sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Mint & Chocolate - 2nd part



Mint and Cum!
You look so cute when you're horny!
A música do local mudou enquanto estávamos ficou calma, eles diminuíram as luzes também, mesmo de olhos fechados consegui perceber a alteração na luminosidade, tentei sair do beijo, mas seus braços envolveram meu pescoço. Passei minhas mãos pela cintura dele. O que fez ele soltar uma leve gemido e agarrar minha blusa.
  Ele sai do beijo e me abraça, não me olha nos olhos, só afunda sua cabeça em meu ombro. Aperto sua bunda. Ele dá uma risada leve, mas levanto meus braços pra abraçar seu tronco. Quero me soltar, pois acho que alguém esta me observando, mas não o faço, gostava dele afinal, talvez até o amasse, conheço ele tempo o suficiente para dizer isso. Não acredito em amor à primeira vista. Amor leva tempo e esforço de ambas as partes. Você pode achar alguém atraente na primeira vez que o vê. Mas não pode ama-lo, desde pequeno, meus pais diziam que se apaixonaram a primeira vista. Sabia que era mentira, mas nunca os contrariei, afinal, pra que estragar aquela historinha?
 Sinto seus braços, hesitantes, soltarem meu pescoço e empurrem meus ombros, haviam lágrimas reprimidas em seus olhos, tentou falar, mas não saia sons, mas seus lábios 'escreviam':
- Joe, se isso foi uma piada, juro que te mato. -
- Porque mexeria com os sentimentos de um garoto tão belo? - -Respondi.
- Então.. -
- Se essa for a pergunta, sim, vamos pra sua casa. -
 Dois pares de lágrimas escorreram seu rosto, mas ele sorriu, o garçom se aproximou e teve uma expressão preocupada ao ver Rick. Pedi para que ele trouxesse a conta, alegando que tinha um problema a resolver e não teria mais como ficar lá. Despedi-me do Ruivo na saída, Rick agarrou minha mão quando viu o mixólogo piscar pra minha pessoa.
 Embora minha insistência, ele alegava que iria dirigindo até em casa. No meio do caminho começou a garoar novamente. Fomos conversando besteiras boa parte do caminho, quando não estávamos conversando sobre merdas, ele ficava me dando suas péssimas, porem efetivas cantadas, já estava ficando excitado quando chegamos em sua casa. Sentia minhas bochechas corarem, sentei-me no sofá e por simples costume, liguei o netflix na SmarTV. Rick estava tirando sua camisa e ligando o aquecedor, isso era quase rotina, mas agora qualquer coisinha parecia muito mais constrangedora, já havia visto ele seminu diversas vezes, e uma ou duas completamente nu, ele sentou ao meu lado no sofá.
 Tirei minha fedora e coloquei nele, sorri, ele respondeu-me com uma risada fraca, deitei-me em seu colo como de costume, mas desta vez, ele ficou muito vermelho e mordeu o lábio inferior. Então segurei a mão dele para tentar acalmar o clima estranho.
 O corpo dele era definido, não tinha reparado nisso. Bem, ele era gostoso mesmo, tipo nunca tinha pensado nele assim, quer dizer. Talvez. Senti algo enrijecer no colo dele, olhei para ele, que estava super vermelho. Desabotoei a calça dele, olhei para a calça, olhei pra ele novamente e sorri. Puxei a cueca dele, ele usava uma cueca rosa, seu pau estava duro, comecei a masturba-lo com a mão esquerda enquanto o beijava, fiquei  excitado também, senti o pre dele escorrer, peguei com minha mão esquerda e coloquei na boca dele, que ficou ainda mais vermelho, se é que isso é possível.. Então desci para começar chupa-lo.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Darkness, eternal Darkness




Darkness, Selfish Darkness
The World ought to be yours!
Um sonho escuro, luzes longe e possivelmente nuvens escuras no céu ou poderia ser névoa, um anjo gigante no céu, um anjo escamado, ele não parecia aqueles anjos loiros, de olhos azuis e belo, como os de pinturas, não ele tinha tentáculos saindo de sua boca, seu olhar brilhava, literalmente, tinha um ódio humano em seus olhos brilhantes, como duas chamas ardentes. Um trovão atingiu seu ombro, ele fez tanto descaso quanto se faz ao ver uma mosca. Minhas pernas estavam presas, meu vestido estava rasgado, meus laços caídos ao chão, amava aqueles laços rosas, me eram a única coisa familiar naquele mundo doentio, olhei para o lado e vi um garoto, também preso ao que parecia ser uma rocha, com roupas de príncipes de contos de fada. Ele não era lindo, ou pelo menos parecia abatido, como se a vida tivesse sido arrancada dele, por mais que o mundo estivesse se desmoronando ao meu redor eu estava calma, na verdade estava até feliz, minha vida não era mais tão monótona, tudo estava sendo destruído, mas ainda havia um feixe de luz saindo do céu, como se fosse uma esperança para os humanos. O anjo passou a mão pelas nuvens próximas ao feixe de luz e as "empurrou" como se fizesse isso todos os dias, a escuridão reinou mais uma vez. Olhei para o lado oposto e não vi mais nada, tudo virara um preto infinito, embora esteja cega, sinto algo tocando meu rosto. Algo macio. Poderia ser uma mão humana. Ou não, poderia ser o anjo. Não, essa mão seria muito pequena, sinto algo cortando minha bochecha, sinto o sangue derramando sobre meu rosto, uma gota cai de meu queixo e por alguns segundo, nada acontece. Tentar falar seria inútil, então não cogitei tal ação. Uma luz se forma abaixo dos meus pés, na minha frente vejo o garoto que estava ao meu lado, agora com os olhos vermelhos, na verdade, inteiramente vermelhos, ele não tinha pupila, somente um tom vermelho, outro raio tocou o chão, desta vez não vejo o anjo, a luz produzida pelo tal tornou os olhos do garoto normais novamente por uma fração de segundo, eram  verde-esmeralda, tinham uma expressão que pediam ajuda e imploravam por perdão. Algo como um cachorrinho que destruiu algo de seu dono. Por um curto período, tudo ficou preto novamente. Mais um terceiro raio tocou o chão. O garoto estava de volta preso, com sua feição de morto, ainda assim, o corte no meu rosto não fora somente uma alucinação, e ainda estava sangrando. No quarto raio, percebi que não estava chovendo, algo caia do céu pareciam cinzas, mas na verdade eram mais densas, eu realmente adoraria esse local se não estivesse amarrada. Abro meus olhos, minhas roupas estão intactas, checo minha luva, não esta mais manchada de sangue daquela garota de meu sonho, minhas roupas formais ainda estavam em mim, levanto-me da minha cama, sinto uma dor na minha bochecha, lembro-me cortando a bochecha daquela garota no sonho, começo a despir-me quando ela entra m meu quarto, esta tudo iluminado, as paredes de meu quarto eram brancas como neve, o céu estava limpo, o sol brilhava forte, tudo e todos, a não ser eu mesmo, usava branco, tudo parecia muito feliz e brilhante, isso era no mínimo entediante, lembrei-me da garota do meu sonho e como aquela empregada pareia com ela, só que ela não usava o belo vestido rosa. Olhei para cima na esperança de ver o tal anjo, cujo a menina resmungava sobre, vi um monstro, olhei para baixo, vi diversas margaridas e diversas outras flores cujo as quais não consegui identificar. Aquele mundo era monótono, minha vida era chata demais. Queria um pouco de ação na minha vida, olhei para o céu e vi algumas penas brancas caindo. Senti-me depressivo, tudo a minha volta era tão feliz e eu simplesmente não conseguia me sentir assim. Eu queria voltar ao mundo caótico, com aquela garota, embora eu tenha a machucado. Eu a queria, mesmo nunca a tenha conhecido.

domingo, 20 de setembro de 2015

Mint And Chocolate



Mint and Chocolate!
Have I told you that I love Pubs?
Looking Up - Paramore
Meu celular me despertou, 1:16 da manhã, olhei para o celular e meus olhos queimaram, deixei na luminosidade da tela no maximo, porcaria, aquela merda continuava tocando, não consegui ver quem era, atendi, com um "Alô?" sonolento e tonto, uma voz doce masculina na linha disse:
- Ei, quer ir no pub? -
- Oi, moço da voz bela, poderia se identificar? -
- Deus, você é formal até de madrugada, mas obrigado pela "voz bela", aqui é o Rick, quem mais te ligaria à uma da manhã? -
- Ahh, é só você... - Fui interrompido.
-Você realmente não se toca na honra que é receber uma ligação minha, né?- Ele suspirou, de forma debochada. - Enfim, você quer vir ou não? -
- Sim, se você vier me buscar num Porsche. -
- Okay, se arruma que eu passo ai em 20 minutos. -
Levantei, relutante de minha cama, olhei para o espelho, minas olheiras estavam enormes, decidi passar uma base, mas antes um banho, estava no meio do banho quando ouço a campainha tocando, tenho que sair só de toalha, felizmente algum gênio inventou o controle remoto para portões, abri a porta e esperei Rick entrar, ele corou assim que me viu na porta, me empurrou para dentro e disse:
- Hey, atentado ao pudor continua sendo uma lei, sacas? Se bem que, Wow, você está incrível.. -
-'Whatevis', eu preciso me trocar. - Disse.
- Você podia ficar assim mesmo, talvez sem essa toalha até. -
- E você podia calar a boca, sentar e me esperar. Assista TV ou sei lá... - Disse indo em direção ao meu quarto.
Coloquei uma blusa social azul-escuro, com um colete preto por cima, uma jeans preta, um tênis social preto e uma fedora, sai de meu quarto, Rick estava assistindo How I met your mother , sorri para ele, que sorriu de volta e me olhou de cima a baixo, dizendo:
- Vai sair com alguém além de mim? Porque está tão arrumado? -
- Ué, não posso me arrumar pra sair com meu melhor amigo? - Consegui sentir a dor que ele sentiu quando disse "amigo".
Na verdade, já sabia a muito tempo que ele gostava de mim, não que ele seja muito ruim de disfarçar, um pouco ele é, mas quando se é melhor amigo de alguém, você conhece essa pessoa tão bem que é quase impossível esconder algo desse tipo. Ele levantou e pegou as chaves do carro dele nas mãos, saímos de minha casa, parei quando vi um Porsche preto na minha garagem, fiquei boquiaberto, olhei para Rick e disse:
- Pera, você REALMENTE tem um Porsche? -
- E uma BMW, uma Ninja, uma Lamborghini e um Mini! -
- Vai se foder! - Disse, num impulso. - Eu tenho uma Harley Davison 883 e já estou mega feliz. - Disse entrando no carro, que tinha cheiro de novo.
- Pois é, eu comprei essa maravilha mês passado, o resto são presentes do meu velho tentando voltar a falar comigo. -
- Você devia, de verdade, voltar a falar com ele. - Ele se encolheu. - Mas agora não é hora pra falar disso, vamos a onde quer que você quer que vamos. -
- Pode ser na minha casa? - Disse, rindo.
- Não, babaca, qualquer PUB que você quiser. - Disse retribuindo o sorriso. -
- Então vamos para o Summoner's Dream ? -
Acenei positivamente com a cabeça, seguimos a caminho do tal Pub, ele foi fazendo diversas piadas durante o caminho, ele conseguia me fazer sorrir e rir a qualquer momento, o que pode ser horrível em funerais e coisas do gênero, e sim, isso já aconteceu algumas vezes. Chegamos ao que parecia ser uma simples armadilha de turistas com aqueles cartões postais e chaveirinhos toscos, digo isso embora eu sempre os compro quando vou visitar outro estado.
Porem havia uma escada que levava ao subsolo, ele pegou minha mão e descemos, confesso que me surpreendi com isso, mas não o soltei em respeito a sua coragem e etc, sem contar que eu acho que gosto dele. sentamos em uma mesa perto do bar central, onde um cara fazia uns drinks incríveis, um garçom se aproximou e disse:
- Rick! Finalmente encontrou um namorado? - Rick corou.
- O que? Não! Ele é só meu amigo.-
- Hehe, enfim o que vocês vão querer? -
- Eu quero uma Pepsi, estou dirigindo hoje... -
- Uma Pepsi para Rick e o que o Rapaz de cabelos dourados vai querer? -
- Pode me chamar de Joe... - Disse, sorrindo. - Eu vou querer um Mint Julep.
- Gostei de você, tem bom gosto, e para comer? Deixa eu adivinhar.. Duas porções de batata frita gigantes, um Mega BBQ burger e uma fatia de bolo de chocolate com morango no final? -
Rick sorriu e brincou:
- Você me conheçe mais que eu mesmo.
- Conheço mais que gostaria... - Disse, brincando - E você, Cabelos dourados? -
- Ahn.. O mesmo que ele, só que em um tamanho que um humano conseguiria comer... -
- Okay, uma batata média, um BBQ pequeno e se aguentar uma fatia de bolo? -
- Sim. - Dei uma risada leve. - Só que uma fatia de torta de limão...
O garçom foi em direção ao bar, Rick começou a contar a historia da vez que ele transou com uma garota e o melhor amigo, ou talvez namorado dela, num Jeep, o garçom voltou com todo, menos meu Cocktail... Eu iria reclamar quando o mixólogo ruivo chegou em nossa mesa e perguntou o que nós queríamos, eu respondi que seria só um Mint Julep , ele deu uma risada e começou a fazer o drink, no meio do processo, "acidentalmente" ele colocou 5 doses de uísque ao invés de duas. antes de ele sair, disse:
- Com um toque especial do Ruivo! Esse "drunk" é quase tão gostoso quanto eu! -
Provei o drink, e deuses, como aquilo era bom, parecia que rios de hortelã retiradas da base do monte Olimpo acabaram de tocar minha boca, o toque amargo e doce ao mesmo tempo brincava com meus sentidos, se isso é quase tão bom quanto ele, Deus, eu quero esse homem para mim. Rick nem tocara sua comida, o que significava que ele estava realmente tenso, olhou para mim e disse:
- Eu preciso te contar uma coisa.. -
- Fale, estou sempre a ouvidos de garotos gatos. - Ele sorriu e continuou.
- Eu... eu tenho... não, eu te... Digo, Eu gosto mui-... Não. Eu bato punheta pensando em ti! -
- É uma honra saber disso. - Disse ironicamente, as no fundo eu gostei de saber disso. Antes que ele dissesse algo mais, terminei. - Eu entendo o que você quer dizer, na verdade, só pra você saber, seus sentimentos são recíprocos. -
Disse, tomando mais um gole do Mint, sorri, ele me encarou com uma cara de bobo, então ele tomou um bom gole da Pepsi, me encarou mais um pouco, incrédulo, como se eu tivesse confessado que matei a sangue frio toda sua família, só que não, ele parecia não acreditar, levantei, me sentei ao lado dele e lhe beijei. Ele só retribuiu o beijo.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Your like an angel

Oi gente tudo bem??,desculpa se tive muito errado mas eu estou num cel, mais tarde eu arrumo ou não, mas enfim só passei para ver se vocês gostaram do ultimo texto e queria fazer publicidade de uma moça que escreve uns textos MUITO bons enfim está aqui! You're like An Angel, Então bye see ya laterr!!~

In Case of My Death



In Case of My Death!
[Att] That Title is horrible sorry. [/Att]
Felling Sorry - Paramore
"Hey, você achou esse diário, parabéns, grandão! Pois bem, leia isso somente no caso de meu óbito, (Se bem que do jeito que eu te conheço, se você achar isso antes, irá ler o mesmo jeito, mas espero que você só encontre isso quando eu já não estiver mais contigo. Primeiro você cumpriu sua promessa que fez abaixo daquela cerejeira, você não me abandonou, se tivesse, eu teria queimado este diário, então sei que você cumpriu se esta lendo. Segundo, Entre no meu Mac, a senha você deve saber, mas se não o souber, você é o pior namorado do mundo e nem merecer ver o que eu escrevi lá. brincadeira, a senha é o nome do Café do nosso primeiro encontro, que [SPOILER ALERT] É o meu local favorito no mundo, depois da sua cama... [/SPOILER ALERT]
Saiba que me arrepende de não ter te acompanhado você no boliche só porque você ia com aqueles seus amigos que eu não gostava, não era simplesmente porque estava chovendo e eu tinha pintado o cabelo no dia; (Embora isso tenha sim, influenciado...) [Att 20/03/14] Fomos no boliche com esses amigos no ontem (19/03/14), todas as minhas jogadas foram "Plain Strikes", então acho que já dá para compensar [/Att];
Me arrependo de não ter feito aquelas maratonas de Senhor dos Anéis, Star Wars, Star Trek e Steven Universe que prometi (Porque todos o shows que você gosta começam com S?)
[Att 25/04/14 02:14am] Ignora “fizemos” essa maratona, Dormi em Senhor dos Anéis, acho que eu não sou digno o suficiente para assistir esses filmes, vou só ler os livros mesmo que são melhores. [/Att]
Peço desculpas por todos os filmes que te atrapalhei/impedi de assistir, pois fiquei excitado... Embora eu não me arrependa de tê-los feito (E eu seu que você também não.)
Desculpa por qualquer coisa pela qual deva me desculpar. Mas que não lembro, tenho uma péssima memória e você sabe disso. E eu sempre te amei e vou te amar, porque, como você mesmo disse, nem a morte nos separará. Você foi a melhor coisa que aconteceu em minha vida.” Li Aquele diário, lágrimas escorreram meus olhos, resisti a não olhar o Mac dele para ele não desconfiar, guardei onde encontrei o objeto, ele estava jogando boliche no Wii U com meus amigos. Eles finalmente estavam se dando bem, embaixo do diário, encontrei alguns exames. Alguns de rotina, o que me aliviaram, outros que apontavam que ele estava desenvolvendo uma doença que o mata aos poucos, talvez seja por isso que ele estava se esforçando tanto para me fazer feliz, fazia oito meses que não brigávamos, o eu podia significar que ele tinha pouco tempo de vida. E aproximei dele e o levantei segurando ele por meus braços, dei-lhe o maior beijo de minha vida, ao sair do beijo ele sorriu e disse: “Babaca, Você me fez errar!”. Ao coloca-lo no chão ele sussurrou, “você não obedeceu ao aviso, né?”.
“Era pelo seu bem que eu escondi aquilo e meus exames, depois nós conversamos sobre isso”. Um Flashback passou por minha mente, no dia que eu o pedi em namoro ele disse: “Eu vou acabar te magoando de um jeito terrível, eu não quero fazer você passar por isso”. Ele não quis dizer que terminaria comigo ou que me trairia, ele implicou que ele morreria aos poucos me torturando... Ele sempre soube... Outro Flashback me passou, desta vez do diário, ou melhor, dos diários, tinha outro que eu não olhei direito, que dizia: “Em caso de eu me esquecer das coisas importantes”.         

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Highway to Death



The Death way
Death and Loneliness Surrounds Me.

Fireflies - Owl City
      A chuva me agradava, embora sabia que teria que sair na chuva para ir ao colégio, olhei no quarto onde uma vez residiu meu irmão, que matei, na verdade eu não matei, mas causei sua morte, embora todos digam que eu não fui a causa, sabia que isso era só para me acalmar em tempos de crise, se focasse o suficiente ainda conseguiria ver o sangue escorrendo das paredes como um pesadelo acordado, maldito dia que decidi deixar a porta aberta, justo no dia onde a criatura maligna aparecera, ainda sinto seus olhos verde me observando em algumas noites. Teria de aceitar o fato, mesmo se eu observasse o quarto de meu irmão todos os dias, ele não voltaria, e isso não era culpa dele e minha somente minha. Quando percebo, estou desmoronando em lágrimas.
    Sequei minhas lágrimas e corri para o banheiro. Me observando no espelho consigo ver sangue nas minhas mãos, literalmente, passo minhas mãos pelo pano, o sangue deixa minhas mãos, porem não mancha a tolha, nem se quer a deixa molhada. Pego meu material e vou correndo em direção ao ponto de ônibus.Esqueci-me de meu guarda-chuva, me sinto estúpido, o ônibus chega, passo meu cartão, dou um semi-sorriso para o cobrador, sento no canto esquerdo em uma cadeira vazia, a 4 da fileira de somente um passageiro, é meu lugar usual, encosto minha cabeça na janela.
     Observo a paisagem "derretendo" em gotas de chuva, observo o céu cinza e deixo escapar um riso, nenhum ponto azul, as vezes me pergunto se o céu é realmente azul, ou ele é cinza e as "nuvens" que são azuis. Minha avó dizia que aqui era um inferno, onde ela morava antes de vir para cá, era sempre sol, todos eram sempre felizes, raramente chovia e nunca era por muito tempo.
        Vejo a pista de skate, com alguns jovens, a maioria de minha idade, ignorando a chuva para suprir sua necessidade de desenvolver seu hobbie, jovens inconsequentes. Me lembram Dylan, e seu sorriso pervertido, ele era muito fofo comigo, o conheci quando estava atrasado para a aula e decidi ficar no meio do caminho mesmo, sentei-me num banco naquela mesma pista de skate, estava com fones, ouvia Fireflies - Owl City, estava chovendo, não tanto quanto hoje, na verdade estava mais para uma garoa, estava usando meu moletom do Jake, com as mãos no bolso, ele chegou até mim, ele estava encharcado, e sorriu, com aquele sorriso pervertido. Eu estava consideravelmente seco, com somente algumas micro gotas de chuva em cima de meu moletom, mas não chegando a molha-lo, ele tinha uma voz bonita, uma risada encantadora, ele era um palhaço, lembro que me fez rir tanto uma vez que abriu meu corte antigo no rosto e eu não parava de rir, enquanto uma quantidade consideravelmente alarmante de sangue escorria por minha bochecha, ele tirou um pano do bolso, que por milagre estava seco, e tentou estancar o sangue, foi a primeira e única vez que o vi com uma cara de preocupação, o sangue parou e eu só conseguir gemer um: "Desculpa... Obrigado...", ele sempre estava encharcado, talvez porque estava sempre chovendo.
       Ele tinha olhos azuis, cabelos pretos, não castanho escuro, mas preto de verdade. Ele era muito branco, o que assim como estar sempre molhado era consequência das chuvas recorrentes, lembro que ele fez uma manobra, realmente difícil, pude saber pois todos aplaudiram quando ele a fizera, ele veio até mim, sorrindo e me beijou, só me lembro de ter me assustado e empurra-lo de reflexo, ele me olhou com uma cara que dizia "desculpa", então o puxei de volta para o beijo. Foi totalmente reflexo.
      Expliquei logo em seguida, estava sem saber o que dizer na realidade, então num movimento de impulso o convidei para sair e tomar café comigo em um cybercafé, para minha surpresa ele aceitou. Ele veio todo arrumado, estava usando uma camisa social rosa e jeans preto. Estava com um fone azuis, os quais combinavam com seus olhos. Ele se aproximou e me deu um beijo, a expressão de tristeza da garçonete foi impagável, peguei um bolo de chocolate e um café, ele pediu uma coca e uma torta de limão.
      Conversamos por uns 2 minutos, quando uma garota que ele conhecia, veio com um garoto e sentou na mesa ao lado, ela ficava nos observando com uma expressão de Fujoshi, confesso que fiquei com vergonha. Depois de um tempo, ele me convidou para ir na casa dele, fazendo ênfase no fato que nos estaríamos sozinhos, aceitei, insisti em que eu deveria pagar o lanche já que eu o convidara, ele brigou por um tempo, mas me deixou pagar. Na saída, ele pegou em minha mão, automaticamente fiquei vermelho, chegando na casa dele,ele me empurrou na parede, me  beijou, começou a tirar sua camisa, a cada botão que abria meu coração batia mais rápido, ele tirou uma coisa do bolso, uma camisinha...
     Quando me dou por mim, estou na frente do meu colégio, quase perdi meu ponto, o que realmente não seria tão ruim. Entro na instituição e vou para a sala D11, onde fica o clube de literatura, embora somente  eu e meu único amigo no mundo estamos, mas temos um ao outro. Com a única exceção que, ao chegar na sala,  vejo sangue. Muito sangue, Matthew no chão e uma faca ao seu lado.
      Lembro-me de Dylan, que foi assassinado pelo pai, que o espancou, por minha culpa. tudo fora sempre minha culpa, era o que meu pai dizia, o que minha mão não queria creditar, que foi o motivo de nos mudarmos, e depois recebermos a ligação de que ele morrera em um acidente de carro, a morte me persegue, não importa por onde eu vá, ela sempre volta. Estava chorando perto da faixa da policia, quando um garoto de cabelos e olhos castanhos pergunta se estou bem. Peço para ele se afastar, mas ele não o faz, ele senta ao meu lado, e seca minhas lágrimas, olho para ele e ele sorri. Ele tem um sorriso pervertido...
        

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Book Spotlight: Romance policial em seu melhor.

Olá, pessoas, sou eu, Marshmellow-kun, (Pois é, eu não morri, de novo, ainda), pois bem cá estou eu fazendo mais um book Spotlight, desta vez de um livro que REALMENTE não tem tanta atenção quanto mereçe, eu sei que eu estava sumido, msa eu revivi, de novo, (pela 5 vez?) Sou quase imortal, uma fênix, sem todo o romantismo dela, mas vamos ao que interessa o livro de hoje é:

Ruptura


(Vou tentar não dar Spoilers, caso ocorra, será avisado)
(Os comentários aqui representam apenas a opinião do autor nenhum comentário é destinado a magoar ou ferir outras pessoas de qualquer jeito ou maneira)

Ruptura, escrito por Simon Lelic (confesso nunca ter ouvido deste autor, antes de encontrar este livro) , é um romance policial, que se passa na visão de Lucia, uma detetive que tenta resolver o caso de um assassinato de 4 pessoas, 2 alunos, 1 professora e o próprio atirador, durante uma reunião de abertura do semestre, o assassino Szajkowski, (Sim, eu digitei isso certo, embora o word diga o contrario) era um professor de historia (Nunca confie em professores de historia) que dava aula nesse mesmo colégial, uma historia de bullying, no qual a vítimas não são apenas crianças, embora muitos tenham preconceito sobre este assunto, este livro é uma exceção no assunto, é um livro muito bem escrito, com personagens fortes, em diversas partes você, se for um leitor passional, como eu, vai sentir exatamente o que a protagonista estava sentido, desde o nojo que ela sente de seus colegas de trabalho a solidão que ela passa.

O livro é muito bem escrito sua formula de capítulos é cativante, embora algumas vezes quebre o fluxo da historia, a formula é: Um depoimento de uma testemunha e um capitulo da historia. O que lhe dá uma sensação de detetive passando pelas diversas fitas gravadas, outra coisa interessante é que os depoimentos são crus e sem cortes, você ouve (ou lê) tudo que a testemunha disse, sem os comentários do interrogador, tudo preto no branco, como eu gosto.

Este livro é uma obra muito bem perfomada por Simon e é ótima se você está procurando um romance policial com características clássicas e com temas levemente atuais, Simon toca em assuntos delicados sem o menor pudor ou piedade, você em diversas partes é surpreendido com a vida dos personagens, sem contar as referencias que o autor faz a outros autores de romances policiais geniais, esqueci de contar, mas Lucia, a protagonista é uma amante de romances policiais como eu e possivelmente você do outro lado da tela.

Ficha:

Obs: Este livro pode ter alguns conteúdos que seriam considerados inapropriados para menores de 14 anos.
Recomendaria a amigos?: Não a todos, Ruptura é um livro que toca em assuntos delicados de forma bruta, como já disse anteriormente e algumas pessoas podem pensar que ele é, de certa forma, indelicado ou algo de gênero.
Porque leu este livro?: Por ser apaixonado por romances policiais e por ter um valor sentimental a mim mesmo, como contar isso? Bem, digamos que eufui a praia e no dia estava muito sol e não estava muito a vontade para ir na água, e por alguma espécie de milagre encontrei um Oásis no deserto, ou melhor, um sebo na beira praia, (Com um cartaz maravilhoso escrito: "Tudo por 10 reais", ~Eu morrendo por ter somente 20 reais no dia.)
Decepções?: Nenhuma decepção por parte da obra em si, mas por alguns trechos MUITO específicos que a tornam um pouco confusa.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

The hot Death - Fanfic De PJO


The hot Death
A Dream Of Death

Paramore - When it Rains
Leo passara o dia todo cuidando da nave, após o salvamento de Nico, Nico queria desesperadamente ajudar Leo, ele se sentia em uma divida com Leo, mesmo sabendo que fez o melhor que pode, desde o dia que se encontraram pela primeira vez o coração de Nico começara a bater mais rápido perto de Leo, até que Nico resolveu falar com Leo sobre isso: - L-l-leo... E-eu queria fa-falar c-com você... – Disse Nico corando – - Me dê um minuto, vou colocar Argos II no piloto automático. – Leo fez uma leve pausa enquanto seus dedos voavam pelos controladores, Nico achava isso incrível, achava Leo incrível, então quando Leo se virou, sua camiseta estava arruinada, o corpo de Leo estava exposto, Nico nunca tinha olhado para Leo “sem” roupas, ele nem sabia que tinha um tanquinho, então Leo corou e disse: -Nico, você está – Leo faz uma breve pausa – excitado? Nico automaticamente olha para baixo e vê o volume dentro de sua calça bem aparente, então sai correndo e vai para seu quarto, esquecendo totalmente que ele o dividia com Leo, ele então vê um pequeno caderno na cama de Leo, abre o caderno e somente então se lembra da advertência, ou melhor, do pedido de Leo: - Nico, por favor, nunca, mas nunca mesmo leia o que tem neste livro, aqui eu guardo todos meus segredos- Dissera Leo – Nico não se importou com a pequena regra, imaginou que lá tivera alguns projetos secretos e coisa do tipo, até o momento em que lerá a primeira pagina: “ Diário de bordo, Piper disse que eu deveria fazer este caderno, porque ela viu que eu nutria um sentimento por alguém e ela também disse que isso ajuda, tive de concordar, afinal ela está certa, ela é filha da deusa do amor não é mesmo? Então, basicamente eu tenho uma queda, não, não, eu gosto dele, não também... eu AMO Nico Di Angelo, ele é meio sinistro, mas isso acaba o deixando meio fofo até e hoje eu vi que ele estava excitado, não comentei nada até porque estávamos entre garotas e tudo mais... mais ele é BEM dotado isso eu posso afirmar, caralho, cada dia eu acabo gamando mais nesse pirralho.” Nico on Eu estava totalmente confuso, estava feliz e com raiva ao mesmo tempo? Eu gosto de Leo, mas isso não lhe dava o direito de chamá-lo de pirralho, talvez isso seja uma idéia infantil, então devo esquecê-la. Quando vejo a porta de minha cabine abrir vejo Leo com uma cara de galeantador e aquele seu sorriso maroto, aquilo se encaixava tão bem em sua personalidade, então resolvo falar: -Leo, desculpe por ter lido seu diar... - Fui interrompido pela reação mais inusitada possível ele me beijou, senti sua mão acariciando minha calça... E agora, será que é o momento? Cap 2 Aquele beijo pareceu que durara um milênio, era tudo que eu sempre quis, ele se afastou de mim e disse: -Bem, acho que agora vou tomar um banho. – Leo disse com aquele seu sorriso maravilhoso. - - Claro, eu vou esperar aqui mesmo – eu disse com certo tom de desapontamento na voz. – - Não será preciso esperar... – Disse ele com aquele seu sorriso maroto perfeito- - Como assim¿ - Eu perguntei a ele. – - Você verá. – Ele disse indo em direção ao banheiro e ligando o chuveiro – Opa, esqueci a porta do banheiro aberta! Espero que ninguém entre – Ele disse e logo após deu umas risadas. Um grande sorriso abriu em meu rosto, estava tudo acontecendo tão rápido, não vou recuar agora, esperei por este momento a um LONGO tempo agora é minha chance, entrei no banheiro, tranquei a porta e comecei a soltar a fivela de minha calça quando eu olhei envolta e não encontrei Leo, então senti duas mãos na minha cintura, elas abriram meu cinto retiraram minha roupa por completo e decidi virar, ao virar, lá estava Leo, não hesitei me ajoelhei e peguei no pênis de Leo, era tão grande, estava bem duro, comecei a lamber levemente a ponta e logo comecei a chupa-lo devagar, fui aumentando a velocidade e fui recebendo gemidos de prazer, o pênis de Leo é quente, não como um elogio, mas é quente mesmo, logo ouvi: - Ni-nico, eu vou... Gosei! – Disse Leo – - Eu percebi – Disse com a boca cheia de “leite”, senti como se tivesse tomado um copo de agua fervente era tão quente, passei meus dedos para tentar não desperdiçar nada, Subi em cima de um cômodo no banheiro e disse: - Venha gostoso! – - Com certeza! – Ele respondeu- Ele penetrou levemente em mim, e esperou que eu me acostumasse com o volume dentro de mim, então falei: - Pronto! Venha com tudo!! – Nico off/Narrador on! Leo deu um sorriso e começou, enquanto isso, Percy e Jason estavam na patrulha: - Então Percy... Você disse que queria saber por que eu terminei com Piper?- Disse Jason - Sim, é que vocês estavam tão estáveis e tudo mais! – Disse Percy - Bem, na verdade foram por dois motivos, o primeiro eu posso te mostrar, o segundo vou ter que esperar um pouco para dizer... – Disse Jason indo em direção aos dormitórios. – Siga-me! – - Cla-claro! Estou atrás de você! – Disse Percy seguindo Jason – Eles entraram no quarto de Piper e lá estavam Piper e Annabeth se beijando e se agarrando, então Percy gritou: - Annabeth, o que está acontecendo aqui? – Antes de Percy receber uma resposta Jason lhe deu um beijo, pegando sua mão e levou Percy para seu quarto, então disse: -Então, Sr. Cabeça de alga, entendeu os motivos?- Disse Jason – - Sim, mas, meus deuses, não acredito, você? Ei, porque você me trouxe para seu quarto? - Sim, eu sempre te amei e quanto ao quarto... Você é virgem? – - Sou.... Por quê? - Nada não... – disse Jason – Jason agarrou Percy e arrancou sua camiseta, logo o imobilizou, ele manteve Percy no ar usando seus poderes, abriu a fivela de sua calça e começou a chupa-lo, levemente, aumentou a velocidade, Percy começou a gemer e então disse: - J-Jason, me tire daqui, e-eu quero você! – Logo estava numa grande “festa” dentro de Argos II, enquanto isso, Hazel e Frank estavam em missão, depois de um longo tempo de conversa tola, Frank disse: - Hazel, você gostaria de namorar comigo? – - O quê? Mas eu achei... Que já estávamos namorando... – Disse Hazel surpresa. – - Serio? Haha, que susto, achei que você e o Sammy, digo, Leo.. . – Frank falou - - Não! Nunca! Ele é legal, mas ele, não sei se posso falar... Ele gosta do Nico! Ele me contou isso quando salvamos Nico e ele estava inconsciente, então o deixei sozinho com Nico, estava vigiando ele pela janela, eles chegam a ficar fofos juntos... - Hazel complementou – - Serio? Eu não pensei que o “Badboy quente”, você sabe... – Disse Frank – Jogasse no outro time! – - Ei, não fale assim! – Disse Hazel rindo! – Frank a beijou e eles montaram um pequeno acampamento improvisado e eles adormeceram! Cap 3 Jason on Tomei um banho e fui para o refeitório, Percy estava chupando um pirulito e segurando um bilhete, cheguei perto dele, o beijei e disse: - Cadê o Nico? Quê bilhete é esse? – Eu disse olhando em volta – - Embaixo da mesa... Leo... Você entende! Esse bilhete estava junto com um pote cheio de balas, se quiser os doces estão na cozinha! - Respondeu Percy enquanto lia o bilhete “Olá amigos, Aqui são Annabeth e Piper, estamos indo em direção do novo parque de diversões de Afrodite, fiquem com os doces e... Responsabilidade, viu? Deuses, já estou ouvindo o Grover dizendo: “Annabeth, você é pior que uma velha vovó cabra” - Nico, dá pra sair debaixo da mesa? – Disse Percy – - Percy, se o Jason não te satisfaz tudo bem, mas não corte o barato dos outros – Respondeu Nico. - Nico, eu vou go-gosar! – Gemeu Leo- - Ei, eu sei satisfazer um cara! – Eu respondi colocando um pirulito azul na boca – - Sabe mesmo. – Disse Percy corando – Nico então sai de baixo da mesa, ele estava com a boca cheia de... Bem, você me entendeu, então ele levantou, tirou sua calça, tirou sua cueca e disse: - Então, me mostre. – Disse ele – Me ajoelhei na frente dele e ouvi Percy dizer: - Isso é realmente necessário? – Ele disse com ciúmes na voz – - Sim, cabeça de Alga, vem aqui e me mostre o que você sabe fazer. – Disse Leo- Percy virou para mim com uma cara de duvida e eu disse: - Vai lá, gatinho – Eu disse – - C-certo. – Respondeu Percy se levantando e indo em direção de Leo. – Percy sentou ao lado de Leo e começou a chupa-lo, depois de um tempo, Leo e Nico gosaram juntos, Levantei engoli o goso de Nico, lhe dei um selinho e disse: - Satisfeito? – Disse – - Não é o Leo, mas dá pro gasto, to zuando, Jason, você é bom! – Disse Nico me devolvendo o beijo – - Ei, dá pra parar com esses beijos, tem um cara ciumento aqui! – Disse Percy – Eu, Nico e Leo caímos na risada, então falei: -Percy, se você não sabe o que deve fazer agora, você deve engolir isso.- Percy engoliu e falou: - É obvio que eu sabia disso! – Eu disse indo para beija-lo Jason off/Leo on Percy e Jason começaram a se beijar e pelo que me parecia eles estavam empolgados, até demais, chamei Nico para ir comer doces comigo, ele me segui-o, mostrei a ele todos os controles do navio, então fui mostrar a vista da Grécia que Argos nos providenciara, Nico foi correndo para sacada, se apoiou na barra de ferro, então cheguei perto dele, coloquei minhas mãos em sua cintura, e sussurrei em seu ouvido: - Então. – Fiz uma leve pausa. – Gostou do passeio, fofinho? – Ele virou, me deu um beijo rápido e disse: - Claro, Badboy supremo. – Disse ele – Então nos beijamos novamente, não foi simplesmente um beijo, foi O beijo, estávamos indo muito bem, até eu ouvir uns passos e sentir um tapa na minha bunda e ouvir Jason falando: - E ai, como foi o "passeio"? – Disse Jason – - Estava perfeitamente bem, até você chegar... – Eu falei, infeliz. – Cap 4 Percy On Era cerca de meia noite, pousamos em um lago perto de Mount Vernon, Ohio, estava dormindo junto a Jason, ele era quente, dormir abraçado a ele me dava sensação de que o mundo poderia acabar que eu não acordaria, tínhamos vencido Gaia, Hazel & Frank receberam uma missão e logo nos mandariam uma mensagem de Íris, Annabeth & Piper, provavelmente estavam de volta ao acampamento. Quando estava quase adormecendo recebi uma mensagem de Frank, ele não parecia muito bem, ele me viu e disse: – Ei, você e o Jason? Então o que a Piper disse era verdade.. Bem, não interessa cara, estou no acampamento com Hazel, Annabeth e Piper... Vocês precisam me buscar, acabei de levar um fora bonito, não sei se aguento ficar aqui mais... – – Okay, cara. Vamos ir te buscar logo, vou dizer para o Leo... – Eu disse, levantando da cama, Jason me segurou, mas segurou pela cueca e acabou a puxando para baixo. – Belo instrumento, cara. – Disse Frank corado. – Obrigado... Eu acho – Disse corando. – Bem, vou falar com o Leo, talvez amanhã a gente esteja ai. – Muito obrigado, Percy! – Disse Frank – Tudo bem, cara! Sai da minha cabine, Jason continuava dormindo, ele estava realmente cansado, porque mesmo depois de toda a conversa ele ainda não tinha acordado, fui até cabine de Nico e Leo, entrei e vi os dois dormindo, os acordei expliquei sobre a ligação de Frank, Leo se pronunciou primeiro: – E porque vamos lá, ele não me odeia tanto? – – Porque ele precisa de nós, ele lutou tanto por Hazel e logo agora perdeu ela, coitado. – Disse Nico. – É, mas como ele terminou, acho que a gente devia ‘anima-lo’, se é que você me entende. – Eu respondi. – Você só quer trazer ele pra tranzar com ele, né? – Nico perguntou. – Já viu o tamanho dele? Imagina só o tamanho do instrumento dele... – Eu disse. – Ei, você não pode ouvir isso, você é muito inocente pra isso. – Disse Leo. Os dois levantaram da cama, Leo me pediu para acordar Jason, pois precisaríamos de todos acordados para sairmos em direção ao acampamento, passaram cerca de 2 horas para chegarmos ao CHB, nenhum monstro no caminho, quando chegamos ao acampamento, Frank estava nos esperando na fronteira, com uma mochila, o jogamos a escada de corda e ele subiu, quando nos viu, corou e perguntou: – Por que merdas vocês estão somente de roupa de baixo? – – Porque estávamos dormindo, quando você ligou... – Eu disse. – Desculpe, eu não queria acorda-lo... Bem se estão todos assim. Acho que vou tirar minhas roupas também. – Disse Frank, ficando somente de cueca. Eu confesso, Frank é quente, eu não sabia como lidar com... “Aquilo”, foi algo que eu não esperava, até porque ele tinha uma namorada, embora eu tivesse uma antes de tudo isso acontecer, embora eu ainda ache que algo esteja muito errado nessa historia, mas bem pensei que não teria problemas em sugerir a “brincadeira” que eu queria fazer com os garotos. Só que não sei ao certo se todos vão querer jogar, nem ao menos tinha alguma noção de qual seria a reação deles, é tudo tão difícil pra mim, quando o assunto são coisas pervertidas, então decidi que eu deveria falar de uma vez o que queria: – Ei, ahn, e-eu não sei como dizer isto, mas que tal nós fazermos um jogo, ou melhor, uma competição? – Quê tipo de competição, Jackson? – Perguntou Leo, com certo interesse na voz. – Quem tem o maior pênis... – Eu disse corando. – Gosto da ideia, uma competição simples, mas... Qual seria o premio? – Perguntou Frank. – Se todos concordarem, quem tiver o menor tem que pagar um boquete para o vencedor e o vencedor escolhe alguém para fazer o que ele quiser por uma semana, qualquer coisa a qualquer hora. – Eu respondi. – Percy, você sabe fazer uma competição mesmo, todos topam? – Disse Nico. – Claro. – Todos disseram. Percy Off/ Narrador On Todos foram em direção ao dormitório de Leo, que por ironia do destino (Ou do próprio Leo), era maior que todos os outros, antes de eles chegarem ao quarto de Leo, eles tiveram de passar na cozinha, ao passarem por lá, Frank resolveu pegar um pirulito, era um comprido e rosado, Leo viu Frank ao fazer sua escolha e acabou com um volume nas calças, ou melhor, na cueca, pois ele não estava de calças, quando chegaram ao quarto de Leo, todos sentarem onde quiseram, Nico retirou a cueca de Leo, lhe deu um beijo, segurando seu “membro” e disse: – Tenho certeza que você vai ganhar, gato! – Obrigado, espero eu você ganhe, meu fofo. – Disse Leo, devolvendo o beijo, corado. – Posso? – Perguntou Percy com a mão na cueca de Jason. – Você pode quando você quiser, sou seu, lembra? – Respondeu Jason. Após todos tirarem suas roupas de baixo, acabaram rapidamente excitados, com o clima que estava, Nico pegou uma régua e começou a medir: Nico – 16,4cm. Leo – 18,6cm. Jason – 17,7cm. Percy – 18,7cm. Frank – 21cm! Já dava para perceber o vencedor antes de Nico medir, mas Leo insistiu em que houvesse a medida, pois, bem, a razão está bem clara, Nico se ajoelhou na frente de Frank e perguntou: – Devo começar agora, 21? – Eu gostaria, 16... – Disse Frank, corando. – Quando for gosar, por favor, avise. Eu só quero saber... – Frank acenou com a cabeça, Nico começou a lamber o pênis dele, Frank começou a corar, enquanto gemia, Leo deu algumas risadas, Percy e Jason estavam realmente excitados com a situação, Jason não se conteve por muito, logo começou a chupar Percy, Nico começou a chupar Frank mais rápido, Frank e Percy começaram a gemer um pouco mais, até que os dois acabaram falando em sincronia: – Eu vou gosar, Nico/Jason. – Disseram Frank e Percy. Frank estava muito corado e sua respiração estava ofegante, por talvez ser sua primeira vez que tivera uma relação sexual, ou melhor, uma primeira relação acima de amizade com um garoto, Percy se pronunciou, tentando recuperar o folego: – B-bem, Frank, você tem que escolher alguém para “servir” você por uma semana. – Eu... Escolho... O... Leo! – Disse Frank. Percy On Era cerca de meia noite, pousamos em um lago perto de Mount Vernon, Ohio, estava dormindo junto a Jason, ele era quente, dormir abraçado a ele me dava sensação de que o mundo poderia acabar que eu não acordaria, tínhamos vencido Gaia, Hazel & Frank receberam uma missão e logo nos mandariam uma mensagem de Íris, Annabeth & Piper, provavelmente estavam de volta ao acampamento. Quando estava quase adormecendo recebi uma mensagem de Frank, ele não parecia muito bem, ele me viu e disse: – Ei, você e o Jason? Então o que a Piper disse era verdade.. Bem, não interessa cara, estou no acampamento com Hazel, Annabeth e Piper... Vocês precisam me buscar, acabei de levar um fora bonito, não sei se aguento ficar aqui mais... – – Okay, cara. Vamos ir te buscar logo, vou dizer para o Leo... – Eu disse, levantando da cama, Jason me segurou, mas segurou pela cueca e acabou a puxando para baixo. – Belo instrumento, cara. – Disse Frank corado. – Obrigado... Eu acho – Disse corando. – Bem, vou falar com o Leo, talvez amanhã a gente esteja ai. – Muito obrigado, Percy! – Disse Frank – Tudo bem, cara! Sai da minha cabine, Jason continuava dormindo, ele estava realmente cansado, porque mesmo depois de toda a conversa ele ainda não tinha acordado, fui até cabine de Nico e Leo, entrei e vi os dois dormindo, os acordei expliquei sobre a ligação de Frank, Leo se pronunciou primeiro: – E porque vamos lá, ele não me odeia tanto? – – Porque ele precisa de nós, ele lutou tanto por Hazel e logo agora perdeu ela, coitado. – Disse Nico. – É, mas como ele terminou, acho que a gente devia ‘anima-lo’, se é que você me entende. – Eu respondi. – Você só quer trazer ele pra tranzar com ele, né? – Nico perguntou. – Já viu o tamanho dele? Imagina só o tamanho do instrumento dele... – Eu disse. – Ei, você não pode ouvir isso, você é muito inocente pra isso. – Disse Leo. Os dois levantaram da cama, Leo me pediu para acordar Jason, pois precisaríamos de todos acordados para sairmos em direção ao acampamento, passaram cerca de 2 horas para chegarmos ao CHB, nenhum monstro no caminho, quando chegamos ao acampamento, Frank estava nos esperando na fronteira, com uma mochila, o jogamos a escada de corda e ele subiu, quando nos viu, corou e perguntou: – Por que merdas vocês estão somente de roupa de baixo? – – Porque estávamos dormindo, quando você ligou... – Eu disse. – Desculpe, eu não queria acorda-lo... Bem se estão todos assim. Acho que vou tirar minhas roupas também. – Disse Frank, ficando somente de cueca. Eu confesso, Frank é quente, eu não sabia como lidar com... “Aquilo”, foi algo que eu não esperava, até porque ele tinha uma namorada, embora eu tivesse uma antes de tudo isso acontecer, embora eu ainda ache que algo esteja muito errado nessa historia, mas bem pensei que não teria problemas em sugerir a “brincadeira” que eu queria fazer com os garotos. Só que não sei ao certo se todos vão querer jogar, nem ao menos tinha alguma noção de qual seria a reação deles, é tudo tão difícil pra mim, quando o assunto são coisas pervertidas, então decidi que eu deveria falar de uma vez o que queria: – Ei, ahn, e-eu não sei como dizer isto, mas que tal nós fazermos um jogo, ou melhor, uma competição? – Quê tipo de competição, Jackson? – Perguntou Leo, com certo interesse na voz. – Quem tem o maior pênis... – Eu disse corando. – Gosto da ideia, uma competição simples, mas... Qual seria o premio? – Perguntou Frank. – Se todos concordarem, quem tiver o menor tem que pagar um boquete para o vencedor e o vencedor escolhe alguém para fazer o que ele quiser por uma semana, qualquer coisa a qualquer hora. – Eu respondi. – Percy, você sabe fazer uma competição mesmo, todos topam? – Disse Nico. – Claro. – Todos disseram. Percy Off/ Narrador On Todos foram em direção ao dormitório de Leo, que por ironia do destino (Ou do próprio Leo), era maior que todos os outros, antes de eles chegarem ao quarto de Leo, eles tiveram de passar na cozinha, ao passarem por lá, Frank resolveu pegar um pirulito, era um comprido e rosado, Leo viu Frank ao fazer sua escolha e acabou com um volume nas calças, ou melhor, na cueca, pois ele não estava de calças, quando chegaram ao quarto de Leo, todos sentarem onde quiseram, Nico retirou a cueca de Leo, lhe deu um beijo, segurando seu “membro” e disse: – Tenho certeza que você vai ganhar, gato! – Obrigado, espero eu você ganhe, meu fofo. – Disse Leo, devolvendo o beijo, corado. – Posso? – Perguntou Percy com a mão na cueca de Jason. – Você pode quando você quiser, sou seu, lembra? – Respondeu Jason. Após todos tirarem suas roupas de baixo, acabaram rapidamente excitados, com o clima que estava, Nico pegou uma régua e começou a medir: Nico – 16,4cm. Leo – 18,6cm. Jason – 17,7cm. Percy – 18,7cm. Frank – 21cm! Já dava para perceber o vencedor antes de Nico medir, mas Leo insistiu em que houvesse a medida, pois, bem, a razão está bem clara, Nico se ajoelhou na frente de Frank e perguntou: – Devo começar agora, 21? – Eu gostaria, 16... – Disse Frank, corando. – Quando for gosar, por favor, avise. Eu só quero saber... – Frank acenou com a cabeça, Nico começou a lamber o pênis dele, Frank começou a corar, enquanto gemia, Leo deu algumas risadas, Percy e Jason estavam realmente excitados com a situação, Jason não se conteve por muito, logo começou a chupar Percy, Nico começou a chupar Frank mais rápido, Frank e Percy começaram a gemer um pouco mais, até que os dois acabaram falando em sincronia: – Eu vou gosar, Nico/Jason. – Disseram Frank e Percy. Frank estava muito corado e sua respiração estava ofegante, por talvez ser sua primeira vez que tivera uma relação sexual, ou melhor, uma primeira relação acima de amizade com um garoto, Percy se pronunciou, tentando recuperar o folego: – B-bem, Frank, você tem que escolher alguém para “servir” você por uma semana. – Eu... Escolho... O... Leo! – Disse Frank.



Notas
Genre
Romance/Drama
Palavras!
+ de 2000 :p Preguiça de Colocar pro word contar
Heyyy!!!
Eu tava sem tempo pra escrever, então aqui uma fic minha :3, semana que vem, TALVEZ Eu escreva os próximos capítulos.


@ CG

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Game time Act 3 - Part 3


Game time! - Act 3
Part 3 - Great F*cker!

Paramore - Proof
Finalmente, depois de comer e me preparar, vamos lutar contra o Great Jaggi, a lagartixa super crescida que aterrorizava os noobs no tutorial. Olhei para meu relógio e o horário marcava 19hrs e 13 minutos, mas estava um sol forte, que poderia dizer que era meio-dia, na verdade, marcava esse horário a algum tempo, tipo a uma meia hora, ignorei isso, deveria ser coisa do jogo, mas ainda queria saber de onde veio os sentimentos por Luna, já que eu jamais havia sentido, mas isso não importava agora. Deuses, estou em uma carroça puxado por criaturas fofas chamadas Popo, quem em sã consciência não pensaria que uma criatura chamada Popo é fofa?

Meu Kinsect não para quieto no meu colo, o que era estranho já que quando estava com ele no meu braço ele ficava imóvel, isso que é ser bem treinado, lembrei-me de toda o meu conhecimento sobre essas criaturas, todas as formas que elas podiam tomar, estou tão ansioso.
A carroça parou, então ouvi um rugido que reconheci ser igual ao do GJ do jogo, senti um calafrio percorrer pela espinha, alguma coisa iria dar errado, isso é como um sexto sentido que eu tenho, da ultima vez que tive isso meus pais... fui puxado novamente a realidade quando Luna me puxa para a Base, passamos reto pela caixa suprimentos, Lowell, que é tão esperto nos providenciara item melhores do que a guilda oferece. Pego o mapa e digo:

- Para onde vamos? -
- Não sei, o Luke sabe... - Lowell Disse.
- L-luke? - Eu e Luna dissemos em uníssono.

Ele olha para o Palico dele e o mesmo pula, dizendo: "I see it, an Ace sees it all.". Quando um ponto vermelho aparece na area 6, sorrio para Lowell e lá vamos nós três, e Luke, correndo para o local, incrível o quanto consigo correr aqui sem me cansar, mesmo assim consigo ver minha Barra de Stamina diminuindo, bem mais lenta que a de Lowell, por algum motivo que desconheço.
Finalmente chegamos a Area 6, ali estava o GJ, corri para cima dele, com um movimento que aprendi vendo o jogo, como a Insect Glaive atira uma espécie de jato de vendo com feromônio pra o Kinsect. O que me impulsionaria para cima e eu caria perfeitamente nas costas dele, para então derruba-lo, mas, obviamente, isso não deu certo, já que ele desviou no ultimo segundo, ao menos consegui cair no chão de pé, consegui juntar forças par correr, marcar o GJ com tanto uma Paintball quanto com o feromônio, lancei o Kinsect direção ao monstro, foi quando a ação começou, eu e Luna, mesmo que as vezes acabava acertando ela e vice-versa, conseguimos derrotar o monstro, ou melhor, com a ajuda das Flechas de Lowell, o grande problema de se viver no jogo, é que você sente dor como o personagem sentiria, quando cheguei, estava morto e dolorido, me joguei na cama do quarto de Lowell, que descobri ser o caçador de uma caravana, Luna estava com sua pose e classe de sempre, a desgraçada consegui desviar de grande parte dos ataques, enquanto eu era acertado por cada um deles, não podia nem me mexer que cada centímetro do meio corpo doía e muito.
Lowell entra no quarto, sem armadura, ou seja somente com roupa de baixo, seu maldito corpo definido e seu maldito arco e aljava. Ele senta na cama, com aquele maldito sorriso bobo e fez a maldita da pergunta:

- Porque você tava ficando com a Luna, tipo, achei que vocês eram só amigos e que... A gente tava... Tipo... Namorando... -
Olho para ele sorrio e digo: - Eu não sei o que aconteceu, foi como se algo tivesse movendo meu corpo por mim, eu... Olha, desculpa, eu gosto de você, gosto mesmo. -
- Prove! - Ele disse, pude perceber um volume em sua boxer.
- Tipo, como? - Eu comecei a corar. - Abra a boca. - Ele começou a abaixar a boxer e vir em direção a meu rosto. -



Foi quando tudo apagou, quando consegui enxergar o que estava a minha volta, meu corpo doía muito mais do que antes, percebi Luna do meu lado, vestindo uma roupa igual da Serema, do Pokémon. e Um Fennekin em seus braços e Do outro lado da Cama, estava um garoto loiro, com rosto assustado, ele tinha uma espécie de mochila com braços... A dor era tanta que eu acabei desmaiando...


Foi o que conseguir ver...
Continua em Game time - Act 4th -



Notas
Genre
Romance/Drama/Ficção
Palavras!
771
Heyyy!!!
Espero que gostem desse cap, demorei pra postar, por causa do código, espero que gostem do estilo, demorei pra conseguir deixar assim, FLW VLW! Comentem Se gostaram do cap e do Template!


@ CG
Qualquer Erro/Bug, Favor reportar via comentário ou via email! Grato, Escravo Ajudante de Marshall!

terça-feira, 7 de abril de 2015

Atualização #1 - Project Fênix...

Ei, pessoas, Tudo bem com vocês? Então, estava desaparecido, de novo, pela 20ª vez? Pois é, Então lembra do colégio, sabe o ensino médio? Então.. Ele é um grande cuzão... O Técnico então... Por isso estou sumido.. Tipo, é muito trabalho e prova, muito mais do que consigo aguentar como aluno, mas a vida me obriga, fazer o que? Pois bem, quem precisa de paragrafo não é?
 AHHH, lembreii, tambem estou sumido, por que quero  mudar o "formato" do blog, ou melhor, das postagens, visualmente falando, esperem mais um pouquinho, por favor :33 Vocês são tipo, os MELHORES LEITORES EVERRRR!!!

Hey, you, take this Song!!!!

DaisyXDaisy - Evidence (Já falei que amo o Projeto DaisyXDaisy?)


segunda-feira, 16 de março de 2015

Book Spotlight: Vida, Vale a Pena?

Olá, Pessoas! Estou fazendo uma postagem um pouco diferente, sei que todos aqui amam textos e livro e filmes, estou com um "projeto" de trazer diversidade para o Blog! Embora eu esteja fazendo um Spotlight de um livro recomendo o filme também, só que  faz muito tempo que não vejo esse filme, então, desculpe...

O Lado Bom da Vida!


(Vou tentar não dar Spoilers, caso ocorra, será avisado)
(Os comentários aqui representam apenas a opinião do autor nenhum comentário é destinado a magoar ou ferir outras pessoas de qualquer jeito ou maneira)

       O Lado bom da vida, livro escrito pelo grande Matthew Quick, escritor de Quase uma Rockstar (Não li ainda, mas sem dúvida pretendo), e distribuido pela editora que sempre terá um espaço especial no meu coração, Intrínseca, conta a historia  de Pat Solatano, um cara que tem transtornos de raiva, ele volta para casa depois de 8 meses de tratamento em um sanatório, tentando reconciliar seu casamento com Nikki destruído devido a motivos que, para minha surpresa, são revelados quase ao final do livro, no meio desta trajetória, ele conhece Tiffany Maxell, graças a seu amigo Ronnie, Tiffany é uma personagem um tanto quanto interessante, uma mulher com personalidade forte, as vezes forte ao extremo, confesso que me apaixonei por ela no momento em que fui apresentado a ela (Ponto a mais por na adaptação ser interpretada pela maravilhosa Jennifer Lawrence).
Tiffany pode ser erroneamente interpretada como Ninfomaníaca ou até mesmo insana, (se você não sabe o que é, você tem o google pra isso, colega), ela é evidentemente apaixonada pelo Protagonista Pat, que acredito que se excluísse as crises de raiva e o uns dois aspectos dele, ele poderia ser o protagonista de uma "Harem Trope" (Novamente, google, colega!), o que acabou me frustrando profundamente e me peguei diversas vezes gritando ao ler o livro: "Tiffany, você merece algo melhor" "Pat, você está a frente da mulher da sua vida, Porr*". O que fez os personagem se tornarem mais humanos a cada pagina, o que leva a tocar em outro assunto. Quick é um ótimo criador de personagens, ao voar pelas linhas de testo me senti como se estivesse ao meio de uma das brigas, ou estava correndo com Pat.
Pat acredita que se ele se exercitar muito e ficar saudável, Nikki vai voltar a ama-lo,  Pat é extremamente apaixonado e ele joga essa verdade na cara das pessoas como tapas, principalmente com Tiffany, o que me deixou com raiva dele, por ele não ser  capaz de ver o quanto ela queria ele, o quanto ela o admirava e o amava.
Diversos momentos me deixaram totalmente imersos na  leitura que lembro de ter começado a ler umas 13 e alguma coisa e me deparar com meia-noite e pouco no relógio, foi um dos livros que li em menos de duas tardes,  porém como nada é perfeito, alguns momentos me fizeram parar a leitura para que eu conseguisse assimilar a, desculpe a expressão, merda que acabei de ler, okay, merda é forte demais para este contexto, enfim, foram reviravoltas que me surpreenderam de uma forma ruim, mesmo assim é um livro incrível, emborao final seja "Wow", tem personagens maravilhosos, nada menos do esperado de Mattew Quick.
Sem contar que ele me deixou com vontade de assistir futebol Americano, porque? Leia e descubra


Ficha:

Nota: A Vida Vale a pena!
Obs: Um livro excelente para quando você estiver procurando um romance não-água-com-açúcar, embora não pareça, sim, esse é um romance romantico, e sim eu esqueci de falar de parte importantes como a dos Eagles, mas isso eu quero que você descubra.
Recomendaria a amigos?: Sem a menor sombra de dúvidas, não importa seu gênero favorito ou seu gênero que odeia seja romance, você vai se apaixonar por alguma coisa neste livro.
Porque leu este livro?: Pois a adaptação cinematografica foi Ótima e suas recomendações altas!
Decepções?: Tirando o que as que tive devido a altas expectativas, somente com atitudes do protagonista... (Parece regra, todo protagonista de sucesso deve ser meio idiota ou babaca....)

domingo, 8 de março de 2015

Game Time - 3rd Act: Great F*cker - Part 2

Texto aqui sem mais delongas! ~Bye! Marshmellow saindo!

Nome: Game Time!
Música: Everything has changed - Taylor Swift Feat. Ed Sheeran (Combina com a série como um todo, mas acho que fica bom pra esse capitulo)
Gênero: Romance/Drama/Ficção (Cientifica, slá)
Palavras: 832


Game time - 3rd Act: Great F*cker - Part 2
Ah, desculpa, eu estou entrando em um mundo virtual!

Ele continuou lendo o bilhete, quando olhei para Luna e dei um sorriso, ela me entendeu, parecia que tínhamos uma conexão sobrenatural, então virei-me para Lowell e disse:
- Já volto, vou me trocar e depois nós vamos, okay? -
- Mas eu gosto do jeito que você está... - Disse Lowell, com os olhos fixos no bilhete, bebendo uma xícara de chá.

Corei, corri escadas acima, puxando Luna para meu quarto, tranquei a porta, coloquei uma jeans e olhei pra ela que se sentou na cama, a loira acabou corando e dizendo:
- Rawr, que gato, te pegaria de jeito se você ficasse assim o tempo todo. -
- É? Mas, você loirinha, aguentaria toda a magia desse boy? - Disse me aproximando dela e dando um sorriso malicioso.
- Sem duvidas, leão, você deve ser furioso na cama. -
- Quer provar? - Disse me aproximando, beijando-a.

Foi um beijo longo, passei minhas mão por toda a extensão de sua perna, senti nossas linguas movendo, não controlava nada em meu corpo era tudo instinto, instinto em sua mais pura forma, desejo humano, de contato humano, a parte mais brutal e selvagem da humanidade, não havia irmãos, amigos, pais, primos, inimigos, não havia absolutamente nada, somente nós dois, em um frenzy incessante de beijos, tirei sua camiseta, passei a mão sobre algo peludo, ... Algo peludo? Cortei o beijo e olhei para baixo, meu furão havia entrado no quarto, isso era obvio, ele sabia destrancar portas, mas só o faz quando alguem o pede...

Foi quando lembrei a realidade...

Alguém pediu...

A unica pessoa na casa:

Lowell...

Minha mente não parava de pensar em quantas coisas ele iria achar de mim, pois, estava me agarrando com minha melhor amiga, que considerava irmã, a garota que eu vivi por anos, por simplesmente um desejo que não sei de onde veio, como se eu tivesse sido acertado pela flecha maldita de um querubim, vulgarmente conhecido como cupido, não consegui reunir coragem para olhar ao lado, quando finalmente tive que encarar os fatos, observei o rapaz, mais corado do que eu jamais estive, um volume notório em sua boxer, segurando o bilhete, maldito bilhete que resultou em tudo isso, corri para porta, fechei-a sem nem pensar, fingi que nada havia acontecido pedi auxilio para Luna que ainda estava em semi-estado de choque, ela me ajudou a escolher uma camiseta social com um desenho de HDA, quando finalmente terminei de me arrumar, desci para falar com Lowell, ele continuava corado, com uma leve feição de raiva, sentei ao seu lado no sofá e disse:

-Desculpe, eu não sei o aconteceu eu só senti que deveria fazer aquilo... -
-Tudo bem, eu acho que sei a causa do problema, mas como não tenho certeza de minha teoria vamos fingir que nada aconteceu. -
- Certo.. - Eu disse sem entender o que ele queria dizer.. -

Quando finalmente estávamos todos prontos, Lowell deu um sorriso ameaçador para Luna, fingi que não vi, jogou uma moeda com um simbolo de "Z" no chão, criando um portal que nós levou para um deserto com varias lojas, e muitas pessoas caminhando, todas pareciam conhecer Lowell, e lhe davam coisas como se ele tivesse feito grande favor a todos na cidade,  alguns davam potes com mel, outros davam incetos, uma criança deu-lhe uma escama meio preta, ele estava bem feliz com tudo ai, ele nos levou a um homem grande e uma garotinha, ele a ensinava como mexer com armaduras, quando viu Lowell, deixou escapar um grande sorriso, lhe dizendo:

-Novatos? Posso lhe entregar um armamento bom e armas se você quizer, por conta da casa. -
- Obrigado, mas eu tenho que lhe pagar, você foi um dos que mais me ajudou na jornada. - decidiu enfim o ferreiro
- Que nada, enfim, o que vai ser? -
- Eu quero... Eu quero... hm.... Uma Great Sword, Não, não, um arco, se bem que, uma Charge Blade, me dê Dual Blades mesmo. . - Disse Luna

Ele deu somente uma batida na bigorna e o item simplesmente apareceu, teria ficado surpreso, mas com tudo o que aconteceu recentemente,..

- E você, gato? - Disse, me abraçando pela cintura. A garota que estava com o ferreiro começou a corar e sangrar pelo nariz.
- Ela está bem? - Eu perguntei ao homem, que se referia como "The Man"
-Ela fica assim quando vê dois homens... Sabe? - Ele respondeu, Luna não consegui conter os risos.
- Eu quero a arma nova desse jogo, a Insect Glaive. -

Novamente, bastou uma batida para a arma aparecer. Não resistia a começar a brincar com o Kinsect

-Bam, vamos comer algo e podemos ir. - Ele olhou pra Luna - Não se preocupe, eu pago...
- Furtos do Mar e Pão, dá Felyne weakerer, ótima escolha. Sem contar a defesa.

Continua em 4th Act...

segunda-feira, 2 de março de 2015

Game Time! - 3rd act World 1-Boss: Great F*cker - Part 1

Me desculpa a demora, eu to cheio de trabalhos @.@, Mas aqui estou com o texto... desculpa.. T-T

Nome: Game Time!
Música: Birdy - Skinny Love // Birdy - People Help The People (Acho que o primeiro combina mais, mas acho o 2 mais bonito, fica a sua escolha)
Gênero: Romance/Drama/Ficção (Cientifica, slá)
Palavras: 677 (Desculpa)

3rd Act - World 1-Boss:Great F*cker
16/03/15 - Segunda, Não tive tempo de olhar as janelas para checar o clima.

Levantei com o barulho de louças batendo e alguns grunhidos femininos vindos da cozinha, levantei e fui checar-los, vejo uma garota de longos cabelos loiros, quasse brancos, com um leve tom artificial, sem duvidas era Luna, ela ouviu meus passos, sua orelha tinha dado uma leve tremida, ela se virou, com uma bandeja cheia de louças e disse:

-Seu preguiçoso, me ajude a preparar café-da-manhã para o garoto, ele é lino, não se atreva a larga-lo, vovó sempre dizia que deve-se agarrar um homem pelo estomago, faça um omelete agora! -

 Não havia como negar um pedido carinhoso como esse, ainda mais vindo de uma linda princesa totalmente corteza, com exceção que isso não é o caso, comecei a faze-lo, já que estava com fome, quebrei alguns ovos, mex-, bom você sabe como se faz um omelete, quando sinto um tapa em minha bunda, Luna diz:

- Não quer por uma roupa não, bofe? - Ela ri.
- Não posso o omelete iria queimar. - Eu respondo-a, rindo.
-Sei, sei, enfim, acho que já está bom, dobre-o no meio, coloque nesse prato e faça um sorriso de ketchup, ele vai achar fofo, e isso é bom. - Ela diz, segura.
- E como sabe que quero que ele me ache fofo e que quero conquista-lo? - Eu digo, com uma falha na minha confiança.
-  Bem, suas bochechas estão bem mais rosadas que o normal, você não consegue dormir somente de cuecas, você sempre dorme com uma camiseta também, diferente do que essa vez, você nunca cozinha o que eu peço, você dormiu com ele, e pelo que vi quando cheguei estava pausado em 57 minutos de senhor dos anéis, você NUNCA assistiria somente uma parte do filme, ainda mais o primeiro que é seu favorito e sua personalidade não condiz com um "One Night Stand". - Ela sorri.
- Okay, talvez eu sinta algo por ele. - Disse mordendo meu lábios - Enfim, o omelete!

Preparei-o como ela me instruiu, depois de arrumar todo o café, acordei Lowell com um toque em seu ombro, ele abriu os olhos e lhe dei um beijo, nosso primeiro beijo para falar a verdade, foi um beijo rapido, que pareceu meu primeiro infinito, em toda minha vida, sempre achei que seria estranho ter 23 anos e nunca ter tido meu próprio momento "infinito", sabe aquele momento, se você pensou em um local ou em alguém, bem você teve ao menos seu primeiro infinito.

Minha teoria é que existem uma média de 21 infinitos na vida de uma pessoa, mais isso é outra historia, eu sai do beijo, ele me segurou pela nuca e me puxou para outro, puxei-o para fora do sofá, lhe dei uma calça jeans, o que fez ele ficar extremamente sexy sem camisa, puxei-o pela mão até a mesa do café ele ainda estava meio dormindo e com o cabelo extremamente bagunçado mais isso o deixava melhor ainda, ele olhou para o omelete e deu uma leve risada e abriu um lindo sorriso, parecia que tinha acabado de alegrar o dia dele.

O apresentei para Luna, estávamos conversando quando o animalzinho dele apareceu descendo a escada seguido de meu furão, ele estava com uma carta na boca, com um selo com um desenho de uma espada, ele olhou preocupado e suspirou:

- Missão nova! Great Jaggi, eles acham que eu sou o que? Isso vai ser chato, a não ser que eu tivesse duas pessoa para me ajudar, ele olhou para nos dois sorrindo.
-O que eu ganho com isso? - Disse Luna.
-A chance de ser uma caçadora, usando uma arma a sua escolha, eu pago, e ainda tem pagamento da Guilda.-
- Aceito. - Ela disse sensata.
- E eu? - Eu me impus!
- O mesmo e quando voltarmos uma coisinha a mais. - Ele disse com um sorriso malicioso.
- Ui, ta ficando quenta aqui né? Deve ser o chá. - Disse Luna
...
Continua no "3rd act World 1-Boss: Great F*cker - Part 2"

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Game Time - Act 2 - Press Lips to Begin!

Voltei!!! Espero que estejam ansiosos para mais um pouco de GT, não é Dragon Ball, nem Game of thrones, mas... está aqui Game time Act 2 - Press Lips to begin! Desculpa por postar tarde, mas escola é tenso.

Nome: Game Time!
Música: Hozier - Take Me To Church
Gênero: Romance/Drama/Ficção (Cientifica, slá)
Palavras: 679 ( Curta, desculpa.. Escola, sabe como é)

2º Act - Press Lips to Begin!
15/03/15 - 23:14 - Domingo, Chuva forte. 
  Confesso que estava me divertindo com Lowell, ou melhor, socando o Lowell, mas sentia algo me incomodando desde que ele "chegou", uma "De onde ele veio?", "Porque veio?" e a pior "Porque eu trato como e sinto que conheço ele a anos?". Parei de soca-lo, minhas mãos doíam.  Demorei alguns segundos para reunir coragem para perguntar, todo esse tempo ele estava rindo de meu esforço em vão de tentar derrubar aquela muralha que eu chamava de abdômen.

  Quando eu finalmente abri meus lábios, meu celular tocou um som dizendo "Hey, listen" frase celebre de Navi, a fada da série Zelda, o que significava nada menos que mensagem de Luna:
"Hey, só avisando, Minha preguiça somada ao fato de que o próximo ônibus pra ai só passa daqui uma hora, resultam em? Eu não vou ai não! Vou fingir que não ouvi aquilo, então divirta-se com seu/sua amiguinho(a), Seu pervertido :3 Boa noite!"

Li a mensagem, senti minhas bochechas aquecerem, senti-me feliz e revoltado ao mesmo tempo, por motivos óbvios, acabo deixando escapar um sorriso, assim que sorri, senti algo crescendo onde estava sentado e ouço uma voz baixa:
- Sorrindo, corado. Muito fofo... -

Foi como uma chamada de volta ao mundo real, realizo que ainda estou sentado no colo dele, então saio de cima dele e lhe dou um olhar brabo e um tanto frio, ele simplesmente sorriu, aquele lindo sorriso bobo estava começando a me irritar, precisava tapa-lo, só não havia decidido se seria com meus lábios ou meu punho, por via das duvidas decidi colocar outro filme, tentei pensar em uma comedia, ou um filme picante, mas sou péssimo em escolher as coisas, ainda mais sobre pressão psicológica, foi quando aquele maravilhoso filme-coringa, me veio a cabeça, Harry Potter, quem não ama o Harry?

Não havia passado nem meia-hora quando o clima começou a surgir, acabei deitando no peito dele, por que ele tinha quase me "obrigado" a faze-lo, ele estava tentar fazer um clima desde que pôs o braço em volta de meus ombros, o que acontecera um pouco antes do logo da Warner, ele passou seu outro braço por mim, me abraçando, olhei para cima e sorri, ele abaixou sua cabeça e fechou os olhos, então coloquei a mão na boca dele e disse:
-Calma ai, 20 pontos para a Grifinoria pela sua atitude, mas calma! - Disse. Pausando o filme.

Sentei-me no seu colo, passei meu cachecol pelo pescoço dele, fiz um nó tipo gravata nele, estava ficando quente, tive que tirar minha camiseta, e pela primeira vez vi ele me olhar com cara boba e corar, puxei-o pela "gravata" e sussurrei em seu ouvido:
- Me chame de Finnick e conte-me seus segredos! -  Mordendo a base de sua orelha.
- Chamar do que? - Ele disse. beijando meu pescoço.
- Finnick! Jogos vorazes nunca leu, nem ao menos assistiu? - Ele mordeu meu pescoço, um arrepio passou por todo meu corpo. -
- Nunca ouvi falar... É bom? - Ele perguntou.
- É ótimo, vou cuidar da sua desinformação e... - Fiz uma pausa, e apertei seu membro de leve. - E depois eu cuido disso.-
- Espero que não seja longo. - Disse, enquanto passava a mão pela minha perna, até minha virilha.
- Só três filmes, o quarto só sai no final do ano, acho.. Nada perto de senhor dos anéis.. - Eu ri.
- Senhor dos anéis? - Ele me disse.
- Sério? Cara, você conhece HP e não conhece "Senhor dos Anéis"? - Disse, incrédulo.
- Fazer o que? -
- Assistir! É isso que vou fazer! -

 Dito isso coloquei "A sociedade do anel", me deitei no colo dele e começamos a assistir, 20 minutos que o filme estava passando olho pra cima e vejo ele dormindo. Desligo a Televisão. Deito no sofá, vou até meu quarto buscar um cobertor, volto e cubro o garoto. Decido deitar-me com ele, que me abraça e continua a dormir.

Eu acho que estou ficando apaixonado....


domingo, 22 de fevereiro de 2015

Game time - 1rt Act - The infinite sea of (Wyvern) Tears

Como prometido... Aqui estou eu... Meio animado, eu confesso... (E obrigado Di Angelo... >//< ), enfim, pensei em começar o projeto ressuscitando o meu ultimo texto, mas... Com um novo ano/começo merecem um novo texto! Então para o cabeçalho

Nome: Game Time!
Musica: Hallelujah - "Jeff Backley" (Repetida, eu sei, mas você sabe que eu sempre recomendo a musica que eu escuto enquanto leio para encaixar as emoções, assim nós temos uma conexão! Louco, né?)
Gênero: Romance/Drama/Ficção (Cientifica, eu acho...)
Palavras: 1.263


1 Act - The infinite sea of (Wyvern) Tears
 15/03/15 18:57 - Domingo, chuvoso, possivelmente 5ºC ou 7ºC. Londres, Inglaterra.

Finalmente, depois de horas de jogando MH4U, finalmente consegui o ultimo pedaço de Nerscylla que faltava para fazer meu set completo, um raio de alegria e entusiasmo atingiu-me, senti um sorriso crescendo em meu rosto, fazia tempo que não tive essa sensação. Salvo o jogo, olho para a janela, mas continua a chover, faz pelo menos uma semana que chove sem cessar. sinto algo vibrar, começo a me remexer em minha cama, desesperado procurando pelo meu celular, uma ligação? Nunca vi esse numero.. Seria um novo numero da Luna? Decidi atende-la:
-Alô! Leo falando! -
Nenhuma resposta...
.
.
.
.
Silêncio...
.
.
.
.
.


Quando estava pronto para desligar, escuto o que parece ser um garoto tossindo, uma luz iluminou todo meu quarto, a luz foi lentamente se apagando... Quando consegui me acostumar meus olhos com o  ambiente, vi um garoo cuspindo sangue no chão do meu quarto, sua roupa arruinada e cheio de cortes, cabelos brancos arrumados em algo que fora um dia um topete, um pequeno mamífero, parecido com um gato,  em seu ombro, fazendo sons de dor. Os observei por algum tempo, eram muita informação para meu cérebro processar, quando ouço uma voz rouça:

- Águ.. - Ele fez uma pausa. - Água...

Corri para o andar de baixo e trouxe uma garrafa d'água, subi as escadas correndo, me abaixei para lhe entrega-la, ele me olhou, seus olhos eram verde-escuro, uma cor que nunca tinha visto, ao menos em olhos...  Sorri, enquanto ele bebia-a e a dava para seu animal. Olhou ao redor e agradeceu. Tinha uma expressão de duvida, como se fosse ele quem tinha acabado de receber um cara do nada no seu quarto. Me conti a perguntar somente seu nome, ele disse:
-Lowell, senhor! - Disse fazendo um referencia.
-Senhor? - Disse, confuso.
- Sim, Leo, generoso senhor que me recebera em sua casa em um momento de desespero. Serei eternamente grato. -
- De nada, eu acho... - Percebo que corei de forma absurda, um de meus vários problemas... - Você quer mais alguma coisa?
- Se não fosse pedir muito, se eu pudesse ficar aqui esta noite...- Ele me disse, olhando para baixo.
-Claro, mas eu só tenho uma cama... E duas camas de animais... Acabei comprando errado no Ebay... Uma é do Luke, meu furão, seu animalzinho pode dormir na outra... -
 - Não me importo em dividir uma cama, a dias estou dormindo em ma barraca. E Khezu aprecia sua hospitalidade em lhe oferecer uma cama, pouca gente se preocupa com seus Palicos de onde eu venho. - Seu estomago fez um alto barulho que pareceu o constranger
- Normal... vou pedir uma pizza e poderemos comer, enquanto isso.. Sinta-se a vontade aqui...

Ele sorriu e agradeceu mais uma vez, liguei para a pizzaria Callenzannu, a melhor pizzaria de cidade. demorou cerca de 20 minutos para chegar, quando subi, Lowell estava somente em suas roupas de baixo, uma boxer roxa...
Lendo minha edição nova da Shonen Jump, que eu ainda não abrira para meu "ritual" com Luna, que aconteceria amanhã, onde faríamos um pequeno para abrirmos nossas encomendas japonesas e afins... Senti como se uma espada estivesse passado pelo meu coração. tivesse sido removida e tivessem estocado mais algumas vezes até sair a ultima gota de sangue.
Cai de joelhos, ele me olhou e perguntou se eu estava bem foi quando um tornado de emoções passou por mim, posso lista-los para ficarem mais organizados desta forma:

  1. Raiva, por ele ter aberto minha encomenda.
  2. Tristeza, por estar chovendo.
  3. Excitação, por ele estar bem sexy daquele jeito.
  4. Curiosidade, por vontade de saber se ele conhecia a Shonen Jump
  5. Medo, por saber que a Luna vai querer me matar quando vir que a Shonen Jump estava aberta
  6. Tentação, por querer ler a Shonen Jump.
  7. Culpa, por sentir raiva, pois tinha dito para ele se sentir a vontade e não disse nada sobre não mexer em minhas coisas.
Ele levantou, o que fez seu abdômen ficar ainda mais definido, sua boxer era apertado o que fez "aquilo" ficar ainda mais visível. Ele se abaixou e colocou a mão em meu ombro e disse:
- O que foi? - Ele me olhou confuso.
- N-Nada. Só vim avisar que o lanche está pronto... - Eu disse, entre soluços.
- Mais uma vez, Obrigado. - Ele disse. 
Comemos a pizza, conversamos sobres diversos assuntos, muitos que eu me surpreendi de ele conhecer, como One piece, Super Bowl, Friends e afins. Depois do lanche decidi que deveríamos assistir alguma coisa, pensei em diversos filmes, desde Jogos Vorazes até O grande ditador, então pensei em um filme brasileiro que meu amigo de lá, Marshall, me recomendara, "Hoje eu quero voltar sozinho".
 O filme é muito bom, embora ele tenha pirado muito mais do que merecia, mas é algo que eu realmente recomendaria estávamos assistindo quando apareceu uma ceno de dois garotos se beijando, acabei corando exageradamente e olhando para baixo, para tentar disfarçar, meu interesse na cena. O que fez com que ele me olhasse e visse o quanto eu corara, ele deu uma leve risada e colocou seu braço em volta de meu ombro, não resisti e deitei minha cabeça em seu ombro, ele era quente, no sentido literal, o filme terminou e durante os créditos tomei coragem de olhar para cima, para beija-lo, mesmo que toda essa historia tenha sido totalmente estranha comecei a desenvolver algum sentimento por ele, o garoto tinha em seu rosto uma expressão galanteadora, nossos lábios estavam a uns 5 cms de distancia um do outro, se não menos, quando meu celular tocou, " The Ballad of Mona Lisa", sem duvidas era Luna, atendi com um suspiro:
-Chora, coisa loira! - Disse, com um leve toque de raiva na voz. 
- Pode falar agora? Estou atrapalhando algo?  - Disse ela, rindo. Olhei para cima, com uma expressão de duvida, Lowell acenou negativamente com a cabeça.
- Sim, não estou fazendo nada importante agora... - Foi quando ele começou a passar sua mão pelo meu corpo, provocando-me, resisti para não fazer nenhum som, para que ela não soubesse dele.
- Bem, então, pronto para amanhã? - Ela fez uma pausa. - Eu tive a sensação que você fez algo errado, então liguei para checar. Você não abriu sua Shonen Jump, né?
- Não... Porque? - Jowell passou suas mão pelos meus pontos fracos, eu estava pronto pra bater ou gritar com ele, mas me contive quando me lembrei de Luna no telefone.
- Você esta com um tom de culpa na voz, Leo, Leo, o que você fez? - Agora minha orelha, meu maior ponto fraco, deu um leve "pulsar", o que acontece quando minto.
- Nada, eu juro! - Mal terminei a frase e ele mordeu minha orelha, não me contive e acabei gemendo.
- Leonard Montreal, o que foi isso? - 
- Eu posso explicar... Você consegue vir aqui? - Disse, dando um soco no abdômen dele, foi como bater em uma barra de ferro (Sim, eu já fiz isso, sem querer...).
-Claro... - Ela disse em um tom de desconfiança. -
Assim que desliguei o telefone, olhei pra ele e lhe dei outro soco dizendo:
- Porque você fez aquilo? - Eu disse, tirando o braço dele de meu ombro.
- Porque você cora e você fica muito fofo corado. -
- Filho da P... -Disse, enquanto dava diversos socos em seu abdômen.