segunda-feira, 19 de agosto de 2019



A Boner and a Smile!
Yeah, we should totally do that!

   Toquei o topo do membro do garoto com meus lábios, passei minha língua e apertei a base como a mão direita, obtive um gemido como resposta, apertei mais forte, ele deu uma risada, ele tinha um gosto salgado, eu adorava provoca-lo daquele jeito, beijei o garoto novamente, mas ele não queria que o beija-se, puxou meu cabelo e me guiou novamente para seu pênis, quando estava com meus lábios, novamente, rodeando sua "cabeça", ele segurou com as duas mãos em minha nuca e disse:

- Você é muito enrolado. -

  Então começou a mexer sua cintura fodendo meu rosto, começou a ir mais fundo e quando estava com meu rosto tocando seus pelos pubianos, e me segurou lá por um tempo, então me soltou, olhei para ele com uma cara de ódio, ele riu, limpando um pouco de baba/pre que escorria de minha boca. Ele me beijou rindo, e sussurou na base de meu ouvido:

- Acho que me empolguei um pouco, mas você não teve reflexo, então acho que posso usar isso a meu favor. -

- Eu vou usar a sua bunda a meu favor. -

  Disse, enquanto tentava tirar meu cinto e minhas jeans, mas como ainda estava meio tonto dos últimos segundos, ele riu mais uma vez, e começou a desfazer meu cinto em meu lugar, agarrei o garoto pela cintura e com minha mão livre, batia para ele, 

Coffee Madness



Coffee Madness!
Look! There's a table overthere!

  Virei a placa de "Fechado" para "Aberto", mais um dia de trabalho, abrir uma cafeteria sempre foi um sonho meu, desde que eu era uma simples garotinha do interior de 8 anos, acho que tinha 8 naquela época, foi na primeira vez que fui a capital quando entrei na cafeteria "Hot, Sweet Cocoa Dreams", tudo parecia tirado de um filme da época da industrialização, podia ser somente uma moça do campo, como meu professor mais tarde me chamaria quando não sabia de algo comum da cidade grande, mas meu pai era simplesmente apaixonado por cinema e eu sempre assistia aqueles filmes da cidade com ele.
  Estou quase me perdendo nos meus pensamentos quando a primeira cliente habitual chega, Arlete, uma senhorinha de uns 70 anos, ela sorri para mim, antes que ela possa fazer o pedido, já a entrego o habitual, uma xícara de café amargo com uma colher de açúcar mascavo, sem leite, ela é intolerante à lactose. Ela diz, sentando-se ao balcão, embora as cadeiras das mesas sejam mais confortáveis, ela prefere sentar no balcão para ficar mais perto de mim, lembro-a da falecida irmã dela quando jovem, dizia ela:

- Você me conhece tanto, Dorotheia. - Este era o nome da irmã dela, tentei milhões de vezes corrigi-la e dizer que meu nome era Taylor, mas ela nunca me ouvia.
- O que posso fazer se sou tão observadora? - Disse, sorrindo. Ela tinha um leve nível de alzheimer, por isso sempre esquecia que pedia o mesmo todos os dias.
- Ai ai, metida como sempre, mana. -
 Acabo soltando uma risada leve e ela caí na gargalhada, então ouço o sino da porta tocar, possivelmente meu segundo cliente habitual, Brendon, o filho caçula de Arlete, ele era um homem de mais ou menos uns 32 anos, ele tinha cabelos castanhos que formavam um topete, era ator, vivia ocupado, mas tentava vir aqui sempre que podia, ele era forte, sem dúvidas, tinha esse tom de galã, tinha sempre um sorriso bobo no rosto, usava uma barba malfeita, e tinha uma cicatriz na bochecha direita, que dizia ter conseguido em uma briga na faculdade, mas sua mão contava outra história, ela conta que ele quando tinha, dependendo da versão da história, 12, 15, 17 ou 21 quando estava escalando uma arvore, a mesma cedeu e ele caiu no chiqueiro, raspou o rosto profundamente, teve de fazer alguns pontos, mas o pior não foi que ele ficara cerca de meia hora pendurado pelo pé direito, foi que ele subiu na arvore para fugir de um banho. Julgando das fotos do pequeno Brendon e seu motivo provavelmente ele tinha 6 ou 7 anos na época do acontecido. Mas se você conhece a dona Arlete, sabe que contraria-la é sinônimo de suicídio. Enfim, lá vou eu perdendo meu foco novamente, deve ser porque sou de peixes, acho que horóscopo tem muita influencia na vida de alguém, então como uma pessoa totalmente normal e bem resolvida, pergunto:
- Bren, qual é seu signo? - Digo sorrindo.
- Ahnnn.. Escorpião, eu acho. - Ele diz, pensativo.
- Como assim, acho? Que dia é seu aniversário? -