Eu estava desaparecido.. Eu sei... Porque? Você deve estar perguntando... Eu estava tendo uma crise existencial e juro que pensei em me matar e tudo mais, mas depois de ver alguns videos da Alice (Um beijo na Bunda), acho que mudei de ideia, eu espero, acabei percebendo que seria a atitude mais egoísta que eu poderia fazer, mas foda-se minha vida pessoal, vocês querem ler os textos não é mesmo?
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Logo chegaria o tão esperado "Valentines' day" e como sempre iria passar-o sozinho, era dia 13/02, cerca de umas 18:30, estava chovendo muito, eu estava sentado em minha cama, abraçando o travesseiro e vendo a chuva caindo, após um tempo vejo um garoto, (~Ele era realmente bonito, loiro com olhos verdes, e porte atlético~) com um guarda-chuva, segurando algo, o fiquei observando, logo percebi que se tratava de um pacote, ele chegou até meu portão e apertou a campainha, não lembrava de ter pedido nada, mas se ele está aqui, devo ter o feito, desci, peguei minhas chaves e abri o portão, pedi para que ele entrasse, ele me entregou a caixa dizendo:
-Sua encomenda, obrigado pela preferencia a Amazon.com! -
- Oh! Meu kindle! Ahn, me parece que é sua ultima entrega, não gostaria de entrar, está bem frio.... Aceita um chocolate quente? - Eu ofereci
- Sim, obrigado! Você é bem gentil! A proposito, me chamo Dio. - Ele disse.
- Philip, Philip Schorlita, fique a vontade. - Eu respondi
Deixei a caixa em cima da mesa e fui até a cozinha, preparei um lanche, chocolate quente e coloquei a mesa, liguei a tv, passava "Ghost whisperer", amava aquele programa, servi Dio e disse, bebendo chocolate quente:
- Então você trabalha na Amazon.com, certo? -
- Sim, trabalho lá desde que me mudei pra cá. - Ele respondeu
- Legal, você se mudou quando? Faz muito tempo? - Eu perguntei
- Semana passada, pra falar a verdade. - Dio respondeu, dando umas risadinhas.
- Hum, aqui é muito diferen- Fui interrompido por Lucy
- Ei, mano, está de namorado novo? - Lucy perguntou
- Cala a boca, Lucy, fiz chocolate quente... - Eu respondi, enquanto Dio me encarava corado (~Quando foi que ele corou?~)
- E é por isso que eu te amo! - Lucy disse
- Pare de ser tão interesseira. - Eu disse
- Então se ele não é seu namorado, quem ele é? - Lucy perguntou
- Sou Dio, prazer te conhecer. - Dio se apresentou
- Ele é só um amigo... - Eu disse a encarando com um olhar severo.
- Amizade colorida? - Lucy insistiu
- Não, é só um amigo mesmo, porque todo cara que u convido pra vir aqui, você acha que é algo a mais do que realmente é para com a relação de tempo e espaço? - Eu disse
- Exatamente por isso... Você não fala nada que tenha sentido ultimamente, só pode estar apaixonado. - Lucy continuou insistindo.
- Oh, olha o horário, acho melhor eu ir embora, meu telefone, quando quiser é só me ligar, o que quiser, se é que me entende - Disse ele me entregando um papel.
- Tchau, Dio... - Disse Lucy, após ele fechar a porta - Ele não é seu namorado, mas me parece que ele quer ser... -
- Lucy.. Eu só não te mato, porque amanhã é dia 14/02, só em consideração ao Justin, só por isso... - Eu disse - E por causa do que aconteceu hoje. -
- Você gostou dele, não é? - Ela disse
Continua no Capitulo Um.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Drop Shot 2 - O julgamento
As pequenas coisas da vida são as melhores e as menos aproveitadas, elas tem seu proprio valor, mas não reconhecido, essas denominadas pequenas coisas podem ser um gesto simples, como um aperto de mão ou até algo mais intimo, ou como definem alguns moralistas, algo érotico ou sujo, mas um gesto de prazer como um beijo no pescoço, mas de que adianta ser um moralista se até mesmo um escritor de blogs, ou blogger como quiser chamar, lhe critica? Se bem que eles devem entender disso, pois o que mais faz um moralista se não julgar as coisas como morais ou imorais? Exatamente o que você está pensando, nada. Mas de que adianta o julgamento dos homens, diz a bíblia, somente o julgamento divino é justo.
Mas e se eu não acreditar no Divino? Como será? Se o julgamento dos homens não é justo ou certo e o divino não existir, pra que o julgamento existe afinal? Claro, para provar que o julgador é superior ao julgado, pois se eu critico um ato, significa que eu o desprezo e não o faço, mas e se hipoteticamente um juiz ou julgador, como preferir, for julgar um assassino e o mesmo tiver matado uma pessoa anteriormente? Ele será mais brando quanto a tal ato? Isso é o que define a injustiça no julgamento do homem? E para tentar finalizar sem mais delongas ou perguntas sem resposta, sim, é exatamente isso que define a injustiça no julgamento humano, então o que nos resta é torcer para que o julgamento divino seja justo, se é que ele realmente existe.
Mas e se eu não acreditar no Divino? Como será? Se o julgamento dos homens não é justo ou certo e o divino não existir, pra que o julgamento existe afinal? Claro, para provar que o julgador é superior ao julgado, pois se eu critico um ato, significa que eu o desprezo e não o faço, mas e se hipoteticamente um juiz ou julgador, como preferir, for julgar um assassino e o mesmo tiver matado uma pessoa anteriormente? Ele será mais brando quanto a tal ato? Isso é o que define a injustiça no julgamento do homem? E para tentar finalizar sem mais delongas ou perguntas sem resposta, sim, é exatamente isso que define a injustiça no julgamento humano, então o que nos resta é torcer para que o julgamento divino seja justo, se é que ele realmente existe.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Cantinho dos leitores - Cartas de alguém
Texto enviado pela leitora: Rafa Sarmento
Gênero: Romance
Titulo: Cartas de alguém
19 de novembro de 2013, Guarapari, Espírito Santo
Querido Alguém,
Não sou alguém com quem você converse muito, talvez nem alguém que você veja. Mas ficou insuportável conviver com isso sozinha. É como se não houvesse nada nem ninguém comigo, com quem eu pudesse conversar. Com quem eu pudesse me aconselhar. Sim, eu sei que você não vai me responder, imagino que essa carta esteja embaixo de uma lata de refrigerante qualquer, com uma mancha enorme nos cantos. “É uma carta boba de alguém que eu não conheço” você deve ter pensado. “Ah, é uma carta de amor de uma garota da minha escola, pode rasgar.” você disse a sua empregada ou a sua mãe. Mas eu escreverei mesmo assim, pois, mesmo sabendo que você pode estar jogando essa carta fora... Bom, ao menos eu a escrevi.
Não é a mesma coisa que escrever uma carta à mão, como eu gostaria, como eu acharia mais viável, mas eu fiquei com medo. Na verdade, é a única coisa que eu senti, durante toda a minha vida, sabe por quê? Porque eu tenho pânico de pessoas. Você deve ter percebido que eu não consigo falar quando estou com muitas pessoas. Pois então, é por isso.
Talvez você não se lembre de mim, mas eu lembro de você. Quero dizer, lembro mais da sua fisionomia, é claro. Éramos muito pequenos e, como meu irmão mais novo faz questão de ressaltar, eu não tenho uma boa memória. Sabe, não sei se você lembra, eu era a garota que usava uma lancheira e uma agenda como computador portátil, a garota que vivia chorando por tudo. É, eu sei, eu era mais... Fofa, fisicamente, mas quem não era naquela época? Éramos todos tão pequenos, com quatro ou cinco anos.
Não sei se você fez parte dessa parte da minha infância, mas, sabe, eu era uma criança feliz, embora muito chorona. Em parte, talvez seja por isso que eu tenha esse emocional complicado. Um emocional que piora a cada dia depois que minha irmã foi embora, morar no Rio de Janeiro. Sabe, por um ano eu tinha esquecido minha infância, por um ano eu tive uma amiga verdadeira, por um ano eu tinha uma irmã maravilhosa que foi, sim, minha terapeuta. Talvez seja disso que eu precise, um(a) terapeuta.
Eu sempre fui uma menina romântica, boba e antiquada. Cartas de amor manuscritas, para mim, eram as únicas maneiras de falar para alguém que eu o amava, isso, hoje, nos tempos em que tudo é escrito pelo computador, pelo teclado e mandado com tanta rapidez pela internet, é uma coisa antiquada. Mas isso é o que eu mais apreciei nos tempos antigos. Antigamente tudo era tão romântico, o romance era tão mais simples. É, talvez seja isso que eu espere para mim, algo (ou alguém) romântico, mas nem tanto; que me faça sentir como se vivesse nas nuvens e em terra firme, ao mesmo tempo; algo (ou alguém) que me fale coisas românticas, mas não muito melosas. Eu sei que isso é utópico, mas talvez seja isso que eu espere.
Nunca foi a mesma coisa falar e escrever pra mim. Escrever é sempre mais fácil de me expressar, por isso estou escrevendo esta carta. Esta carta é pra me expressar, mais que isso, me libertar. Me libertar de algo que eu sinto, de algo que eu não consigo me separar, não mais.
Talvez fosse mais fácil se você fosse mais arrogante, mais frio. Mas não, você tinha que ser, como dizem, gente boa e, pra mim, fofo. Sim, eu já gostei de você uma vez, por um longo tempo, eu achava que era uma coisa boba na época, como aqueles namoricos de infância que alguma vez todos temos. Mas não. Por um tempo eu esqueci, minha cabeça enlouqueceu, eu não sabia de quem gostava mais. Eu não sabia se gostava de mim mesma. Foi uma época estranha. Eu estava muito confusa. Na verdade, ainda estou confusa, não sei o que acontece comigo, não tenho certeza de nada.
Não é como ser algumas dessas meninas populares da escola, que sempre sabem o que querem, que sempre tem alguém com quem conversar. Eu não sou assim, não sou decidida. Sou bem mais fechada. Tenho a mentalidade antiga, sim, não entendo nada de tecnologia. Queria ter vivido na época dos meus pais, onde crianças brincavam nas ruas não asfaltadas, onde a infância era sempre bem vivida, sem televisão, sem computador, sem nada, somente imaginação e companhia de outras crianças. Sempre foi o meu sonho ter a infância que eles tiveram, mas não tive.
Além de ter uma mentalidade mais antiga, eu tenho uma mente muito confusa. Não sei se aquela enxerida contou o que ela desconfia, o que eu tenho quase certeza de que é verdade, mas, como eu disse, quase certeza. Eu sinto falta do tempo em que tinha certeza. A certeza é uma dádiva, devia ter aproveitado enquanto a tinha, como não a aproveitei, posso conviver com a dúvida. Porque eu não quero ser aquelas garotas dos filmes da Disney, que ficam apaixonadinhas por alguém que não as veem.
A confusão que eu sinto não se compara a confusão dessa carta. Porque eu me pergunto: “Como uma pessoa não sabe que gosta de outra pessoa?”
Quando eu fiquei de castigo, meu pai disse que só não tiraria minha internet porque não queria que eu ficasse alienada. Me perguntei: “Mais alienada do que já sou?”
Eu sempre fui alienada, essa é a verdade, nunca percebi o que era tudo aquilo que me faziam quando eu era menor, nunca percebi o que fazem comigo... O que eu faço comigo mesma, sempre. Eu fiquei muito tempo sem perceber que eu sofri Bullying, mas realmente não me importo, porque eu mesma fiz isso acontecer. Ou talvez seja coisa da minha imaginação, mas é assim que eu me sinto agora, que minha irmã foi embora. Eu nunca contei isso a ninguém. Como isso é uma carta, resolvi escrever.
O que sentimos nem sempre é algo que se dá pra escrever, mas é o que eu estou tentando fazer, tentando fazer o impossível.
Não é como ser uma pessoa normal que sabe o que sente, ser uma pessoa tão alienada assim, só pode ser alienada na questão dos sentimentos, também, com os próprios sentimentos, até.
Eu não sabia que comecei a gostar de você de novo, até aquela época em que você e seus amigos ficaram gripados, eu estava completamente confusa. No primeiro dia vi você péssimo na sala de vídeo, tive que me controlar muito para não perguntar se você estava bem. Você parecia estar mais vermelho e com o cabelo todo bagunçado. Quando vi você na sala de aula, eu tive que ter muita força de vontade para não me virar o tempo todo para ver se você estava bem. Eu me preocupei com você, pela primeira vez eu me preocupei de verdade com alguém que não da minha família (real ou virtual). Eu achei que ninguém tinha percebido além de mim. Fiquei com medo de estar gostando de você novamente, e era exatamente o que estava acontecendo.
Então os dias foram se passando e eu fiquei me controlando para não ficar o encarando o tempo todo que o via. Porque essa era a minha vontade. Mas a vergonha era maior, vergonha de você descobrir, vergonha de seus amigos descobrirem, vergonha de ser zoada novamente, vergonha do que eu estava sentindo.
E agora estou aqui, com o coração apertado, escutando uma música meio deprimente, pensando em tudo o que eu escrevi. Toda a verdade que eu não consegui falar, mas sim escrever, porque é nisso que eu sou boa.
Talvez você já deva ter percebido quem é que escreveu isso, quem é que teve paciência para escrever uma carta de três folhas para você, quem é que quis escrever isso pra se libertar de algo impossível.
Eu tentei disfarçar, o máximo que pude, tentei ser eu mesma o tempo inteiro. Mas não dá. Talvez, se você tentasse conversar comigo sem a companhia de ninguém... Ou não... Não sei se eu conseguiria falar com você depois disso. Não depois de esclarecer o que eu sinto pra mim mesma.
Não estou dizendo que quero que você venha falar comigo, embora seja isso mesmo que eu queira, não quero que faça algo que não queira. Nunca quis. Ninguém pode te obrigar a nada. Talvez você nem esteja lendo esta parte da carta, mas não importa.
Eu só queria que você fosse menos legal com as pessoas, porque é realmente isso que me fascina. Espero que isso nunca mude, espero mesmo. E sabe quando você defendeu minha irmã? Quando aquele garotinho mais novo mostrou o dedo do meio para ela? Aquilo também foi muito legal. Queria que algum dia alguém faça isso por mim, sabe, me proteger de alguém que esteja me chateando.
Então, imagino que seja isso. Imagino que esta carta possa estar no lixo de sua casa, ou na rua, ou amassada como uma bolinha de papel para jogar nas pessoas, ou queimada. Ou ela pode estar em suas mãos, espero que essa seja a opção mais certa.
Com carinho e admiração
Alguém
19 de novembro de 2013, Guarapari, Espírito Santo
Querido Alguém,
Não sou alguém com quem você converse muito, talvez nem alguém que você veja. Mas ficou insuportável conviver com isso sozinha. É como se não houvesse nada nem ninguém comigo, com quem eu pudesse conversar. Com quem eu pudesse me aconselhar. Sim, eu sei que você não vai me responder, imagino que essa carta esteja embaixo de uma lata de refrigerante qualquer, com uma mancha enorme nos cantos. “É uma carta boba de alguém que eu não conheço” você deve ter pensado. “Ah, é uma carta de amor de uma garota da minha escola, pode rasgar.” você disse a sua empregada ou a sua mãe. Mas eu escreverei mesmo assim, pois, mesmo sabendo que você pode estar jogando essa carta fora... Bom, ao menos eu a escrevi.
Não é a mesma coisa que escrever uma carta à mão, como eu gostaria, como eu acharia mais viável, mas eu fiquei com medo. Na verdade, é a única coisa que eu senti, durante toda a minha vida, sabe por quê? Porque eu tenho pânico de pessoas. Você deve ter percebido que eu não consigo falar quando estou com muitas pessoas. Pois então, é por isso.
Talvez você não se lembre de mim, mas eu lembro de você. Quero dizer, lembro mais da sua fisionomia, é claro. Éramos muito pequenos e, como meu irmão mais novo faz questão de ressaltar, eu não tenho uma boa memória. Sabe, não sei se você lembra, eu era a garota que usava uma lancheira e uma agenda como computador portátil, a garota que vivia chorando por tudo. É, eu sei, eu era mais... Fofa, fisicamente, mas quem não era naquela época? Éramos todos tão pequenos, com quatro ou cinco anos.
Não sei se você fez parte dessa parte da minha infância, mas, sabe, eu era uma criança feliz, embora muito chorona. Em parte, talvez seja por isso que eu tenha esse emocional complicado. Um emocional que piora a cada dia depois que minha irmã foi embora, morar no Rio de Janeiro. Sabe, por um ano eu tinha esquecido minha infância, por um ano eu tive uma amiga verdadeira, por um ano eu tinha uma irmã maravilhosa que foi, sim, minha terapeuta. Talvez seja disso que eu precise, um(a) terapeuta.
Eu sempre fui uma menina romântica, boba e antiquada. Cartas de amor manuscritas, para mim, eram as únicas maneiras de falar para alguém que eu o amava, isso, hoje, nos tempos em que tudo é escrito pelo computador, pelo teclado e mandado com tanta rapidez pela internet, é uma coisa antiquada. Mas isso é o que eu mais apreciei nos tempos antigos. Antigamente tudo era tão romântico, o romance era tão mais simples. É, talvez seja isso que eu espere para mim, algo (ou alguém) romântico, mas nem tanto; que me faça sentir como se vivesse nas nuvens e em terra firme, ao mesmo tempo; algo (ou alguém) que me fale coisas românticas, mas não muito melosas. Eu sei que isso é utópico, mas talvez seja isso que eu espere.
Nunca foi a mesma coisa falar e escrever pra mim. Escrever é sempre mais fácil de me expressar, por isso estou escrevendo esta carta. Esta carta é pra me expressar, mais que isso, me libertar. Me libertar de algo que eu sinto, de algo que eu não consigo me separar, não mais.
Talvez fosse mais fácil se você fosse mais arrogante, mais frio. Mas não, você tinha que ser, como dizem, gente boa e, pra mim, fofo. Sim, eu já gostei de você uma vez, por um longo tempo, eu achava que era uma coisa boba na época, como aqueles namoricos de infância que alguma vez todos temos. Mas não. Por um tempo eu esqueci, minha cabeça enlouqueceu, eu não sabia de quem gostava mais. Eu não sabia se gostava de mim mesma. Foi uma época estranha. Eu estava muito confusa. Na verdade, ainda estou confusa, não sei o que acontece comigo, não tenho certeza de nada.
Não é como ser algumas dessas meninas populares da escola, que sempre sabem o que querem, que sempre tem alguém com quem conversar. Eu não sou assim, não sou decidida. Sou bem mais fechada. Tenho a mentalidade antiga, sim, não entendo nada de tecnologia. Queria ter vivido na época dos meus pais, onde crianças brincavam nas ruas não asfaltadas, onde a infância era sempre bem vivida, sem televisão, sem computador, sem nada, somente imaginação e companhia de outras crianças. Sempre foi o meu sonho ter a infância que eles tiveram, mas não tive.
Além de ter uma mentalidade mais antiga, eu tenho uma mente muito confusa. Não sei se aquela enxerida contou o que ela desconfia, o que eu tenho quase certeza de que é verdade, mas, como eu disse, quase certeza. Eu sinto falta do tempo em que tinha certeza. A certeza é uma dádiva, devia ter aproveitado enquanto a tinha, como não a aproveitei, posso conviver com a dúvida. Porque eu não quero ser aquelas garotas dos filmes da Disney, que ficam apaixonadinhas por alguém que não as veem.
A confusão que eu sinto não se compara a confusão dessa carta. Porque eu me pergunto: “Como uma pessoa não sabe que gosta de outra pessoa?”
Quando eu fiquei de castigo, meu pai disse que só não tiraria minha internet porque não queria que eu ficasse alienada. Me perguntei: “Mais alienada do que já sou?”
Eu sempre fui alienada, essa é a verdade, nunca percebi o que era tudo aquilo que me faziam quando eu era menor, nunca percebi o que fazem comigo... O que eu faço comigo mesma, sempre. Eu fiquei muito tempo sem perceber que eu sofri Bullying, mas realmente não me importo, porque eu mesma fiz isso acontecer. Ou talvez seja coisa da minha imaginação, mas é assim que eu me sinto agora, que minha irmã foi embora. Eu nunca contei isso a ninguém. Como isso é uma carta, resolvi escrever.
O que sentimos nem sempre é algo que se dá pra escrever, mas é o que eu estou tentando fazer, tentando fazer o impossível.
Não é como ser uma pessoa normal que sabe o que sente, ser uma pessoa tão alienada assim, só pode ser alienada na questão dos sentimentos, também, com os próprios sentimentos, até.
Eu não sabia que comecei a gostar de você de novo, até aquela época em que você e seus amigos ficaram gripados, eu estava completamente confusa. No primeiro dia vi você péssimo na sala de vídeo, tive que me controlar muito para não perguntar se você estava bem. Você parecia estar mais vermelho e com o cabelo todo bagunçado. Quando vi você na sala de aula, eu tive que ter muita força de vontade para não me virar o tempo todo para ver se você estava bem. Eu me preocupei com você, pela primeira vez eu me preocupei de verdade com alguém que não da minha família (real ou virtual). Eu achei que ninguém tinha percebido além de mim. Fiquei com medo de estar gostando de você novamente, e era exatamente o que estava acontecendo.
Então os dias foram se passando e eu fiquei me controlando para não ficar o encarando o tempo todo que o via. Porque essa era a minha vontade. Mas a vergonha era maior, vergonha de você descobrir, vergonha de seus amigos descobrirem, vergonha de ser zoada novamente, vergonha do que eu estava sentindo.
E agora estou aqui, com o coração apertado, escutando uma música meio deprimente, pensando em tudo o que eu escrevi. Toda a verdade que eu não consegui falar, mas sim escrever, porque é nisso que eu sou boa.
Talvez você já deva ter percebido quem é que escreveu isso, quem é que teve paciência para escrever uma carta de três folhas para você, quem é que quis escrever isso pra se libertar de algo impossível.
Eu tentei disfarçar, o máximo que pude, tentei ser eu mesma o tempo inteiro. Mas não dá. Talvez, se você tentasse conversar comigo sem a companhia de ninguém... Ou não... Não sei se eu conseguiria falar com você depois disso. Não depois de esclarecer o que eu sinto pra mim mesma.
Não estou dizendo que quero que você venha falar comigo, embora seja isso mesmo que eu queira, não quero que faça algo que não queira. Nunca quis. Ninguém pode te obrigar a nada. Talvez você nem esteja lendo esta parte da carta, mas não importa.
Eu só queria que você fosse menos legal com as pessoas, porque é realmente isso que me fascina. Espero que isso nunca mude, espero mesmo. E sabe quando você defendeu minha irmã? Quando aquele garotinho mais novo mostrou o dedo do meio para ela? Aquilo também foi muito legal. Queria que algum dia alguém faça isso por mim, sabe, me proteger de alguém que esteja me chateando.
Então, imagino que seja isso. Imagino que esta carta possa estar no lixo de sua casa, ou na rua, ou amassada como uma bolinha de papel para jogar nas pessoas, ou queimada. Ou ela pode estar em suas mãos, espero que essa seja a opção mais certa.
Com carinho e admiração
Alguém
Drop Shot 1 - Sentimentos
Mas o que são "Drop Shots"? São pequenos textos, como o próprio nome diz, de fácil leitura e não massantes, gostou? Deixe seu review em comentário!
É estranho quando vários sentimentos são facilmente confundidos e mesmo assim as pessoas os aceitam, aceitam o modo que eles fluem, o modo que eles são livres e sem limites, mas o sentimento mais puro e simples, pode vir a se tornar o mais complicado e misterioso por sua vez, é como um infinito que pode ser uma eternidade ou até mesmo um segundo, como dizia Lewis Caroll, infinito é o tempo que não se sabe quando começou nem seu fim, porém tem-se certeza de seu meio, um emaranhado de pequenos tempos justapostos um em seguida do outro, exatamente como o sentimento mais puro, denominado pelo homem de "amor", porém essa palavra não é somente uma junção fonética, é mais que isso, muito mais que isso, mais que um mistério, mas menos que um infinito misterioso, o 'amor' é o que se sente, se percebe, mas não se toca ou interpreta, ele simplesmente existe sem mais nem menos, não se sabe seu começo, muito menos seu fim, se é que este fim existe, mais longo que um infinito, mais curto que uma vida, num clima de tempos distorcidos e incertos ele nasce, cresce, se fortalece, mas não quer morrer, quer ficar ali e viver para sempre, na maioria das vezes ele escolhe a pessoa errada, mas as vezes para quem tem sorte e/ou a merece o amor escolhe a pessoa certa, caso você não tenha sorte, faça a merecer e se tiver sorte melhor ainda, pois o amor é justo, a vida não.
É estranho quando vários sentimentos são facilmente confundidos e mesmo assim as pessoas os aceitam, aceitam o modo que eles fluem, o modo que eles são livres e sem limites, mas o sentimento mais puro e simples, pode vir a se tornar o mais complicado e misterioso por sua vez, é como um infinito que pode ser uma eternidade ou até mesmo um segundo, como dizia Lewis Caroll, infinito é o tempo que não se sabe quando começou nem seu fim, porém tem-se certeza de seu meio, um emaranhado de pequenos tempos justapostos um em seguida do outro, exatamente como o sentimento mais puro, denominado pelo homem de "amor", porém essa palavra não é somente uma junção fonética, é mais que isso, muito mais que isso, mais que um mistério, mas menos que um infinito misterioso, o 'amor' é o que se sente, se percebe, mas não se toca ou interpreta, ele simplesmente existe sem mais nem menos, não se sabe seu começo, muito menos seu fim, se é que este fim existe, mais longo que um infinito, mais curto que uma vida, num clima de tempos distorcidos e incertos ele nasce, cresce, se fortalece, mas não quer morrer, quer ficar ali e viver para sempre, na maioria das vezes ele escolhe a pessoa errada, mas as vezes para quem tem sorte e/ou a merece o amor escolhe a pessoa certa, caso você não tenha sorte, faça a merecer e se tiver sorte melhor ainda, pois o amor é justo, a vida não.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Um amor incerto - Parte final
-Só vou te soltar quando você der um beijo de língua nele-
Não pensei duas vezes, abri minha boca e deixei que o clima me levasse, eu queria dar aquele beijo, mas não na frente de todos, não naquela festa, mas não tinha opção, aquele fora meu primeiro beijo e fora forçado, mas fora com o garoto que eu amava e tenho que admitir: Jorge sabe fazer um desafio e Willian sabe beijar bem...
No dia seguinte não me lembrava de muita coisa, lembrava do desafio e do beijo, acordei, olhei para o lado e vi Willian, lembrei de parte da noite, lembrei do momento que entramos no apartamento dele e o momento que me pus a deitar, não que tenha acontecido algo a mais, pelo menos a que me lembro... Levantei e fui até o banheiro, me arrumei e fui até a cozinha, fiz um café, arrumei tudo em uma bandeja e fui de volta até o quarto. Willian ainda estava dormindo, ele estava tão fofo segurando um urso de pelúcia.. Espera um urso?? Parece-me que até ele tem seu lado fofinho e sentimental, mas acordei ele sussurrando no seu ouvido:
- Bom dia, bonitinho. –
- Bom dia, meu gatão. – Ele respondeu
- Eu fiz o café da manhã e fiz o cupcake que você ama, vamos comer? – Eu ofereci
- Eu adoraria, mas eu teria que levantar e você sabe que eu tenho muiiiiita preguiça, meu pequeno cozinheiro, mas qual é a do avental “Kiss the cook”? – Ele brincou
- Obedeça ao avental, beije o cozinheiro. - Eu disse
- Você que manda. – Ele respondeu
Ele me beijou, um beijo quente e cheio de sentimentos, nos beijamos por um tempo, me afastei e ele começou a tirar minha camisa, eu o impedi dizendo em seu ouvido:
-Tudo bem, hoje é sábado, mas vamos tomar o café-da-manhã antes e fazemos o que você quiser depois –
- Okay, mas... Acho que não tenho camisinha em casa... – Ele disse suspirando.
- Seu pervertido, o que você quer fazer é... Seu maldito, pervertido e lindo, eu achei que você queria... – Eu comecei a brigar, mas ele colocou o dedo cobrindo meus lábios.
- O que você achou que eu queria fazer? Assistir “Friends” com meu “amigo” sem camisa? – Ele disse, tirando o dedo de meus lábios.
Eu o encarei por algum tempo, lembrei que estava segurando a bandeja do café, instintivamente olhei em volta, mas não havia ninguém, até porque estávamos na casa dele, coloquei a bandeja na cama, troquei de roupa, olhei para ele com uma cara de ódio e disse:
-Vou na farmácia e você tome café, coma os cupcakes e se quando eu voltar você ainda estiver na cama e os bolinhos nas formas, eu juro que te mato. -
Fui até a farmácia, completamente corado, e comprei as drogas das camisinhas, tinha um farmacêutico, ele era a unica pessoa que sabia que eu era.... Bem, ainda é estranho dizer, mas vou tentar ser simples, que eu jogava no outro time, mas com ele era diferente, ele tinha um namorado, então isso era normal, ele me deu um sorriso de cumplicidade quando cheguei ao caixa, bem não pude me contar a soltar um leve riso e voltei para a casa de Willian, mas ainda me perguntava como Willian sabia que eu era... Que eu era gay, ainda nutro um sentimento de desconfiança a este farmacêutico, será que ele estava envolvido? bem espero que não. Isso seria realmente ruim, uma mãozinha de John e meu destino se traçou? Cheguei em casa, me assustei de como tanto as formas, quanto o que eu usara para fazer os cupcakes estavam lavados e estavam secando, entrei no quarto e lá estava Willian me esperando e então percebi como o rumo de minha vida mudará e espero que o farmacêutico, John tenha ajudado Willian nisso tudo e percebi como eu devo agradecer ao destino por tudo que tenho. Saber que esse dia seria o dia que mudaria minha vida, mudaria minha vida com o garoto que mais amava em toda minha vida...
No dia seguinte, levantei, fiz minha higiene e era novamente segunda-feira, num misto de escola, trabalho e Willian, levarei minha vida e me pergunto, será que mais pessoas tem a sorte que eu tenho? O telefone tocou, era minha irmã mais velha, Rachel, sua voz parecia sem-vida e assustada, ela só me disse uma coisa:
- Logan, mamãe - Ela fez uma longa pausa - Mamãe morreu de ataque cardíaco, suas ultimas palavras foram: "Onde está Logan? Na casa do Willian novamente?", me diz que você está a salvo com Willian, pois se algo acontece-se com você, eu juro que morreria.
- Eu estou na casa dele sim, mas estou indo para ai agora mesmo. -
- Certo, não esqueça, eu te amo e muito - Ela caiu em lágrimas -
Essa ligação repentina me fez pensar, o quanto a vida pode mudar de uma hora para outra, eu pensei em mil coisas, até mesmo me matar, porém percebi que este era o ato mais egoísta que alguém pode fazer, lembrei do que minha irmã dissera, voltei a mim quando ouvi o som de uma buzina de caminhão, senti que minha vida se extinguira naquele momento, pensei "Serei atropelado? Com minha irmã sofrendo? Não mesmo" Afundei o pé no acelerador e passei antes do impacto com o caminhão, os níveis de adrenalina em meu corpo estavam claramente altos, finalmente cheguei na casa de Rachel, encontrei ela chorando no sofá e resolvi somente consola-la e esquecer-me de tudo que aconteceu comigo, minha unica rasão para viver era cuidar de minha irmã.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Um amor incerto - Parte 4
Tinha perdido completamente a
noção de tempo, corremos para a garagem, pegamos minha ninja e Willian foi
dirigindo, chegamos na festa, louise estava realmente brava, ela nos encarou
por um momento e disse:
- Logan, seu idiota, vocês demoraram, ao menos chegaram na hora do verdade ou desafio! -
- Você é perfeita, eu amo verdade ou desafio, vem Logan!! - Disse Willan
- Ce-certo, vamos! -
Subimos as escadas, tropecei no 4º degrau, acabei dando um tapa de leve na bunda do Willian, ele virou, ninguém mais viu, se alguém viu não comentou nada, graças a deus, ele me olhou com um olhar severo, podia sentir seus tons de advertência, ódio e certo prazer na voz quando ele disse:
- Cuidado na escada, idiota! - Ele disse sorrindo para mim.
Chegamos ao quarto, todos estavam sentados em um circulo, todos nos cumprimentaram, Charlie girou a garrafa, ela deu uns três giros, começou a parar apontando para mim, espera passou reto, vez de Louise, Charlie disse:
- Verdade ou desafio? -
- Verdade. - Respondeu
ela
- É verdade que você gosta do
Wi- ele foi interrompido
- Desafio, desafio. - Gritou
ela
- Desafio você a responder a
pergunta - Ele disse, seguido de um coro de "ohhhh!".
- Sim, eu gosto do Wil... - Ela
fez uma pausa - Gosto do Will.
Will arregalou os olhos,
levantou, ao mesmo tempo Louise disse "Não me odeie", ele foi até ela
e sussurrou ao seu ouvido: "Me encontre la fora, daqui 2
minutos", ele tentou falar baixo, mas eu estava do lado dela e tenho uma
audição apurada, exatamente 2 minutos depois Louise disse "Preciso ir ao
banheiro, já volto", sabia exatamente o que iria rolar, então não impedi,
a garrafa parou em Jorge e como Louise não estava lá, era com Charlie que
escolheria o que seria, então ele disse:
-Verdade ou desafio? -
- Desafio. - Jorge falou
- Vamos esquentar a noite,
então desafio você pegar nos peitos da Martina -
Ele hesitou de primeira,
tentou explicar que não o queria fazer, pois eles tinham uma grande amizade e
tudo mais, até que Martina disse "Ora, vamos, é só um desafio e o jogo
está demorando demais, não vou ficar brava", Ele pegou nos peitos dela
e alguém, cujo eu não reconheci a voz falou "É boa a sensação de
agarrar os peitos da sua melhor amiga?" e ele disse "Sim!", acho
que aquele foi o mais barulhento e dolorido tapa que já vi em toda minha vida,
tão alto que Louise e Will chegaram correndo para ver o que tinha ocorrido, o
mais cômico foi ver a borda de
batom vermelho semi-espalhados na boca de Will, se algo aconteceu,
tenho certeza que foi bom, pra ambos os lados, não resisti a tentação e disse:
- Venham pombinhos, sentem na
roda e joguem com a gente. -
Os doid sentaram de mãos dadas
na roda e Jorge girou a garrafa, era impossível olhar pra ele e
ignorar a marca vermelha de uma mão na bochecha direita dele, a garrafa girou
bastante, mas tipo, bastante mesmo, quando ela parou, parou justamente na
pessoa mais linda, sedutora e modesta da
roda, ninguém mais, ninguém menos que eu, sim eu mesmo,
Jorge olhou para mim e disse:
- Verdade ou desafio, Logan? –
- Como sempre, desafio, caro
Jorge – Eu respondi entrando no clima do jogo
- Desafio você a dar um beijo
de língua no Willian! – Ele disse com um sorriso malicioso
- O quê? Mas ele é um garoto e
meu melhor amigo –
- E daí? Não me importo, cala a
boca e beija –
- Nem fodendo.
- Um selinho, então. –
- Nem selinho, nem nada.
Só senti uma mão na minha nuca e vi o rosto de
Willian se aproximando, ele também foi pego de surpresa, pois nem conseguiu ter
uma reação, eu senti os lábios dele tocarem minha boca e ouvi:
-Só vou te soltar quando você
der um beijo de língua nele-
Não pensei duas vezes, abri minha boca e
deixei que o clima me levasse, eu queria dar aquele beijo, mas não na frente de
todos, não naquela festa, mas não tinha opção, aquele fora meu primeiro beijo e
fora forçado, mas fora com o garoto que eu amava e tenho que admitir: Jorge
sabe fazer um desafio e Willian sabe beijar bem...
Continua na Parte 5
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
O primeiro dia de aula de Alice Wonderbland
Nota do autor: Oi pessoas, estão curtindo meus textos?? ><
Comentem o que vocês pensam sobre o texto!!
Era finalmente o primeiro dia de aula,
minhas ferias foram realmente irritantes e monótonas, tudo de chato que existe
no mundo resolveu dar uma passada nas minhas ferias, agora tenho de ir à escola
novamente, escola nova, playboys irritantes novos, patricinhas fúteis novas, e
principalmente, professores novos, quem sabe eu não encontro algo para mudar o
ritmo da minha vida? Cheguei ao colégio, hora de encarar a realidade, não
conheço ninguém, não tenho nenhum parente ou conhecido aqui, será que será mais
um ano igual? Só eu, minha guitarra e meus livros, nenhum amigo? Sei que ainda
não estou recuperada do fato de o professor que eu mais confiava e amava pode
ser um monstro tão grande capaz de estuprar e matar minha irmã mais velha, o
sinal batera, hora de entrar na sala, ao abrir a porta fui recebida pelo garoto
mais bonito que já vi em toda minha vida, ele se aproximou e disse:
- Ei, gata! Você é nova aqui, certo? -
- Sim! - Eu disse
- Sou Daniel, Daniel Mark, mas me chame de
Dan ou Dani e você? - Ele perguntou
- Alice, Alice Wonderbland - Eu o respondi
- Então, pais das maravilhas¹, gostaria
que eu lhe mostrasse o colégio? - Ele ofereceu
- Seria uma honra - Eu agradeci
Chegamos ao pátio, varias pessoas
estavam dançando ou tocando algo ou escrevendo, quando Daniel virou para mim e
disse:
-Bem-vinda a Escola de Artes e Musica do
Texas, gata! -
- Obrigado, mas - Fiz uma leve pausa - Não
me chame de gata, nem pais das maravilhas, me chame de Alice ou Lice ou até
Cice².
- Certo, gata, digo Lice. - Ele exclamou
Ele começou a contar piadas de vários
assuntos, ri de muitas, pois mesmo sendo a maioria boba ou sem graça, eu as
achava engraçadas, pois ele sabia como contá-las e também queria ser educada,
pois aquele garoto transformou minha entrada na EAMT no melhor dia de toda
minha vida, espero não estar me apaixonando, nem parecendo boba, mas espero que
os próximos dias eu passe todo meu tempo com aquele garoto. Com carinho, Alice
W.
¹O nome "Alice Wonderbland"
é uma referencia a obra de Lewis Carroll: "Alice in Wonderland",
sendo sua tradução "Alice no pais das maravilhas)
² ''Cice" é uma referencia ao seriado
"Shake it up", pronuncia-se "Sise"
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Carta de um amor errado
Este texto não é uma ficção é algo que eu escrevi mentalmente e tinha que mostrar pra uma pessoa, mas não tenho coragem para isso, realmente espero que essa pessoa não seja um leitor deste blog =.=
Oi, não sei como começar isso, mas vou tentar começar do começo, eu te vejo todos os dias desde o começo do ano, estamos em novembro e ainda não tive coragem pra falar contigo, por favor não confunda as coisas, espero que você tenha feito como eu pedi e só esteja lendo essa "carta" em casa, sozinho, para eu poder lhe contar você deve me prometer 3 coisas:
1º Não leia esta carta se não estiver sozinho, no seu quarto, pois é importante para a regra Nº2
2º Nunca, em qualquer hipótese mostre isso para alguém, nunca, nem mesmo se você quiser falar com alguém sobre isso.
3º Após a leitura dessa carta, você tem 2 opções: Guardar em local seguro e seco, ou queima-la, sim queima-la, jogar fora sempre tem seu risco, faça o que eu peço, por favor.
Prometendo estas regras simples, continue a leitura, prometa baixo, e não esqueça de jurar por amor e por algo importante, eu, como disse anteriormente, te vejo desde o começo do ano, analisei sua interação com outras pessoas, sua timidez estampada no rosto, seus olhos azuis-claro, seu cabelo curto loiro, sinto algo estranho em relação a você, algo que nunca senti antes, um amor, não um amor fraterno ou amor de amizade, um amor de sentimento lindos e puros, mas tem um único problema evidente, você é um garoto e eu também, sei que isso não é algo que eu deveria sentir, principalmente por causa de meus amigos, todos os dias sonho com você e nesses sonhos que tenho mais ódio de mim mesmo, porque tinha que nascer em fevereiro? Porque tenho que ter o signo mais romântico do horoscopo? porque tenho que ter sonhos românticos e bobos com você? Porque não posso ser normal ter um amor normal? Não, tenho que me apaixonar por alguém que é tímido, eu amo e odeio pessoas tímidas, pois elas me deixam irritados e eu acho fofo, e não tenho como ficar irritado com pessoas fofas, eu só quero que você me diga que leu este texto, ao mesmo tempo que quero que nunca passe pela sua cabeça que eu existo, meu psiquiatra diz que é normal pessoas adolescentes sentirem atração por alguém do mesmo sexo, que isso é só uma fase, mas não consigo acreditar, sei que o que eu sinto não é só atração, não pode ser, não tive que namorar uma garota que não amei pra disfarçar tudo, não tive que fazer milhares de coisas para que um dia eu possa ter uma conversa que nunca acontecera, pois sei que sou sonhador demais, sei que meu mundinho e este mundo sujo e cruel que vivemos não batem e não tem semelhança, sei que sou só um adolescente que é otimista o suficiente para acreditar no que as professoras do ensino fundamental I dizem para levantar o animo das pessoas, sei que mesmo escrevendo essa carta para você, você não terminara de ler e magicamente se apaixonar por mim, sei que sou um adolescente que não cresceu, que vive no mundinho paralelo, um mundinho melhor, um mundinho onde posso me expressar, um mundinho bobo e infantil, recheado de felicidade, eu só queria dizer que te amo, mas também te quero como um amigo, na verdade chego a conclusão que não sei nada... Só que quero viver no meu mundinho romântico onde você é apaixonado e morre de amores por mim... Somente isso....
Oi, não sei como começar isso, mas vou tentar começar do começo, eu te vejo todos os dias desde o começo do ano, estamos em novembro e ainda não tive coragem pra falar contigo, por favor não confunda as coisas, espero que você tenha feito como eu pedi e só esteja lendo essa "carta" em casa, sozinho, para eu poder lhe contar você deve me prometer 3 coisas:
1º Não leia esta carta se não estiver sozinho, no seu quarto, pois é importante para a regra Nº2
2º Nunca, em qualquer hipótese mostre isso para alguém, nunca, nem mesmo se você quiser falar com alguém sobre isso.
3º Após a leitura dessa carta, você tem 2 opções: Guardar em local seguro e seco, ou queima-la, sim queima-la, jogar fora sempre tem seu risco, faça o que eu peço, por favor.
Prometendo estas regras simples, continue a leitura, prometa baixo, e não esqueça de jurar por amor e por algo importante, eu, como disse anteriormente, te vejo desde o começo do ano, analisei sua interação com outras pessoas, sua timidez estampada no rosto, seus olhos azuis-claro, seu cabelo curto loiro, sinto algo estranho em relação a você, algo que nunca senti antes, um amor, não um amor fraterno ou amor de amizade, um amor de sentimento lindos e puros, mas tem um único problema evidente, você é um garoto e eu também, sei que isso não é algo que eu deveria sentir, principalmente por causa de meus amigos, todos os dias sonho com você e nesses sonhos que tenho mais ódio de mim mesmo, porque tinha que nascer em fevereiro? Porque tenho que ter o signo mais romântico do horoscopo? porque tenho que ter sonhos românticos e bobos com você? Porque não posso ser normal ter um amor normal? Não, tenho que me apaixonar por alguém que é tímido, eu amo e odeio pessoas tímidas, pois elas me deixam irritados e eu acho fofo, e não tenho como ficar irritado com pessoas fofas, eu só quero que você me diga que leu este texto, ao mesmo tempo que quero que nunca passe pela sua cabeça que eu existo, meu psiquiatra diz que é normal pessoas adolescentes sentirem atração por alguém do mesmo sexo, que isso é só uma fase, mas não consigo acreditar, sei que o que eu sinto não é só atração, não pode ser, não tive que namorar uma garota que não amei pra disfarçar tudo, não tive que fazer milhares de coisas para que um dia eu possa ter uma conversa que nunca acontecera, pois sei que sou sonhador demais, sei que meu mundinho e este mundo sujo e cruel que vivemos não batem e não tem semelhança, sei que sou só um adolescente que é otimista o suficiente para acreditar no que as professoras do ensino fundamental I dizem para levantar o animo das pessoas, sei que mesmo escrevendo essa carta para você, você não terminara de ler e magicamente se apaixonar por mim, sei que sou um adolescente que não cresceu, que vive no mundinho paralelo, um mundinho melhor, um mundinho onde posso me expressar, um mundinho bobo e infantil, recheado de felicidade, eu só queria dizer que te amo, mas também te quero como um amigo, na verdade chego a conclusão que não sei nada... Só que quero viver no meu mundinho romântico onde você é apaixonado e morre de amores por mim... Somente isso....
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
A historia de John Mellar
Era dia 31/10, lembro perfeitamente daquele dia, acordei eram 8:59 p.m., acordei ao som de meu celular tocando, recebi uma mensagem de Lucy:
'' Hey, bela adormecida, estou dando uma festa de Halloween, pegue uma fantasia no quarto do Larry e venha rápido! Tenho uma surpresa pra você..."
Eu não pensei duas vezes, meu aniversario de 18 anos seria no dia seguinte, ou seja, provavelmente seria algo para meu aniversario, peguei uma muda de roupas, me vesti, peguei a fantasia e a enfiei na mala, peguei minha Ninja, coloquei meu capacete e fui até a festa da Lucy, chegando lá, fui muito bem recebido por Peter & Beth ficando na porta da casa, a musica estava tão alta que dava para ouvir da outro quarteirão, quando eu coloquei a mão na maçaneta, ela abriu e estavam na porta a Mandy, a Debby e o Guiseppe, Mandy e Guiseppe passaram por mim, de mãos dadas, Debby pegou minha gravata e me puxou, dizendo:
- Ownt, que fofo seu traje Hipster! Mas serio, gravata? -
- É, um passarinho azul me contou que você gosta de garotos que usam gravatas, já entendi o porque! - Eu respondi
- Maldito seja o twitter! - Ela brincou
- É verdade, onde está Lucy? - Eu perguntei
- Segundo andar, 3º quarto a esquerda, mas pra que a pressa? Curta um pouco comigo... - Ela replicou
- É urgente, desculpe! Sem contar que ela é a dona da festa! - Eu disse
- Anfitriã - Ela me corrigiu
- Foda-se e não me corrija! - Eu falei
Subi as escadas, cumprimentei as pessoas no caminho e entrei no quarto, lá estava Lucy e uma garota que eu não conhecia, eu falei:
- Oi, baixinha, quem é a garota? -
- Oi, John, essa é Melody, ela é nova na cidade, ela é minha prima, aquela que te mostrei a foto e você disse que queria ficar com ela! - Ela disse
- Verdade, sabia que a conhecia de algum lugar, prazer! - Eu repliquei
- O prazer é todo meu, gato! - Melody disse - É verdade que você ficaria comigo? É que eu sou BVL
- Claro! Você é linda e tudo mais... - Eu disse
Ela se aproximou de mim e me beijou, eu devolvi o beijo e pedi passagem com a lingua, ela concedeu...
Continua na parte 2
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Texto escrito em
Los Angeles County, CA, EUA
sábado, 16 de novembro de 2013
Um amor incerto - Parte 3
Nota do Autor: Nesse capitulo, tem finalmente PO-TA-RI-AS!! Se você, leitor, tiver menos de 12 anos, se recomenda que não leia!
- Mas você disse que me enxergava como um irmão e que não imaginava que eu gostava de você. - Eu repliquei
- Quanto a não imaginar, eu não imaginava que seria correspondido e sobre o irmão - Ele fez uma pausa - Eu gostaria de provar incesto com um garoto.
Não sabia o que responder, nem o que pensar, mas olhei para ele fixamente, - Ele gostava de mim esse tempo todo? - Pensei - Como ele não percebera que eu o amo? Sempre dei em cima dele - Então só consegui dizer:
- Eu sempre te dei cantadas, quase te beijei 3 vezes, como você não percebeu? -
- Estava cego de amor por um garoto super-fofo! Tipo literalmente cego... - Ele disse
- Quem? - Perguntei
- Você, seu bobo! - Ele disse segurando meu queixo.
- Vou usar meu lema! - Eu disse olhando pra baixo.
- Que lema? - Perguntou ele.
- Cala a boca e me beija! - Eu respondi.
- Como quiser, seu fofo! - Ele respondeu indo me beijar
Ele me beijou, eu sorri, olhei no relógio, estávamos atrasados, corremos até o colégio tivemos aulas super divertidas, só que não, tivemos química, historia matemática e inglês, após a aula era finalmente a festa de aniversario da Louise, cheguei em minha casa, junto com Willian, entrei no meu quarto, liguei meu mp3, coloquei a musica "The only exception - Paramore" e comecei a tirar minha roupa, quando comecei a tirar a calça olhei para trás, tinha esquecido completamente de Willian, ele estava excitado, subi na minha cama, ele estava sentado lá, sussurrei no seu ouvido:
- Posso tirar sua calça? -
- Você vai fazer o que? - Ele sussurrou de volta.
- Não se faça de inocente! - Eu sussurrei.
Mordi o pé de sua orelha e passei a mão pelo grande volume que se formava na calça dele, ele soltou um gemido de prazer, abri o ziper, retirei sua calça, dei um leve beijo por cima de sua cueca e disse:
-É quente aqui, vamos nos arrumar, Louise vai me matar se a gente se atrasar, ela sabe que você é minha responsabilidade, eu acho que tenho uma roupa que ficaria boa em você. -
- Tudo o que você quiser, gato. - Ele disse
Escolhi minha melhor roupa e vesti, peguei uma sacola e disse para Willian:
-Comprei essa roupa achando que ficaria boa em você - Eu disse, corando
A roupa era uma jeans, daquelas meio rasgadas, uma camiseta verde-escura escrita: "Vegetarianismo ético, direito de vida, todos tem!", ele olhou pra camiseta e disse:
- Como... Como você sabia que eu era vegetariano? Eu nunca contei a ninguém, não quero que me chamem de Hipster.
- Eu sei de muita coisa sobre você, tipo, você usa cuecas da marca Zorba.- Eu respondi
- Como você? - Ele fez uma pausa - Quer saber também não me importo, o que mais você sabe sobre mim?
- Seu ponto onde você fica excitado! - Eu disse
Lhe dei um beijo no pescoço e ele soltou um gemido de prazer, ele disse:
-Logan, eu te amo, queria fazer o que você também quer, mas.. a festa... - Ele soltou outro gemido, pois eu ainda estava o beijando seu pescoço, com minha outra mão em cima da calça.- Temos que ir, estamos atrasados.
Tinha perdido completamente a noção de tempo, corremos para a garagem, pegamos minha ninja e Willian foi dirigindo, chegamos na festa, louise estava realmente brava, ela nos encarou por um momento e disse:
- Logan, seu idiota, vocês demoraram, ao menos chegaram na hora do verdade ou desafio! -
Continua na Parte 4....
- Mas você disse que me enxergava como um irmão e que não imaginava que eu gostava de você. - Eu repliquei
- Quanto a não imaginar, eu não imaginava que seria correspondido e sobre o irmão - Ele fez uma pausa - Eu gostaria de provar incesto com um garoto.
Não sabia o que responder, nem o que pensar, mas olhei para ele fixamente, - Ele gostava de mim esse tempo todo? - Pensei - Como ele não percebera que eu o amo? Sempre dei em cima dele - Então só consegui dizer:
- Eu sempre te dei cantadas, quase te beijei 3 vezes, como você não percebeu? -
- Estava cego de amor por um garoto super-fofo! Tipo literalmente cego... - Ele disse
- Quem? - Perguntei
- Você, seu bobo! - Ele disse segurando meu queixo.
- Vou usar meu lema! - Eu disse olhando pra baixo.
- Que lema? - Perguntou ele.
- Cala a boca e me beija! - Eu respondi.
- Como quiser, seu fofo! - Ele respondeu indo me beijar
Ele me beijou, eu sorri, olhei no relógio, estávamos atrasados, corremos até o colégio tivemos aulas super divertidas, só que não, tivemos química, historia matemática e inglês, após a aula era finalmente a festa de aniversario da Louise, cheguei em minha casa, junto com Willian, entrei no meu quarto, liguei meu mp3, coloquei a musica "The only exception - Paramore" e comecei a tirar minha roupa, quando comecei a tirar a calça olhei para trás, tinha esquecido completamente de Willian, ele estava excitado, subi na minha cama, ele estava sentado lá, sussurrei no seu ouvido:
- Posso tirar sua calça? -
- Você vai fazer o que? - Ele sussurrou de volta.
- Não se faça de inocente! - Eu sussurrei.
Mordi o pé de sua orelha e passei a mão pelo grande volume que se formava na calça dele, ele soltou um gemido de prazer, abri o ziper, retirei sua calça, dei um leve beijo por cima de sua cueca e disse:
-É quente aqui, vamos nos arrumar, Louise vai me matar se a gente se atrasar, ela sabe que você é minha responsabilidade, eu acho que tenho uma roupa que ficaria boa em você. -
- Tudo o que você quiser, gato. - Ele disse
Escolhi minha melhor roupa e vesti, peguei uma sacola e disse para Willian:
-Comprei essa roupa achando que ficaria boa em você - Eu disse, corando
A roupa era uma jeans, daquelas meio rasgadas, uma camiseta verde-escura escrita: "Vegetarianismo ético, direito de vida, todos tem!", ele olhou pra camiseta e disse:
- Como... Como você sabia que eu era vegetariano? Eu nunca contei a ninguém, não quero que me chamem de Hipster.
- Eu sei de muita coisa sobre você, tipo, você usa cuecas da marca Zorba.- Eu respondi
- Como você? - Ele fez uma pausa - Quer saber também não me importo, o que mais você sabe sobre mim?
- Seu ponto onde você fica excitado! - Eu disse
Lhe dei um beijo no pescoço e ele soltou um gemido de prazer, ele disse:
-Logan, eu te amo, queria fazer o que você também quer, mas.. a festa... - Ele soltou outro gemido, pois eu ainda estava o beijando seu pescoço, com minha outra mão em cima da calça.- Temos que ir, estamos atrasados.
Tinha perdido completamente a noção de tempo, corremos para a garagem, pegamos minha ninja e Willian foi dirigindo, chegamos na festa, louise estava realmente brava, ela nos encarou por um momento e disse:
- Logan, seu idiota, vocês demoraram, ao menos chegaram na hora do verdade ou desafio! -
Continua na Parte 4....
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Cantinho dos leitores - O Lince
Texto enviado pela leitora: Renata Calil
Gênero: Terror/Suspense
Titulo: O Lince
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Ouço sussurros. Puxo meu cobertor para perto, Faz meia hora que estou nessa situação, não consigo relaxar, não consigo voltar a dormir, estou alerta. E eles não param, os sussurros, baixos, porém firmes e aterrorizantes. Não consigo distinguir de onde eles vem, parece estar no meu lado, ao mesmo tempo, nas minhas costas, de todas as direções. Estou a algum tempo parada, sem saber o que fazer, se há algo que eu possa fazer, não sei se corro ou grito, não isso seria suicídio, - Estou sozinho - Penso. - Não há nada, nem ninguém aqui, não há nada a temer - Mesmo repetindo isso para mim, milhares de vezes, não me sinto seguro, eu SEI que tem algo ali, mesmo eu não podendo toca-lo, eu sinto, eu ouço, e agora que meus olhos finalmente se adaptaram a escuridão, eu consigo ver. Olhos, dois grandes olhos azuis na minha frente, me encarando como um lince espreitando sua caça, olhos famintos por sangue. Eles desapareceram de um momento para outro, me deixado no escuro, não menos aterrorizado do que antes. Comecei a gostar da ideia de que eu estou, simplesmente, ficando louca e estou imaginando coisas, mas me parecia bom demais para ser a verdade, quando estava finalmente ignorando minha visão e quase me cedendo ao sono, a criatura me tocou. Eu pude sentir suas garras perfurando minha pele e então eu percebi que não era uma visão e que eu era a presa. Cedi aquela terrível garra, porque sabia que já tinha perdido, o "Lince" tinha conquistado sua presa e tive de aceitar isso. E é por isso que estou aqui agora. Agora eu sou a caçadora e você, minha presa.Aceite isso, como eu o fiz, dói menos e acaba mais rápido. Só não olhe para trás.
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E você leitor, tem algum texto que gostaria de publicar? É só mandar seu texto para: francisco-trabalhos@hotmail.com
Um amor incerto - Parte 2
"- O garoto. – ele fez outra pausa – É o Jason, não é?
- O quê? Não é não, você errou feio. – Eu dei umas risadas – O garoto é você!"
...
Ele ficou me encarando com uma cara de confusão e desprezo, eu poderia, e gostaria, dizer que ele fez algo totalmente inusitada e inesperada, dizer que ele me beijou, mas ele não fez nada disso, ele simplesmente se recuperou e disse:
- Eu, sinceramente, gostaria de ter uma boa resposta pra isso, mas... - Ele fez uma pausa - Não tenho, nem ao menos uma boa reação pra isso, eu imaginaria que você gostava de qualquer pessoa, menos eu, sempre te enxerguei como um amigo, ou melhor, um irmão.
- Desculpa, eu achei que... Eu confundi as coisas, realmente, me desculpa, eu não quero que você tenha uma má impressão de mim e tudo mais. - Eu repliquei
- Não, está tudo bem, tipo, de verdade. - Ele insistiu
Eu me aproximei dele, meu rosto estava tão perto do dele que podia sentir a respiração dele, então eu fechei meus olhos e deixei o impulso do momento me levar, fui me aproximando para lhe dar um selinho, ele não hesitou, só se mostrou indiferente quanto a isso, eu lhe dei um selinho e senti sua mão acariciar meu cabelo e sua outra na minha cintura, ele abriu a boca e senti sua linguá pedindo passagem, hesitei por um momento, mas logo, lhe cedi a passagem, depois do beijo, eu disse:
- Você me deu um beijo de linguá? Sabia que eu era BVL, se você não gosta de mim, porque fez isso?
- Eu nunca disse que não sentia nada por você... - Ele disse
- Mas você disse que me enxergava como um irmão e que não imaginava que eu gostava de você. - Eu repliquei
- Quanto a não imaginar, eu não imaginava que seria correspondido e sobre o irmão - Ele fez uma pausa - Eu gostaria de provar incesto com um garoto.
Continua na Parte 3.....
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Um amor incerto - Parte 1
Estou aqui para
contar a historia, que aconteceu comigo, talvez você conheça os envolvidos, não
irei tomar precaução de trocar nomes, até porque você iria descobrir de um
jeito ou de outro. Melhor que descubra por mim, peço que não tenha raiva, pena
ou qualquer sentimento diferenciado por causa de estes textos, antes de tudo,
sou eu Logan Hampton, que esta escrevendo esse e-mail para você, tentarei te
deixar num contexto melhor possível, vou começar:
Era uma segunda
normal, estava indo no caminho para a faculdade, eu estava pronto para
encontrar Willian e sua irmã, Rosane, o caminho da faculdade era longo, mais do
que o colégio onde Rosane estuda, então ficamos sempre cerca de 50 minutos
sozinhos, Willian sempre foi um amigo muito bom, sempre companheiro e
maravilhoso, não faço a mínima ideia de quanto tempo nos conhecemos, acho que
sou amigo dele desde que me conheço por gente, uma amizade longa, acabei me
apaixonando por ele, acho que no ano retrasado (2011, estamos atualmente em
2013), mesmo escondendo meus sentimentos ao Maximo acho que ele percebeu, mas
parece não ligar, até que um dia resolvi falar a verdade para ele:
- Willian, sabe que nos conhecemos, acho que a vida toda,
correto? – Perguntei.
- Correto, mas porque a pergunta? – Ele se indignou.
- Sabe, eu acho, somente penso, na verdade nem sei se tenho certeza...
– Eu fui interrompido.
- Para de enrolar e fala logo, Logan! – Willian me
interrompeu .
- Certo, acho que você já sabe, mas e-e-eu es-estou... – Fiz uma breve pausa – Apaixonado por um
garoto.
- É verdade, percebi que você mudou esses últimos dias. –
Ele acrescentou.
*Como ele poderia saber que eu era gay. Nunca disse isso a ninguém.*
- Na verdade, eu até acho que sei quem ele é... – Ele fez
uma pausa com um sorriso malicioso – Sei mesmo.
- Incrível então quem ele é?
- O garoto. – ele fez outra pausa – É o Jason, não é?
- O quê? Não é não,
você errou feio. – Eu dei umas risadas – O garoto é você!
Continua na parte 2...
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Texto escrito em
Curitiba - PR, República Federativa do Brasil
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
A Carta de Suzanne
Querido Sebastian,
Estou lhe escrevendo esta carta com intenção de você ter noticias sobre mim, mesmo assim, vou me matar amanhã e quero desabafar sobre minha vidinha inútil, não tente me impedir de me suicidar, provavelmente quando você receber esta carta eu já estarei morta, primeiramente quero falar que amei todos os anos em que passamos juntos, todas as noites de "ação" que tivemos, mas me arrependo amargamente por termos nos separado, não pense que sofri, estive bastante feliz com meus "amigos" fazendo "brincadeiras", não me arrependo de ter matado meu chefe e sua esposa e três filhos a sangue frio, nem as 29 pessoas inocentes, mas mesmo se eu for para o inferno, ainda tenho duvidas se o inferno realmente existe, não me arrependerei, pois sei que se eu o fiz, eu fui destinada pelo destino a fazer isso, ninguém vai descobrir meus crimes, nem vai suspeitar de você, mas voltando a nossas relações sexuais, eu lamento dizer, mas eu fingi TODOS os orgasmos.
Estou lhe escrevendo esta carta com intenção de você ter noticias sobre mim, mesmo assim, vou me matar amanhã e quero desabafar sobre minha vidinha inútil, não tente me impedir de me suicidar, provavelmente quando você receber esta carta eu já estarei morta, primeiramente quero falar que amei todos os anos em que passamos juntos, todas as noites de "ação" que tivemos, mas me arrependo amargamente por termos nos separado, não pense que sofri, estive bastante feliz com meus "amigos" fazendo "brincadeiras", não me arrependo de ter matado meu chefe e sua esposa e três filhos a sangue frio, nem as 29 pessoas inocentes, mas mesmo se eu for para o inferno, ainda tenho duvidas se o inferno realmente existe, não me arrependerei, pois sei que se eu o fiz, eu fui destinada pelo destino a fazer isso, ninguém vai descobrir meus crimes, nem vai suspeitar de você, mas voltando a nossas relações sexuais, eu lamento dizer, mas eu fingi TODOS os orgasmos.
Inicio de tudo
Hey, pessoas!
Aqui é o Marshall-kun!
Neste blog vou postar meus pequenos textos que gosto de fazer no tédio, espero que gostem, se acharem necessário, comentem a historia para eu tentar melhora-la. ^^
Aqui é o Marshall-kun!
Neste blog vou postar meus pequenos textos que gosto de fazer no tédio, espero que gostem, se acharem necessário, comentem a historia para eu tentar melhora-la. ^^
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