The Death way
Death and Loneliness Surrounds Me.
A chuva me agradava, embora sabia que teria que sair na chuva para ir ao colégio, olhei no quarto onde uma vez residiu meu irmão, que matei, na verdade eu não matei, mas causei sua morte, embora todos digam que eu não fui a causa, sabia que isso era só para me acalmar em tempos de crise, se focasse o suficiente ainda conseguiria ver o sangue escorrendo das paredes como um pesadelo acordado, maldito dia que decidi deixar a porta aberta, justo no dia onde a criatura maligna aparecera, ainda sinto seus olhos verde me observando em algumas noites. Teria de aceitar o fato, mesmo se eu observasse o quarto de meu irmão todos os dias, ele não voltaria, e isso não era culpa dele e minha somente minha. Quando percebo, estou desmoronando em lágrimas.
Sequei minhas lágrimas e corri para o banheiro. Me observando no espelho consigo ver sangue nas minhas mãos, literalmente, passo minhas mãos pelo pano, o sangue deixa minhas mãos, porem não mancha a tolha, nem se quer a deixa molhada. Pego meu material e vou correndo em direção ao ponto de ônibus.Esqueci-me de meu guarda-chuva, me sinto estúpido, o ônibus chega, passo meu cartão, dou um semi-sorriso para o cobrador, sento no canto esquerdo em uma cadeira vazia, a 4 da fileira de somente um passageiro, é meu lugar usual, encosto minha cabeça na janela.
Observo a paisagem "derretendo" em gotas de chuva, observo o céu cinza e deixo escapar um riso, nenhum ponto azul, as vezes me pergunto se o céu é realmente azul, ou ele é cinza e as "nuvens" que são azuis. Minha avó dizia que aqui era um inferno, onde ela morava antes de vir para cá, era sempre sol, todos eram sempre felizes, raramente chovia e nunca era por muito tempo.
Vejo a pista de skate, com alguns jovens, a maioria de minha idade, ignorando a chuva para suprir sua necessidade de desenvolver seu hobbie, jovens inconsequentes. Me lembram Dylan, e seu sorriso pervertido, ele era muito fofo comigo, o conheci quando estava atrasado para a aula e decidi ficar no meio do caminho mesmo, sentei-me num banco naquela mesma pista de skate, estava com fones, ouvia Fireflies - Owl City, estava chovendo, não tanto quanto hoje, na verdade estava mais para uma garoa, estava usando meu moletom do Jake, com as mãos no bolso, ele chegou até mim, ele estava encharcado, e sorriu, com aquele sorriso pervertido. Eu estava consideravelmente seco, com somente algumas micro gotas de chuva em cima de meu moletom, mas não chegando a molha-lo, ele tinha uma voz bonita, uma risada encantadora, ele era um palhaço, lembro que me fez rir tanto uma vez que abriu meu corte antigo no rosto e eu não parava de rir, enquanto uma quantidade consideravelmente alarmante de sangue escorria por minha bochecha, ele tirou um pano do bolso, que por milagre estava seco, e tentou estancar o sangue, foi a primeira e única vez que o vi com uma cara de preocupação, o sangue parou e eu só conseguir gemer um: "Desculpa... Obrigado...", ele sempre estava encharcado, talvez porque estava sempre chovendo.
Ele tinha olhos azuis, cabelos pretos, não castanho escuro, mas preto de verdade. Ele era muito branco, o que assim como estar sempre molhado era consequência das chuvas recorrentes, lembro que ele fez uma manobra, realmente difícil, pude saber pois todos aplaudiram quando ele a fizera, ele veio até mim, sorrindo e me beijou, só me lembro de ter me assustado e empurra-lo de reflexo, ele me olhou com uma cara que dizia "desculpa", então o puxei de volta para o beijo. Foi totalmente reflexo.
Expliquei logo em seguida, estava sem saber o que dizer na realidade, então num movimento de impulso o convidei para sair e tomar café comigo em um cybercafé, para minha surpresa ele aceitou. Ele veio todo arrumado, estava usando uma camisa social rosa e jeans preto. Estava com um fone azuis, os quais combinavam com seus olhos. Ele se aproximou e me deu um beijo, a expressão de tristeza da garçonete foi impagável, peguei um bolo de chocolate e um café, ele pediu uma coca e uma torta de limão.
Conversamos por uns 2 minutos, quando uma garota que ele conhecia, veio com um garoto e sentou na mesa ao lado, ela ficava nos observando com uma expressão de Fujoshi, confesso que fiquei com vergonha. Depois de um tempo, ele me convidou para ir na casa dele, fazendo ênfase no fato que nos estaríamos sozinhos, aceitei, insisti em que eu deveria pagar o lanche já que eu o convidara, ele brigou por um tempo, mas me deixou pagar. Na saída, ele pegou em minha mão, automaticamente fiquei vermelho, chegando na casa dele,ele me empurrou na parede, me beijou, começou a tirar sua camisa, a cada botão que abria meu coração batia mais rápido, ele tirou uma coisa do bolso, uma camisinha...
Quando me dou por mim, estou na frente do meu colégio, quase perdi meu ponto, o que realmente não seria tão ruim. Entro na instituição e vou para a sala D11, onde fica o clube de literatura, embora somente eu e meu único amigo no mundo estamos, mas temos um ao outro. Com a única exceção que, ao chegar na sala, vejo sangue. Muito sangue, Matthew no chão e uma faca ao seu lado.
Lembro-me de Dylan, que foi assassinado pelo pai, que o espancou, por minha culpa. tudo fora sempre minha culpa, era o que meu pai dizia, o que minha mão não queria creditar, que foi o motivo de nos mudarmos, e depois recebermos a ligação de que ele morrera em um acidente de carro, a morte me persegue, não importa por onde eu vá, ela sempre volta. Estava chorando perto da faixa da policia, quando um garoto de cabelos e olhos castanhos pergunta se estou bem. Peço para ele se afastar, mas ele não o faz, ele senta ao meu lado, e seca minhas lágrimas, olho para ele e ele sorri. Ele tem um sorriso pervertido...
Sequei minhas lágrimas e corri para o banheiro. Me observando no espelho consigo ver sangue nas minhas mãos, literalmente, passo minhas mãos pelo pano, o sangue deixa minhas mãos, porem não mancha a tolha, nem se quer a deixa molhada. Pego meu material e vou correndo em direção ao ponto de ônibus.Esqueci-me de meu guarda-chuva, me sinto estúpido, o ônibus chega, passo meu cartão, dou um semi-sorriso para o cobrador, sento no canto esquerdo em uma cadeira vazia, a 4 da fileira de somente um passageiro, é meu lugar usual, encosto minha cabeça na janela.
Observo a paisagem "derretendo" em gotas de chuva, observo o céu cinza e deixo escapar um riso, nenhum ponto azul, as vezes me pergunto se o céu é realmente azul, ou ele é cinza e as "nuvens" que são azuis. Minha avó dizia que aqui era um inferno, onde ela morava antes de vir para cá, era sempre sol, todos eram sempre felizes, raramente chovia e nunca era por muito tempo.
Vejo a pista de skate, com alguns jovens, a maioria de minha idade, ignorando a chuva para suprir sua necessidade de desenvolver seu hobbie, jovens inconsequentes. Me lembram Dylan, e seu sorriso pervertido, ele era muito fofo comigo, o conheci quando estava atrasado para a aula e decidi ficar no meio do caminho mesmo, sentei-me num banco naquela mesma pista de skate, estava com fones, ouvia Fireflies - Owl City, estava chovendo, não tanto quanto hoje, na verdade estava mais para uma garoa, estava usando meu moletom do Jake, com as mãos no bolso, ele chegou até mim, ele estava encharcado, e sorriu, com aquele sorriso pervertido. Eu estava consideravelmente seco, com somente algumas micro gotas de chuva em cima de meu moletom, mas não chegando a molha-lo, ele tinha uma voz bonita, uma risada encantadora, ele era um palhaço, lembro que me fez rir tanto uma vez que abriu meu corte antigo no rosto e eu não parava de rir, enquanto uma quantidade consideravelmente alarmante de sangue escorria por minha bochecha, ele tirou um pano do bolso, que por milagre estava seco, e tentou estancar o sangue, foi a primeira e única vez que o vi com uma cara de preocupação, o sangue parou e eu só conseguir gemer um: "Desculpa... Obrigado...", ele sempre estava encharcado, talvez porque estava sempre chovendo.
Ele tinha olhos azuis, cabelos pretos, não castanho escuro, mas preto de verdade. Ele era muito branco, o que assim como estar sempre molhado era consequência das chuvas recorrentes, lembro que ele fez uma manobra, realmente difícil, pude saber pois todos aplaudiram quando ele a fizera, ele veio até mim, sorrindo e me beijou, só me lembro de ter me assustado e empurra-lo de reflexo, ele me olhou com uma cara que dizia "desculpa", então o puxei de volta para o beijo. Foi totalmente reflexo.
Expliquei logo em seguida, estava sem saber o que dizer na realidade, então num movimento de impulso o convidei para sair e tomar café comigo em um cybercafé, para minha surpresa ele aceitou. Ele veio todo arrumado, estava usando uma camisa social rosa e jeans preto. Estava com um fone azuis, os quais combinavam com seus olhos. Ele se aproximou e me deu um beijo, a expressão de tristeza da garçonete foi impagável, peguei um bolo de chocolate e um café, ele pediu uma coca e uma torta de limão.
Conversamos por uns 2 minutos, quando uma garota que ele conhecia, veio com um garoto e sentou na mesa ao lado, ela ficava nos observando com uma expressão de Fujoshi, confesso que fiquei com vergonha. Depois de um tempo, ele me convidou para ir na casa dele, fazendo ênfase no fato que nos estaríamos sozinhos, aceitei, insisti em que eu deveria pagar o lanche já que eu o convidara, ele brigou por um tempo, mas me deixou pagar. Na saída, ele pegou em minha mão, automaticamente fiquei vermelho, chegando na casa dele,ele me empurrou na parede, me beijou, começou a tirar sua camisa, a cada botão que abria meu coração batia mais rápido, ele tirou uma coisa do bolso, uma camisinha...
Quando me dou por mim, estou na frente do meu colégio, quase perdi meu ponto, o que realmente não seria tão ruim. Entro na instituição e vou para a sala D11, onde fica o clube de literatura, embora somente eu e meu único amigo no mundo estamos, mas temos um ao outro. Com a única exceção que, ao chegar na sala, vejo sangue. Muito sangue, Matthew no chão e uma faca ao seu lado.
Lembro-me de Dylan, que foi assassinado pelo pai, que o espancou, por minha culpa. tudo fora sempre minha culpa, era o que meu pai dizia, o que minha mão não queria creditar, que foi o motivo de nos mudarmos, e depois recebermos a ligação de que ele morrera em um acidente de carro, a morte me persegue, não importa por onde eu vá, ela sempre volta. Estava chorando perto da faixa da policia, quando um garoto de cabelos e olhos castanhos pergunta se estou bem. Peço para ele se afastar, mas ele não o faz, ele senta ao meu lado, e seca minhas lágrimas, olho para ele e ele sorri. Ele tem um sorriso pervertido...
