cumpro o que prometo, bem, estava tarde, montamos nossa barraca dentro da cabana, Jack estava quase dormindo, então resolvi dar uma olhada no que havia de tão especial naquela cabana infeliz, havia somente um monte de quadros feios, uns dois quartos e muita, muita teia de aranhas, um corpo morto, uma pistola antiga, e mais quadros fei-, Espere um corpo MORTO? Fui até o cadáver, e de cara percebi que ele fora decapitado, havia uma marca em seu abdômen um “V”, bem, isso é bem assustador, o cheiro era... Bem, pra falar a verdade não havia um cheiro de decompostos, mas um cheiro de... Formol, sim, havia uma porta atrás do corpo, a maçaneta ensanguentada, a abri, esperava que tivessem mais corpos, mas havia somente um mostruário, aqueles onde pessoas exibem coisas de valor, uma caixa de vidro, lá havia um machado sujo com sangue, com uma placa, obviamente feita de ouro, com as inscrições:

“Grim Reaper (Ceifador de Almas, em grego)
Cada alma executada por este machado, será utilizada para torna-lo mais forte, cada sacrifício para salvar a humanidade, ou a destruí-la”

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Rainy Day - Parte Bônus


Hey, pessoas , eu voltei, com o que vocês estavam esperando!! Rainy Day!! E a musica de Hoje é: Paramore - Hallelujah
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Estava me arrumando para o dia tão esperado, o jantar com Dio, estava um pouco nervoso, como iria contar sobre o sonho? Qual seria a reação dele? Só iria descobrir no horário do jantar. Lucy entrou no quarto e me viu, ela me deu um sorriso e disse:
- Você se recuperou rápido, aonde vai tão arrumado?
- Vou num jantar com Dio, mas não sei se essa é a roupa certa... – Disse
- Roupa certa? Você está de terno, Dio é a pessoa menos formal que conheço, onde vão jantar? – Perguntou Lucy.
- Sabe onde você e o Justin foram ao seu primeiro encontro? -  Perguntei
- Sei, vocês vão a uma pizzaria e você está de terno? – Disse Lucy.
- Basicamente... – Suspirei
- Você está muito nervoso mesmo, qual é o problema? –
 Olhei para Lucy por um momento, mordi meu lábio inferior, sentindo meu rosto corar, comecei a tirar a gravata, lhe contei sobre o sonho, ela arregalou os olhos, sentou ao meu lado, me deu um abraço e sussurrou ao meu ouvido “Meu deus, isso é tão fofo, agora vou escolher uma roupa certa pra você...”, Ela levantou e mandou eu tirar o terno, a obedeci, ficando somente de cueca, ela começou a tirar algumas roupas do armário, depois de alguns momentos, ela me deu uma camiseta verde, um colete preto, uma jeans e um All-star preto, vesti as roupas e me olhei no espelho, como sempre estava perfeito, Lucy fazia faculdade de moda, olhei para Lucy, ela sorriu para mim e disse:
- Bem, está na hora e você ir, lembra como se dirige uma Ninja, certo?
- Ahn... Não... Será que você... Podia... – Disse pausadamente.
- Claro, mas somente se a gente for agora, pois mais tarde foi assistir a um filme na casa de Justin, acho que na volta Dio não se importara em te trazer... – Ela disse.
 Quando estávamos saindo de casa, percebi uma coisa que me deixou triste, a chuva havia parado, não lembrava ao certo o motivo, mas a chuva me trazia uma sensação boa, como se algo importante fosse acontecer por causa da chuva, não lembrava o que, quando chagamos ao restaurante, Justin estava no carro, esperando Lucy, Dio estava fumando, ao lado da porta, quando chagamos, nos cumprimentamos, quando cheguei perto de Dio, comecei a tossir, ele apagou o cigarro quando percebeu que eu tossia Lucy lhe entregou as chaves da Ninja, Justin sussurrou algo para Dio, ele tateou o bolso e acenou com a cabeça para Justin, Lucy e Justin foram para o carro, saíram para casa dele, provavelmente, não iriam só ver filmes, mas isso não importava, sentamos em uma mesa, Dio pediu uma pizza portuguesa para nós, eu estava nervoso, minhas mãos estavam suadas e geladas, não sabia porque disso. A conversa fluía com facilidade, por mais incrível que parecesse. Até parece que aconteceria alguma coisa naquele jantar. Bebi um copo d’água, percebi então que fora um erro, pois minhas mãos estavam tremendo. Olhei para baixo quando ele me fez um elogio, limpando minhas mãos em minhas calças jeans, corado, após comermos a pizza, ele se levantou, ajoelhou do meu lado de disse:
- Você quer casar, digo... – Ele fez uma pausa, corado. - Namorar comigo?
- Eu não sei o que dizer... Eu.. – Fui interrompido com Dio me dando um beijo longo.
 Fui em direção ao caixa, pagamos a pizza e seguimos em direção a casa dele, ao subirmos na moto, o segurei o mais forte que consegui, ele me dava uma sensação de segurança, a chuva tinha voltado, o que me deu uma sensação de que o mundo estaria melhor, logo chegamos na casa dele, Lucy e Justin estavam sentados no sofá da sala, assistindo um filme, não queria saber qual era, estava muito molhado, passamos por eles sem fazer o menor ruído e fomos em direção ao quarto dele, ele me emprestou algumas “roupas”, roupas entre aspas, pois tudo que não ficou muito grande em mim foi uma boxer e uma camiseta, que ficou um pouco grande, ele ligou o Xbox e colocou um jogo de corrida, fiquei esperando ele querer fazer a aposta, mas infelizmente, ele não disse nada, acabei ganhando dele no jogo, o que me fez ficar com mais vontade ainda de ter feito a aposta, logo ele disse:
- Bem, eu preciso ir ao banheiro, eu já volto. –
 Era minha chance de fazer o que eu queria, tirei minha camiseta e liguei o ar condicionado para deixar no “quente”, e por ironia do destino, o quarto foi esquentando, quando Dio saiu do banheiro, ele sentiu que o quarto tinha esquentado, ele provavelmente tinha percebido que eu havia ligado o aparelho, mas não demonstrou nada, tirou a camiseta dizendo:
- Está quente aqui... – Ele fez uma pausa, corando, um volume (maior do que eu esperava) cresceu em sua calça, ao me vez somente de boxer. - Você é um pouco definido, que fofo.
- Você é muito definido... Que sexy. – Eu disse corando.
 Ele veio me beijando, eu finalmente atingira meu objetivo, ele ficara excitado o suficiente, para fazer coisas, ele começou a mexer na fivela da calça e a soltou, tirou sua calça, vi que ele tinha uma tatuagem que ia até... Até onde eu não conseguia ver, eu comentei sobra a tatuagem e ele sussurrou no me ouvido:
- Quer ver até onde ela vai? – Ele me perguntou.
- Eu gostaria... – Eu respondi corado, enquanto ele beijava meu pescoço.

- Ei, garotos, vou voltar para casa... – Lucy disse entrando no quarto, ao nos ver continuou. – Então, Justin, acho que vou dormir aqui, como você queria, Philip, não vai se importar, ele está meio “ocupado”, provavelmente a noite toda...

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Drop Shot 3 - O destino

 Sabe como é engraçado a maneira que o destino das pessoas é traçado? Nada acontece por acaso, é o que já diz a muito o conhecimento popular, isso é legal e interessante, saber que cada pessoa que você conhece na vida não veio simplesmente por vir, mas por algum motivo especial, até mesmo um blogueiro como eu, que criei este Blog, achando ser por acaso, mas conheci alguns leitores maravilhosos por causa deste blog, conhecer pessoas novas é algo traçado, se não era pra ser, não será, mas claro que se você quiser conhecer aquela pessoa que você vê todos os dias, mas nunca teve coragem de ir até essa pessoa e falar com ela, você pode dar um "empurrãozinho" no destino, um "Ei, eu quero essa pessoa na minha vida!", mesmo assim, antes de você se quer imaginar como seria nascer foi traçado você querer ter esta pessoa na sua vida, mesmo se você for uma pessoa extremamente tímida, vale a pena se arriscar a conhecer novas pessoas, eu mesmo sou um tanto quanto tímido, mesmo que com determinado tipo de pessoas, o que pode suar estranho, mas é minha maneira de ser.

Pode ser que um dia o destino acorde de bom humor e resolva reescrever a historia das pessoas, varias civilizações, assim como nós, queria prever o futuro, mas como somos reles mortais e não temos este poder, criamos serem em nosso imaginário, assim como os gregos, que criaram as três parcas, que decidiam o que seria a vida de cada pessoa, mas para que saber do futuro? [Life Spoiler alert!!!] Assim como há pessoas que juram de pés juntos que cada ação que você faz muda seu destino, há juram por tudo que lhe é importante que o destino é determinado e fim de papo, sem mimimi, as duas são bem aceitáveis, mas por mim, eu não me importo muito com o que vai vir a acontecer, se eu soubesse de tudo que venha a acontecer, qual será a graça da vida? Qual será o sentido da surpresa? Eu prefiro acreditar que o mundo é um misto das duas teorias, partes são alteráveis, partes são fixas. Mas agora fica uma pergunta que, pelo menos para mim, fica sem resposta, o que VOCÊ acredita?

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Rainy day - Capitulo 3

Eai, pessoas, de boinhas? Eu tive uma ideia e espero que gostem, a cada capitulo (De hoje em diante, e de qualquer texto) Colocarei uma musica que eu ache que combina com o texto, pra entrar no clima, entende? Vou começar com uma musica que eu gosto muito, Penguin - Christina Perri
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Após dizer essas palavras, o beijei e pensei, “Então hoje é o dia dos namorados, bem se isso for um sonho espero não ter de acordar nunca”.

 Estávamos no sofá da sala, nos beijando, Dio estava realmente entrando no clima, pois ele tinha uma boa pegada e beijava muito bem, a chuva ficava cada vez mais forte e começava a esfriar, então recuei por um momento e disse:
- Está frio, é melhor eu colocar uma roupa.
- Sim, claro, mas antes eu posso fazer uma coisinha, na verdade, duas? – Ele disse
- Claro, o que você quer? – Eu o respondi
- Primeiro, uma foto, ahn, pronto e isso.. – Ele disse se ajoelhando e tirando uma caixinha do bolso. – Você quer namorar, a serio, comigo?
- WoW, sim, claro, tipo, WoW, você me pegou de surpresa, eu não sei o que dizer.

- Não diga nada, só me beije. - Ele disse.
Dio se aproximou, me deu um selinho e me pegou no colo e me jogou em minha cama, abriu meu armário e escolheu algumas roupas para mim, as jogou para mim e as vesti e ele disse:
-Vamos para minha casa, quero que você conheça uma pessoa. -
- Claro, mas quem seria? -
- É uma surpresa, suba na minha moto, Okay? - 
- Okay. - 
 Subi na moto dele, coloquei o capacete e segurei o mais forte que pude nele, seu corpo era quente, bem quente na verdade, dei um leve toque no seu...Você me entendeu.. Ele me deu uma risada leve, a cidade estava vazia não sei bem o porque, mas não devia ser algo importante, embora eu finji ser super ingenuo com Dio e não saber o verdadeiro motivo de ele me levar a casa dele, eu sabia muito bem o que ele queria "fazer" comigo e eu queria fazer isto, mas uma coisa me intrigava, quem era essa tal pessoa que ele quer que eu conheça? Não importa, na verdade, pois eu o amo, então está tudo bem, chegamos na casa dele e entramos na sala estavam duas pessoas no sofá de costas para nós, elas estavam juntas, um homem e uma mulher, imaginei serem os pais dele, até porque eu não tinha muito referencia de pais, pois eu e Lucy fomos criados por nosso Tio, nosso pais morreram num acidente de carro em 1996, no ano em que Lucy nasceu, Dio aproximou dos dois e disse:
- Eai, pombinhos, como estão?
-Oi, Dio, como foi lá com ele? Conseguiu? - Disse a garota, ela tinha uma voz conhecida, mas não sabia quem era. - 
-Olha, não fale assim, ele está aqui. - Dio disse
-Sério? - Ela levantou do sofá e consegui ver seu rosto. - Oi, maninho, tudo bem? 
- Eai, cara, sou Justin, namorado de Lucy. - Justin disse
- Oi, sou Philip, Lucy falou de você, bastante para falar a verdade. - Eu disse
- Philip! Você aceitou ou não? -  Lucy perguntou
- Sim, ele aceitou - Disse Dio com seu lindo sorriso estampado em seu rosto.
- Sério? Que sorte a sua, cara! - Disse Justin
- Bem, continuem sua cena romântica com seu filminho, é Zumbilandia? -
-É, muito engraçado esse filme,  - Disse Lucy
- Estamos no meu quarto, não perturbem, okay? - Disse Dio
- E eu vou perder a chance de ficar com a garota mais linda do mundo pra incomodar vocês, pirou! - Disse Justin
-Ownn. - Disse Lucy, indo beija-lo.
 Entramos no quarto dele e ele tirou a camiseta, ligou o Xbox, sentei do lado dele, ele colocou um jogo de corrida e sussurou no meu ouvido: "O vencedor ganha um boquete, okay?", eu acenei afirmativamente com a cabeça e pensei "Droga, justo corrida? O tipo de jogo que eu sou horrivel", não deu 2 minutos e jogo e ele disse:
-Você perdeu, gato! -

domingo, 5 de janeiro de 2014

Assassinato em Moonshine

 Era um dia maravilhoso, o sol estava lindo como sempre aqui em Moonshine ( Moonshine vem das palavras "Moon", lua e "Shine", brilho, ou seja, brilho da lua ou brilho lunar), mas não é do sol que as pessoas daqui gostam, nosso pequeno vilarejo dorme durante o dia e trabalha durante a noite, o verdadeiro motivo ninguém sabe, mas há pessoas que dizem que o vilarejo foi fundado por vampiros, mas eu não acredito em vampiros, então prefiro acreditar que as pessoas só querem ser diferentes, ultimamente pessoas vem desaparecendo durante a noite, o que é bem estranho, pois aqui sempre foi pacifico e feliz, não me importa o que acontece, pois encontrei o garoto mais lindo do mundo, combinamos de sair de dia, enquanto todos dormem, eu sou uma garota meio sonhadora, então será o melhor encontro de minha vida, chegando no parque logo o vi, seu cabelo preto com pontas verdes, seus olhos azuis escuros, me aproximei e quando fui cumprimenta-lo, ele me beijou, por reflexo, me afastei e dei um tapa em seu rosto, ao voltar a mim, disse:
- Desculpe-me, foi um reflexo. -
- Tudo bem, se você puder parar com esses reflexos seria legal.-
-Okay. - Eu o olhei fixamente em seus olhos - Posso dar um beijo para ver se a dor passa.
 Nós conversamos por um longo tempo, ele era simplesmente incrível, logo começamos a falar sobre os desaparecimentos sinistros, ele me disse:
- Posso te contar um segredo?-
- Claro, seu fofo. -
- Eu sou o assassino de Moonshine. -

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Rainy day - Capitulo 2

- Tchau, Dio... - Disse Lucy, após ele fechar a porta - Ele não é seu namorado, mas me parece que ele quer ser... -
- Lucy.. Eu só não te mato, porque amanhã é dia 14/02, só em consideração ao Justin, só por isso... - Eu disse - E por causa do que aconteceu hoje. -
- Você gostou dele, não é? - Ela disse
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  Na manhã seguinte, levantei e como normalmente acontecia, Lucy não estava em casa, provavelmente na casa da Justin, desci até a cozinha, olhei a janela, continuava a chover, mas não estava frio, eu estava vestido somente com uma cueca boxer, fiz uma xicara de chocolate quente, estava meio dormindo ainda, ao beber aquilo senti meu corpo esquentar, era uma sensação, ao mesmo tempo boa e esquisita,  era sábado, dia 14/02, segundo meu celular, havia algo de especial hoje, mas não conseguia me lembrar o que era, então se não lembro não deve ser importante, se bem que deve ser mais um dia de ir jogar RPG com os amigos de Lucy, não, não deve ser isso, Lucy não iria para casa de Justin em um dia de jogo, ano novo não era, afinal estamos em fevereiro, aniversario somente do Marsh no dia 25, ainda tenho mais 11 dias para comprar o presente para ele,  Lucy faz aniversario em Abril, então não é aniversario de ninguém que eu conheça ou me importe, tanto faz, vou fingir que não tem nada, mas essa sensação vai ficar me incomodando o dia todo, tenho certeza,  se é sábado, não deve passar algo que eu goste na tv, ficar o dia todo ao facebook, não é uma opção, sair de moto na chuva é, como posso dizer, molhado, não estou nem um pouco com vontade de fazer qualquer coisa, o que posso fazer? Não tem ninguém em casa...
  Então, eu posso fazer uma coisa que não faço a algum, longo tempo, somente em pensar nisso um volume logo se formou em minha cueca, comecei uns movimentos de cima, baixo, cima, baixo, era uma sensação muito boa, eu não sei como a descreves, estava tudo indo bem até o momento que ouvi a campainha tocar, para a minha tranquilidade, logo ao ouvir a campainha, senti que toda minha “animação” tinha sumido, olhei para a janela e lá estava Dio, corri para abrir a porta para ele, ao abrir a porta ele sorriu para mim, mas corou um segundo depois, ele corou muito,  de inicio não entendi o porque, até que ele disse:
- Po-por que você está somente de cueca? – Ele gaguejou. – Ahn, belos músculos.
- Oh, desculpa por isso e obrigado, eu acho. – Eu disse.
Percebi que um volume se formou nas calças dele, logo senti que um volume se formava em minha cueca, devido a isso, Dio percebeu e corou mais ainda, não sabia o que fazer então eu disse:
-Posso fazer uma coisa estranha? –
- Vamos ficar estranhos, então... – Ele respondeu
 Eu me aproximei dele e o beijei, abri minha boca e coloquei minha língua para dentro da boca dele, coloquei minha mão esquerda em suas costas e minha mão direita no volume que se formava nas calças dele, me afastei dele, comecei a pensar de onde tirei coragem para fazer isso, pois eu nunca fui uma pessoa corajosa o suficiente para fazer algo do tipo, mas que merdas eu estava na cabeça? E se ele tivesse um namorado, ou pior, uma namorada, olhei para ele com uma cara de tristeza e disse:
- Desculpe, eu sinto muito, não sei o que deu em mim. –
- Cala a boca e me beija. – Dio fez uma pausa. - De novo...
- Eu acho.. – Fiz uma pausa longa. - que te amo...
- Esse vai ser o melhor "valentine's day" do mundo - Dio disse, me seduzindo

Após dizer essas palavras, o beijei e pensei, “Então hoje é o dia dos namorados, bem se isso for um sonho espero não ter de acordar nunca”.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Rainy day - Capitulo 1 ( + Pedido de desculpa)

 Eu estava desaparecido.. Eu sei... Porque? Você deve estar perguntando... Eu estava tendo uma crise existencial e juro que pensei em me matar e tudo mais, mas depois de ver alguns videos da Alice (Um beijo na Bunda), acho que mudei de ideia, eu espero, acabei percebendo que seria a atitude mais egoísta que eu poderia fazer, mas foda-se minha vida pessoal, vocês querem ler os textos não é mesmo?
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 Logo chegaria o tão esperado "Valentines' day" e como sempre iria passar-o sozinho, era dia 13/02, cerca de umas 18:30, estava chovendo muito, eu estava sentado em minha cama, abraçando o travesseiro e vendo a chuva caindo, após um tempo vejo um garoto, (~Ele era realmente bonito, loiro com olhos verdes, e porte atlético~) com um guarda-chuva, segurando algo, o fiquei observando, logo percebi que se tratava de um pacote, ele chegou até meu portão e apertou a campainha, não lembrava de ter pedido nada, mas se ele está aqui, devo ter o feito, desci, peguei minhas chaves e abri o portão, pedi para que ele entrasse, ele me entregou a caixa dizendo:

-Sua encomenda, obrigado pela preferencia a Amazon.com! -
- Oh! Meu kindle! Ahn, me parece que é sua ultima entrega, não gostaria de entrar, está bem frio.... Aceita um chocolate quente? - Eu ofereci
 - Sim, obrigado! Você é bem gentil! A proposito, me chamo Dio. - Ele disse.
- Philip, Philip Schorlita, fique a vontade. - Eu respondi

 Deixei a caixa em cima da mesa e fui até a cozinha, preparei um lanche, chocolate quente e coloquei a mesa, liguei a tv, passava "Ghost whisperer", amava aquele programa, servi Dio e disse, bebendo chocolate quente:
- Então você trabalha na Amazon.com, certo? -
- Sim, trabalho lá desde que me mudei pra cá. - Ele respondeu
- Legal, você se mudou quando? Faz muito tempo? - Eu perguntei
- Semana passada, pra falar a verdade. - Dio respondeu, dando umas risadinhas.
- Hum, aqui é muito diferen- Fui interrompido por Lucy
- Ei, mano, está de namorado novo? - Lucy perguntou
- Cala a boca, Lucy, fiz chocolate quente... - Eu respondi, enquanto Dio me encarava corado (~Quando foi que ele corou?~)
- E é por isso que eu te amo! - Lucy disse
- Pare de ser tão interesseira. - Eu disse
- Então se ele não é seu namorado, quem ele é? - Lucy perguntou
- Sou Dio, prazer te conhecer. - Dio se apresentou
- Ele é só um amigo... - Eu disse a encarando com um olhar severo.
- Amizade colorida? - Lucy insistiu
- Não, é só um amigo mesmo, porque todo cara que u convido pra vir aqui, você acha que é algo a mais do que realmente é para com a relação de tempo e espaço? - Eu disse
- Exatamente por isso... Você não fala nada que tenha sentido ultimamente, só pode estar apaixonado. - Lucy continuou insistindo.
- Oh, olha o horário, acho melhor eu ir embora, meu telefone, quando quiser é só me ligar, o que quiser, se é que me entende - Disse ele me entregando um papel.
- Tchau, Dio... - Disse Lucy, após ele fechar a porta - Ele não é seu namorado, mas me parece que ele quer ser... -
- Lucy.. Eu só não te mato, porque amanhã é dia 14/02, só em consideração ao Justin, só por isso... - Eu disse - E por causa do que aconteceu hoje. -
- Você gostou dele, não é? - Ela disse
Continua no Capitulo Um.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Drop Shot 2 - O julgamento

  As pequenas coisas da vida são as melhores e as menos aproveitadas, elas tem seu proprio valor, mas não reconhecido, essas denominadas pequenas coisas podem ser um gesto simples, como um aperto de mão ou até algo mais intimo, ou como definem alguns moralistas, algo érotico ou sujo, mas um gesto de prazer como um beijo no pescoço, mas de que adianta ser um moralista se até mesmo um escritor de blogs, ou blogger como quiser chamar, lhe critica? Se bem que eles devem entender disso, pois o que mais faz um moralista se não julgar as coisas como morais ou imorais? Exatamente o que você está pensando, nada. Mas de que adianta o julgamento dos homens, diz a bíblia, somente o julgamento divino é justo.
  Mas e se eu não acreditar no Divino? Como será? Se o julgamento dos homens não é justo ou certo e o divino não existir, pra que o julgamento existe afinal? Claro, para provar que o julgador é superior ao julgado, pois se eu critico um ato, significa que eu o desprezo e não o faço, mas e se hipoteticamente um juiz ou julgador, como preferir, for julgar um assassino e o mesmo tiver matado uma pessoa anteriormente? Ele será mais brando quanto a tal ato? Isso é o que define a injustiça no julgamento do homem? E para tentar finalizar sem mais delongas ou perguntas sem resposta, sim, é exatamente isso que define a injustiça no julgamento humano, então o que nos resta é torcer para que o julgamento divino seja justo, se é que ele realmente existe.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Drop Shot 1 - Sentimentos

Mas o que são "Drop Shots"? São pequenos textos, como o próprio nome diz, de fácil leitura e não massantes, gostou? Deixe seu review em comentário!

 É estranho quando vários sentimentos são facilmente confundidos e mesmo assim as pessoas os aceitam, aceitam o modo que eles fluem, o modo que eles são livres e sem limites, mas o sentimento mais puro e simples, pode vir a se tornar o mais complicado e misterioso por sua vez, é como um infinito que pode ser uma eternidade ou até mesmo um segundo, como dizia Lewis Caroll, infinito é o tempo que não se sabe quando começou nem seu fim, porém tem-se certeza de seu meio, um emaranhado de pequenos tempos justapostos um em seguida do outro, exatamente como o sentimento mais puro, denominado pelo homem de "amor", porém essa palavra não é somente uma junção fonética, é mais que isso, muito mais que isso, mais que um mistério, mas menos que um infinito misterioso, o 'amor' é o que se sente, se percebe, mas não se toca ou interpreta, ele simplesmente existe sem mais nem menos, não se sabe seu começo, muito menos seu fim, se é que este fim existe, mais longo que um infinito, mais curto que uma vida, num clima de tempos distorcidos e incertos ele nasce, cresce, se fortalece, mas não quer morrer, quer ficar ali e viver para sempre, na maioria das vezes ele escolhe a pessoa errada, mas as vezes para quem tem sorte e/ou a merece o amor escolhe a pessoa certa, caso você não tenha sorte, faça a merecer e se tiver sorte melhor ainda, pois o amor é justo, a vida não.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Um amor incerto - Parte final

-Só vou te soltar quando você der um beijo de língua nele-
Não pensei duas vezes, abri minha boca e deixei que o clima me levasse, eu queria dar aquele beijo, mas não na frente de todos, não naquela festa, mas não tinha opção, aquele fora meu primeiro beijo e fora forçado, mas fora com o garoto que eu amava e tenho que admitir: Jorge sabe fazer um desafio e Willian sabe beijar bem...
No dia seguinte não me lembrava de muita coisa, lembrava do desafio e do beijo, acordei, olhei para o lado e vi Willian, lembrei de parte da noite, lembrei do momento que entramos no apartamento dele e o momento que me pus a deitar, não que tenha acontecido algo a mais, pelo menos a que me lembro... Levantei e fui até o banheiro, me arrumei e fui até a cozinha, fiz um café, arrumei tudo em uma bandeja e fui de volta até o quarto. Willian ainda estava dormindo, ele estava tão fofo segurando um urso de pelúcia.. Espera um urso?? Parece-me que até ele tem seu lado fofinho e sentimental, mas acordei ele sussurrando no seu ouvido:
- Bom dia, bonitinho. – - Bom dia, meu gatão. – Ele respondeu - Eu fiz o café da manhã e fiz o cupcake que você ama, vamos comer? – Eu ofereci - Eu adoraria, mas eu teria que levantar e você sabe que eu tenho muiiiiita preguiça, meu pequeno cozinheiro, mas qual é a do avental “Kiss the cook”? – Ele brincou - Obedeça ao avental, beije o cozinheiro. - Eu disse - Você que manda. – Ele respondeu
Ele me beijou, um beijo quente e cheio de sentimentos, nos beijamos por um tempo, me afastei e ele começou a tirar minha camisa, eu o impedi dizendo em seu ouvido:
-Tudo bem, hoje é sábado, mas vamos tomar o café-da-manhã antes e fazemos o que você quiser depois – - Okay, mas... Acho que não tenho camisinha em casa... – Ele disse suspirando. - Seu pervertido, o que você quer fazer é... Seu maldito, pervertido e lindo, eu achei que você queria... – Eu comecei a brigar, mas ele colocou o dedo cobrindo meus lábios. - O que você achou que eu queria fazer? Assistir “Friends” com meu “amigo” sem camisa? – Ele disse, tirando o dedo de meus lábios.
Eu o encarei por algum tempo, lembrei que estava segurando a bandeja do café, instintivamente olhei em volta, mas não havia ninguém, até porque estávamos na casa dele, coloquei a bandeja na cama, troquei de roupa, olhei para ele com uma cara de ódio e disse:
-Vou na farmácia e você tome café, coma os cupcakes e se quando eu voltar você ainda estiver na cama e os bolinhos nas formas, eu juro que te mato. -
Fui até a farmácia, completamente corado, e comprei as drogas das camisinhas, tinha um farmacêutico, ele era a unica pessoa que sabia que eu era.... Bem, ainda é estranho dizer, mas vou tentar ser simples, que eu jogava no outro time, mas com ele era diferente, ele tinha um namorado, então isso era normal, ele me deu um sorriso de cumplicidade quando cheguei ao caixa, bem não pude me contar a soltar um leve riso e voltei para a casa de Willian, mas ainda me perguntava como Willian sabia que eu era... Que eu era gay, ainda nutro um sentimento de desconfiança a este farmacêutico, será que ele estava envolvido? bem espero que não. Isso seria realmente ruim, uma mãozinha de John e meu destino se traçou? Cheguei em casa, me assustei de como tanto as formas, quanto o que eu usara para fazer os cupcakes estavam lavados e estavam secando, entrei no quarto e lá estava Willian me esperando e então percebi como o rumo de minha vida mudará e espero que o farmacêutico, John tenha ajudado Willian nisso tudo e percebi como eu devo agradecer ao destino por tudo que tenho. Saber que esse dia seria o dia que mudaria minha vida, mudaria minha vida com o garoto que mais amava em toda minha vida...
No dia seguinte, levantei, fiz minha higiene e era novamente segunda-feira, num misto de escola, trabalho e Willian, levarei minha vida e me pergunto, será que mais pessoas tem a sorte que eu tenho? O telefone tocou, era minha irmã mais velha, Rachel, sua voz parecia sem-vida e assustada, ela só me disse uma coisa:
- Logan, mamãe - Ela fez uma longa pausa - Mamãe morreu de ataque cardíaco, suas ultimas palavras foram: "Onde está Logan? Na casa do Willian novamente?", me diz que você está a salvo com Willian, pois se algo acontece-se com você, eu juro que morreria.
- Eu estou na casa dele sim, mas estou indo para ai agora mesmo. -
- Certo, não esqueça, eu te amo e muito - Ela caiu em lágrimas -
Essa ligação repentina me fez pensar, o quanto a vida pode mudar de uma hora para outra, eu pensei em mil coisas, até mesmo me matar, porém percebi que este era o ato mais egoísta que alguém pode fazer, lembrei do que minha irmã dissera, voltei a mim quando ouvi o som de uma buzina de caminhão, senti que minha vida se extinguira naquele momento, pensei "Serei atropelado? Com minha irmã sofrendo? Não mesmo" Afundei o pé no acelerador e passei antes do impacto com o caminhão, os níveis de adrenalina em meu corpo estavam claramente altos, finalmente cheguei na casa de Rachel, encontrei ela chorando no sofá e resolvi somente consola-la e esquecer-me de tudo que aconteceu comigo, minha unica rasão para viver era cuidar de minha irmã.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Um amor incerto - Parte 4

Tinha perdido completamente a noção de tempo, corremos para a garagem, pegamos minha ninja e Willian foi dirigindo, chegamos na festa, louise estava realmente brava, ela nos encarou por um momento e disse:

- Logan, seu idiota, vocês demoraram, ao menos chegaram na hora do verdade ou desafio! -

- Você é perfeita, eu amo verdade ou desafio, vem Logan!! - Disse Willan
- Ce-certo, vamos! - 

Subimos as escadas, tropecei no 4º degrau, acabei dando um tapa de leve na bunda do Willian, ele virou, ninguém mais viu, se alguém viu não comentou nada, graças a deus, ele me olhou com um olhar severo, podia sentir seus tons de advertência,  ódio e certo prazer na voz quando ele disse:

- Cuidado na escada, idiota! - Ele disse sorrindo para mim.

Chegamos ao quarto, todos estavam sentados em um circulo, todos nos cumprimentaram, Charlie girou a garrafa, ela deu uns três giros, começou a parar apontando para mim, espera passou reto, vez de Louise, Charlie disse:
- Verdade ou desafio? -
- Verdade. - Respondeu ela 
- É verdade que você gosta do Wi- ele foi interrompido
- Desafio, desafio. - Gritou ela
- Desafio você a responder a pergunta - Ele disse, seguido de um coro de "ohhhh!".
- Sim, eu gosto do Wil... - Ela fez uma pausa - Gosto do Will. 

Will arregalou os olhos, levantou, ao mesmo tempo Louise disse "Não me odeie", ele foi até ela e sussurrou ao seu ouvido: "Me encontre la fora, daqui 2 minutos", ele tentou falar baixo, mas eu estava do lado dela e tenho uma audição apurada, exatamente 2 minutos depois Louise disse "Preciso ir ao banheiro, já volto", sabia exatamente o que iria rolar, então não impedi, a garrafa parou em Jorge e como Louise não estava lá, era com Charlie que escolheria o que seria, então ele disse:

-Verdade ou desafio? - 
- Desafio. - Jorge falou 
- Vamos esquentar a noite, então desafio você pegar nos peitos da Martina -

 Ele hesitou de primeira, tentou explicar que não o queria fazer, pois eles tinham uma grande amizade e tudo mais, até que Martina disse "Ora, vamos, é só um desafio e o jogo está demorando demais, não vou ficar brava", Ele pegou nos peitos dela e alguém, cujo eu não reconheci a voz falou "É boa a sensação de agarrar os peitos da sua melhor amiga?" e ele disse "Sim!", acho que aquele foi o mais barulhento e dolorido tapa que já vi em toda minha vida, tão alto que Louise e Will chegaram correndo para ver o que tinha ocorrido, o mais cômico foi ver a borda de batom vermelho semi-espalhados na boca de Will, se algo aconteceu, tenho certeza que foi bom, pra ambos os lados, não resisti a tentação e disse:

- Venham pombinhos, sentem na roda e joguem com a gente. -

Os doid sentaram de mãos dadas na roda e Jorge girou a garrafa, era impossível olhar pra ele e ignorar a marca vermelha de uma mão na bochecha direita dele, a garrafa girou bastante, mas tipo, bastante mesmo, quando ela parou, parou justamente na pessoa mais linda, sedutora e modesta da roda, ninguém mais, ninguém menos que eu, sim eu mesmo, Jorge olhou para mim e disse:

- Verdade ou desafio, Logan? –
- Como sempre, desafio, caro Jorge – Eu respondi entrando no clima do jogo
- Desafio você a dar um beijo de língua no Willian! – Ele disse com um sorriso malicioso
- O quê? Mas ele é um garoto e meu melhor amigo –
- E daí? Não me importo, cala a boca e beija –
- Nem fodendo.
- Um selinho, então. –
- Nem selinho, nem nada.

 Só senti uma mão na minha nuca e vi o rosto de Willian se aproximando, ele também foi pego de surpresa, pois nem conseguiu ter uma reação, eu senti os lábios dele tocarem minha boca e ouvi:

-Só vou te soltar quando você der um beijo de língua nele-

 Não pensei duas vezes, abri minha boca e deixei que o clima me levasse, eu queria dar aquele beijo, mas não na frente de todos, não naquela festa, mas não tinha opção, aquele fora meu primeiro beijo e fora forçado, mas fora com o garoto que eu amava e tenho que admitir: Jorge sabe fazer um desafio e Willian sabe beijar bem...

Continua na Parte 5

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Carta de um amor errado

Este texto não é uma ficção é algo que eu escrevi mentalmente e tinha que mostrar pra uma pessoa, mas não tenho coragem para isso, realmente  espero que essa pessoa não seja um leitor deste blog =.=

Oi, não sei como começar isso, mas vou tentar começar do começo, eu te vejo todos os dias desde o começo do ano, estamos em novembro e ainda não tive coragem pra falar contigo,  por favor não confunda as coisas, espero que você tenha feito como eu pedi e só esteja lendo essa "carta" em casa, sozinho, para eu poder lhe contar você deve me prometer 3 coisas:
1º Não leia esta carta se não estiver sozinho, no seu quarto, pois é importante para a regra Nº2
2º Nunca, em qualquer hipótese mostre isso para alguém, nunca, nem mesmo se você quiser falar com alguém sobre isso.
3º Após a leitura dessa carta, você tem 2 opções: Guardar em local seguro e seco, ou queima-la, sim queima-la, jogar fora sempre tem seu risco, faça o que eu peço, por favor.

Prometendo estas regras simples, continue a leitura, prometa baixo, e não esqueça de jurar por amor e por algo importante, eu, como disse anteriormente, te vejo desde o começo do ano, analisei sua interação com outras pessoas, sua timidez estampada no rosto, seus olhos azuis-claro, seu cabelo curto loiro, sinto algo estranho em relação a você, algo que nunca senti antes, um amor, não um amor fraterno ou amor de amizade, um amor de sentimento lindos e puros, mas tem um único problema evidente, você é um garoto e eu também, sei que isso não é algo que eu deveria sentir, principalmente por causa de meus amigos, todos os dias sonho com você e nesses sonhos que tenho mais ódio de mim mesmo, porque tinha que nascer em fevereiro? Porque tenho que ter o signo mais romântico do horoscopo? porque tenho que ter sonhos românticos e bobos com você? Porque não posso ser normal ter um amor normal? Não, tenho que me apaixonar por alguém que é tímido, eu amo e odeio pessoas tímidas, pois elas me deixam irritados e eu acho fofo, e não tenho como ficar irritado com pessoas fofas, eu só quero que você me diga que leu este texto, ao mesmo  tempo que quero que nunca passe pela sua cabeça que eu existo, meu psiquiatra diz que é normal pessoas adolescentes sentirem atração por alguém do mesmo sexo, que isso é só uma fase, mas não consigo acreditar, sei que o que eu sinto não é só atração, não pode ser, não tive que namorar uma garota que não amei pra disfarçar tudo, não tive que fazer milhares de coisas para que um dia eu possa ter uma conversa que nunca acontecera, pois sei que sou sonhador demais, sei que meu mundinho e este mundo sujo e cruel que vivemos não batem e não tem semelhança, sei que sou só um adolescente que é otimista o suficiente para acreditar no que as professoras do ensino fundamental I dizem para levantar o animo das pessoas, sei que mesmo escrevendo essa carta para você, você não terminara de ler e magicamente se apaixonar por mim, sei que sou um adolescente que não cresceu, que vive no mundinho paralelo, um mundinho melhor, um mundinho onde posso me expressar, um mundinho bobo e infantil, recheado de felicidade, eu só queria dizer que te amo, mas também te quero como um amigo, na verdade chego a conclusão que não sei nada... Só que quero viver no meu mundinho romântico onde você é apaixonado e morre de amores por mim... Somente isso....

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

A historia de John Mellar

 Era dia 31/10, lembro perfeitamente daquele dia, acordei eram 8:59 p.m., acordei ao som de meu celular tocando, recebi uma mensagem de Lucy:

'' Hey, bela adormecida, estou dando uma festa de Halloween, pegue uma fantasia no quarto do Larry e venha rápido! Tenho uma surpresa pra você..."
 
Eu não pensei duas vezes, meu aniversario de 18 anos seria no dia seguinte, ou seja, provavelmente seria algo para meu aniversario, peguei uma muda de roupas, me vesti, peguei a fantasia e a enfiei na mala, peguei minha Ninja, coloquei meu capacete e fui até a festa da Lucy, chegando lá, fui muito bem recebido por Peter & Beth ficando na porta da casa, a musica estava tão alta que dava para ouvir da outro quarteirão, quando eu coloquei a mão na maçaneta, ela abriu e estavam na porta a Mandy, a Debby e o Guiseppe, Mandy e Guiseppe passaram por mim, de mãos dadas, Debby pegou minha gravata e  me puxou, dizendo:

- Ownt, que fofo seu traje Hipster! Mas serio, gravata? -
- É, um passarinho azul me contou que você gosta de garotos que usam gravatas, já entendi o porque! - Eu respondi
- Maldito seja o twitter! - Ela brincou
- É verdade, onde está Lucy? - Eu perguntei
- Segundo andar, 3º quarto a esquerda, mas pra que a pressa? Curta um pouco comigo... - Ela replicou
- É urgente, desculpe! Sem contar que ela é a dona da festa! - Eu disse
- Anfitriã - Ela me corrigiu
- Foda-se e não me corrija! - Eu falei

Subi as escadas, cumprimentei as pessoas no caminho e entrei no quarto, lá estava Lucy e uma garota que eu não conhecia, eu falei:

- Oi, baixinha, quem é a garota? - 
- Oi, John, essa é Melody, ela é nova na cidade, ela é minha prima, aquela que te mostrei a foto e você disse que queria ficar com ela! - Ela disse
- Verdade, sabia que a conhecia de algum lugar, prazer! - Eu repliquei
- O prazer é todo meu, gato! - Melody disse - É verdade que você ficaria comigo? É que eu sou BVL
- Claro! Você é linda e tudo mais... - Eu disse

Ela se aproximou de mim e me beijou, eu devolvi o beijo e pedi passagem com a lingua, ela concedeu...
Continua na parte 2