Nome: Game Time!
Musica: Hallelujah - "Jeff Backley" (Repetida, eu sei, mas você sabe que eu sempre recomendo a musica que eu escuto enquanto leio para encaixar as emoções, assim nós temos uma conexão! Louco, né?)
Gênero: Romance/Drama/Ficção (Cientifica, eu acho...)
Palavras: 1.263
1 Act - The infinite sea of (Wyvern) Tears
15/03/15 18:57 - Domingo, chuvoso, possivelmente 5ºC ou 7ºC. Londres, Inglaterra.
Finalmente, depois de horas de jogando MH4U, finalmente consegui o ultimo pedaço de Nerscylla que faltava para fazer meu set completo, um raio de alegria e entusiasmo atingiu-me, senti um sorriso crescendo em meu rosto, fazia tempo que não tive essa sensação. Salvo o jogo, olho para a janela, mas continua a chover, faz pelo menos uma semana que chove sem cessar. sinto algo vibrar, começo a me remexer em minha cama, desesperado procurando pelo meu celular, uma ligação? Nunca vi esse numero.. Seria um novo numero da Luna? Decidi atende-la:
-Alô! Leo falando! -
Nenhuma resposta...
.
.
.
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Silêncio...
.
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.
Quando estava pronto para desligar, escuto o que parece ser um garoto tossindo, uma luz iluminou todo meu quarto, a luz foi lentamente se apagando... Quando consegui me acostumar meus olhos com o ambiente, vi um garoo cuspindo sangue no chão do meu quarto, sua roupa arruinada e cheio de cortes, cabelos brancos arrumados em algo que fora um dia um topete, um pequeno mamífero, parecido com um gato, em seu ombro, fazendo sons de dor. Os observei por algum tempo, eram muita informação para meu cérebro processar, quando ouço uma voz rouça:
- Águ.. - Ele fez uma pausa. - Água...
Corri para o andar de baixo e trouxe uma garrafa d'água, subi as escadas correndo, me abaixei para lhe entrega-la, ele me olhou, seus olhos eram verde-escuro, uma cor que nunca tinha visto, ao menos em olhos... Sorri, enquanto ele bebia-a e a dava para seu animal. Olhou ao redor e agradeceu. Tinha uma expressão de duvida, como se fosse ele quem tinha acabado de receber um cara do nada no seu quarto. Me conti a perguntar somente seu nome, ele disse:
-Lowell, senhor! - Disse fazendo um referencia.
-Senhor? - Disse, confuso.
- Sim, Leo, generoso senhor que me recebera em sua casa em um momento de desespero. Serei eternamente grato. -
- De nada, eu acho... - Percebo que corei de forma absurda, um de meus vários problemas... - Você quer mais alguma coisa?
- Se não fosse pedir muito, se eu pudesse ficar aqui esta noite...- Ele me disse, olhando para baixo.
-Claro, mas eu só tenho uma cama... E duas camas de animais... Acabei comprando errado no Ebay... Uma é do Luke, meu furão, seu animalzinho pode dormir na outra... -
- Não me importo em dividir uma cama, a dias estou dormindo em ma barraca. E Khezu aprecia sua hospitalidade em lhe oferecer uma cama, pouca gente se preocupa com seus Palicos de onde eu venho. - Seu estomago fez um alto barulho que pareceu o constranger
- Normal... vou pedir uma pizza e poderemos comer, enquanto isso.. Sinta-se a vontade aqui...
Ele sorriu e agradeceu mais uma vez, liguei para a pizzaria Callenzannu, a melhor pizzaria de cidade. demorou cerca de 20 minutos para chegar, quando subi, Lowell estava somente em suas roupas de baixo, uma boxer roxa...
Lendo minha edição nova da Shonen Jump, que eu ainda não abrira para meu "ritual" com Luna, que aconteceria amanhã, onde faríamos um pequeno para abrirmos nossas encomendas japonesas e afins... Senti como se uma espada estivesse passado pelo meu coração. tivesse sido removida e tivessem estocado mais algumas vezes até sair a ultima gota de sangue.
Cai de joelhos, ele me olhou e perguntou se eu estava bem foi quando um tornado de emoções passou por mim, posso lista-los para ficarem mais organizados desta forma:
15/03/15 18:57 - Domingo, chuvoso, possivelmente 5ºC ou 7ºC. Londres, Inglaterra.
Finalmente, depois de horas de jogando MH4U, finalmente consegui o ultimo pedaço de Nerscylla que faltava para fazer meu set completo, um raio de alegria e entusiasmo atingiu-me, senti um sorriso crescendo em meu rosto, fazia tempo que não tive essa sensação. Salvo o jogo, olho para a janela, mas continua a chover, faz pelo menos uma semana que chove sem cessar. sinto algo vibrar, começo a me remexer em minha cama, desesperado procurando pelo meu celular, uma ligação? Nunca vi esse numero.. Seria um novo numero da Luna? Decidi atende-la:
-Alô! Leo falando! -
Nenhuma resposta...
.
.
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.
Silêncio...
.
.
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.
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Quando estava pronto para desligar, escuto o que parece ser um garoto tossindo, uma luz iluminou todo meu quarto, a luz foi lentamente se apagando... Quando consegui me acostumar meus olhos com o ambiente, vi um garoo cuspindo sangue no chão do meu quarto, sua roupa arruinada e cheio de cortes, cabelos brancos arrumados em algo que fora um dia um topete, um pequeno mamífero, parecido com um gato, em seu ombro, fazendo sons de dor. Os observei por algum tempo, eram muita informação para meu cérebro processar, quando ouço uma voz rouça:
- Águ.. - Ele fez uma pausa. - Água...
Corri para o andar de baixo e trouxe uma garrafa d'água, subi as escadas correndo, me abaixei para lhe entrega-la, ele me olhou, seus olhos eram verde-escuro, uma cor que nunca tinha visto, ao menos em olhos... Sorri, enquanto ele bebia-a e a dava para seu animal. Olhou ao redor e agradeceu. Tinha uma expressão de duvida, como se fosse ele quem tinha acabado de receber um cara do nada no seu quarto. Me conti a perguntar somente seu nome, ele disse:
-Lowell, senhor! - Disse fazendo um referencia.
-Senhor? - Disse, confuso.
- Sim, Leo, generoso senhor que me recebera em sua casa em um momento de desespero. Serei eternamente grato. -
- De nada, eu acho... - Percebo que corei de forma absurda, um de meus vários problemas... - Você quer mais alguma coisa?
- Se não fosse pedir muito, se eu pudesse ficar aqui esta noite...- Ele me disse, olhando para baixo.
-Claro, mas eu só tenho uma cama... E duas camas de animais... Acabei comprando errado no Ebay... Uma é do Luke, meu furão, seu animalzinho pode dormir na outra... -
- Não me importo em dividir uma cama, a dias estou dormindo em ma barraca. E Khezu aprecia sua hospitalidade em lhe oferecer uma cama, pouca gente se preocupa com seus Palicos de onde eu venho. - Seu estomago fez um alto barulho que pareceu o constranger
- Normal... vou pedir uma pizza e poderemos comer, enquanto isso.. Sinta-se a vontade aqui...
Ele sorriu e agradeceu mais uma vez, liguei para a pizzaria Callenzannu, a melhor pizzaria de cidade. demorou cerca de 20 minutos para chegar, quando subi, Lowell estava somente em suas roupas de baixo, uma boxer roxa...
Lendo minha edição nova da Shonen Jump, que eu ainda não abrira para meu "ritual" com Luna, que aconteceria amanhã, onde faríamos um pequeno para abrirmos nossas encomendas japonesas e afins... Senti como se uma espada estivesse passado pelo meu coração. tivesse sido removida e tivessem estocado mais algumas vezes até sair a ultima gota de sangue.
Cai de joelhos, ele me olhou e perguntou se eu estava bem foi quando um tornado de emoções passou por mim, posso lista-los para ficarem mais organizados desta forma:
- Raiva, por ele ter aberto minha encomenda.
- Tristeza, por estar chovendo.
- Excitação, por ele estar bem sexy daquele jeito.
- Curiosidade, por vontade de saber se ele conhecia a Shonen Jump
- Medo, por saber que a Luna vai querer me matar quando vir que a Shonen Jump estava aberta
- Tentação, por querer ler a Shonen Jump.
- Culpa, por sentir raiva, pois tinha dito para ele se sentir a vontade e não disse nada sobre não mexer em minhas coisas.
Ele levantou, o que fez seu abdômen ficar ainda mais definido, sua boxer era apertado o que fez "aquilo" ficar ainda mais visível. Ele se abaixou e colocou a mão em meu ombro e disse:
- O que foi? - Ele me olhou confuso.
- N-Nada. Só vim avisar que o lanche está pronto... - Eu disse, entre soluços.
- Mais uma vez, Obrigado. - Ele disse.
Comemos a pizza, conversamos sobres diversos assuntos, muitos que eu me surpreendi de ele conhecer, como One piece, Super Bowl, Friends e afins. Depois do lanche decidi que deveríamos assistir alguma coisa, pensei em diversos filmes, desde Jogos Vorazes até O grande ditador, então pensei em um filme brasileiro que meu amigo de lá, Marshall, me recomendara, "Hoje eu quero voltar sozinho".
O filme é muito bom, embora ele tenha pirado muito mais do que merecia, mas é algo que eu realmente recomendaria estávamos assistindo quando apareceu uma ceno de dois garotos se beijando, acabei corando exageradamente e olhando para baixo, para tentar disfarçar, meu interesse na cena. O que fez com que ele me olhasse e visse o quanto eu corara, ele deu uma leve risada e colocou seu braço em volta de meu ombro, não resisti e deitei minha cabeça em seu ombro, ele era quente, no sentido literal, o filme terminou e durante os créditos tomei coragem de olhar para cima, para beija-lo, mesmo que toda essa historia tenha sido totalmente estranha comecei a desenvolver algum sentimento por ele, o garoto tinha em seu rosto uma expressão galanteadora, nossos lábios estavam a uns 5 cms de distancia um do outro, se não menos, quando meu celular tocou, " The Ballad of Mona Lisa", sem duvidas era Luna, atendi com um suspiro:
-Chora, coisa loira! - Disse, com um leve toque de raiva na voz.
- Pode falar agora? Estou atrapalhando algo? - Disse ela, rindo. Olhei para cima, com uma expressão de duvida, Lowell acenou negativamente com a cabeça.
- Sim, não estou fazendo nada importante agora... - Foi quando ele começou a passar sua mão pelo meu corpo, provocando-me, resisti para não fazer nenhum som, para que ela não soubesse dele.
- Bem, então, pronto para amanhã? - Ela fez uma pausa. - Eu tive a sensação que você fez algo errado, então liguei para checar. Você não abriu sua Shonen Jump, né?
- Não... Porque? - Jowell passou suas mão pelos meus pontos fracos, eu estava pronto pra bater ou gritar com ele, mas me contive quando me lembrei de Luna no telefone.
- Você esta com um tom de culpa na voz, Leo, Leo, o que você fez? - Agora minha orelha, meu maior ponto fraco, deu um leve "pulsar", o que acontece quando minto.
- Nada, eu juro! - Mal terminei a frase e ele mordeu minha orelha, não me contive e acabei gemendo.
- Leonard Montreal, o que foi isso? -
- Eu posso explicar... Você consegue vir aqui? - Disse, dando um soco no abdômen dele, foi como bater em uma barra de ferro (Sim, eu já fiz isso, sem querer...).
-Claro... - Ela disse em um tom de desconfiança. -
Assim que desliguei o telefone, olhei pra ele e lhe dei outro soco dizendo:
- Porque você fez aquilo? - Eu disse, tirando o braço dele de meu ombro.
- Porque você cora e você fica muito fofo corado. -
- Filho da P... -Disse, enquanto dava diversos socos em seu abdômen.
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