quinta-feira, 5 de junho de 2014

Love, School, Demons & Ice Cream - Parte 3

Gênero: Romance, sobrenatural, demônios e anjos, vida escolar.
Palavras: 450 (pequeno, desculpa...)
Escritor: Marshall Strauss
   Ele me beijou assim? Do nada?Juro que não entendi, coloquei 200 dólares na mesa e sai correndo em direção a limusine que me aguardava na frente da lanchonete, abri a porta do carro e lá estava minha prima Annie, e seu namorado Aaron, o filho do diretor, e a paixão não tão secreta de Jessica. Quando Annie me viu sorriu e disse:

- Bem fofo aquele garoto, seu namorado? Porque não me contou que era gay? Quem era a vela, é impressão minha ou eles são irmãos? Porque ela estava olhando pro Aaron? 
- Annie, não me encha de perguntas. Conte-me sobre sua viagem ao Brasil e esqueça minha vida amorosa – Disse estendendo minha mão para Aaron, para cumprimentá-lo.
- Ah não. Já ouvi essas historias um milhão de vezes cara, não vou ouvi-las novamente. – Resmungou Aaron.

 Annie me olhou com uma cara de desaprovação e começou a fazer milhares de perguntas, simplesmente a ignorei, coloquei meus fones e me perdi nos meus pensamentos sobre o que aconteceu nesta tarde, ao chegar em casa, cumprimentei meus pais e alguns empregados. Fui até meu quarto e dispensei todos os empregados, só queriam conversar, mas não estava no meu juízo perfeito, então fiquei com medo que pedissem conselhos. Fui trocar de roupa, mas nenhuma me agradava, nada ficaria bom, essa era a minha sensação, então simplesmente deitei vestindo minha boxer vinho em minha cama, foi quando um lobo branco entrou pela janela, dei um pulo ao ver o tamanho da fera, saquei uma espada que estava de enfeite no meu quarto, mas a fera se transformou em John, que ao me ver ficou com metade do cabelo preto, o que significava que ele estava muito corado, ele então disse com a voz falha:

- Rick, corpo b-bonito, definidos músculos, esqueceu mala, músculos, lanchonete, troco, sexy...
- John, espere, respira e fale direito. – Disso soltando minha espada e indo em direção a ele.
  John se sentou em minha cama, me sentei ao seu lado, ele deu uma respiração lenta e profunda. Olhou-me e disse:
- Direto. – Disse sorrindo.
- O que? – Perguntei, segurando o riso
- Não foi isso que você pediu? – Disse.
- Não, era para você repetir o que disse antes. – Respondi rindo.
- Ah sim, você esqueceu sua mala e seu troco na lanchonete, você tem corpo bonito e músculos definidos. - Disse ficando com o cabelo completamente negro.
- Porque não me entregou amanhã no colégio?
- Porque eu queria te ver hoje, você saiu correndo depois que te beijei.
- Não importa agora. – Disse, lhe dando um selinho. – Cara... Porque não me contou antes... Porque não me contou antes que... Você podia virar um lobo, cara,  que maneiro. 

Like the legend of the phoenix! With ends and begins!

 Eu voltei!! Dei uma organizada na minha vida e cara, que saudades de escrever e escutar as musicas que eu ouvia quando escriva trazia uma saudade maior ainda, deuses, eu vou postar a 3ª parte do LSD&IC logo (Hoje se eu conseguir finalizar, agora que entro em férias, vou começar a escrever mais e como isso mudou minha vida, eu não aguentava mais deixar de escrever!

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Não Morri!!!!!

Então gente, estou passando por um período de provas dificil, (quem está acima da 5ªsérie sabe como é! [Que é quando as provas começam a ficar dificies e necessitam de estudo] Estou no 9º, então pra mim é dificil... E se você está abaixo da 5ªserie na boa, sai daqui, vai ler turma da mônica e vai ter infancia, aqui não é teu lugar ainda... Ainda...) Então passei pra dizer que nem eu nem o blog morremos, então (ta com muito "então" isso aqui) não desistam de mim >< , amanhã tem texto novo, eu espero...

quarta-feira, 26 de março de 2014

Hide in Black - Parte 1

Gênero: Romance, vida escolar.
Palavras: 400
Escritor: Marshall Strauss
O sinal tocara, depois da mais longa aula e matemática de minha vida, estava sentada em um banco com meus amigos quando um garoto um tanto quanto atrapalhado se aproximou de nos, ele tinha um olhar confiante e um ar familiar, um tanto quanto nostálgico, cumprimentou a todos (o que se tornara um habito no colégio, ninguém sabia ao certo porque, mas as pessoas se cumprimentavam sem nem se conhecer, o que eu acho um tanto estranho, mas não vem ao caso o que eu acho ou não), ele não era um galã de novela, mas tinha lá seu charme, tinha a impressão que já o conhecia, mas ignorei este pensamento, pois tenho uma memoria de merda, conversamos um pouco sobre matemática (como já deve ter percebido é a coisa que mais odeio no mundo, mas todos parecer querer falar sobre nisso comigo.), porem o recreio era curto, então voltamos para a classe, a professora de português entrou com um sorriso no rosto e seguindo ela estava o garoto que eu havia recém-conhecido, seria o destino? Ele acenou e eu devolvi com um sorriso, ele sentou na carteira a frente da minha, não passou 3 minutos de aula ele me passou um papel dobrado, o peguei e o abri, estava escrito:
“Então... Serei direto, Jorge é seu namorado?”
“Não, só ficamos uma ou duas vezes... Só isso...” – Escrevi.
“ Hmm... Entendo, está apaixonada por alguém?” – Ele pergunto.
“ Não, só me ferro em relacionamentos, então tento me distanciar de possíveis romances, mas já que não acho a pessoa certa, ,me divirto com as erradas, tipo o Jorge...” -Respondi
“Sério? Os seus 6 livros de romance na mala estão dizendo o contrario!” – Ele escreveu.
“O que? Não mesmo! Minha mala tem só dois livros e são de terror...” – Corrigi.
“Eu sei, estou te testando, rs, mas enfim, vou ser ainda mais direto, quer sair comigo no sábado?” –
“Como amigos ou um encontro?” – Perguntei.
“Um encontro de amigos, o que acha?” – Ele disse.
“Pode ser! Quando e onde?”
“Sei lá! Que tal as 18:00 no Shopping Müeller¹?”
“Combinado, vamos ao cinema, então?”
 “Sim, vamos ver “Em Chamas”? ”-
“Como você sabe que eu amo Jogos Vorazes?”
“Não sabia, mas você gosta de Supernatural!”
“Agora você tá me assustando, como você sabe?”
“Sua camiseta...” – Ele ‘disse’
“Entendo..” – Escrevi.

E assim fiz a melhor escolha de minha vida, embora o momento não sabia disso.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Love, School, Demons & Ice cream - Parte 2

Gênero: Romance, sobrenatural, demônios e anjos, vida escolar.
Palavras: 1.019
Escritor: Marshall Strauss
Ao Final das aulas, estava totalmente exausto e não tinha para onde ir, minha mãe estava no trabalho e meu pai... Meu pai não me importa mais, então provavelmente iria ficar vadiando em qualquer lugar, sem ter nada para fazer, estava saindo do colégio, quando senti uma mão em meu ombro, me virei pronto para simplesmente matar qualquer pessoa que viesse implicar comigo, mas para minha surpresa, lá estava John e claro, Jessica, então ele sorriu e disse:
- Ei, já está indo tão cedo? Sem nem nos dar tchau? –
- Opa, desculpa, não estou muito acostumado a me despedir, as pessoas nunca se importavam mesmo. – Eu disse.
- Sério? Nem imagino o porquê. – Comentou Jessica, com um ar rude.
- Você é sempre assim? – Perguntei
- Assim como? – Ela replicou.
- Rude e detestável. – Eu respondi.
- Sou, algum problema? – Ela insistiu.
- Nenhum, só para saber mesmo. – Eu disse de maneira leve, porem com um sutil toque de superioridade.
- Então, Rick, posso lhe chamar assim? Quer ir com a gente na panificadora? Eles vendem doces maravilhosos! – John disse com uma voz doce e um tanto quanto persuasiva.
- Eu adoraria, mas não sei onde fica. – Eu disse, com um sorriso maldoso para Jessica, que visualmente não gostara da ideia.
- É bem perto, vem com a gente. – Disse John sorrindo.
 Fomos até a tal panificadora, ao chegarmos lá, nos sentamos em uma das mesas que ficavam numa espécie de varanda do local, uma funcionaria chegou até nós, ela estava vestida de maneira estranha, com um vestido de empregada que se vê em desenhos e coisas do tipo, ao ver  John e Jessica, ela sorriu e disse:
- Vocês vão querer o de sempre? –
- Sim, mas hoje quero um chá gelado ao invés de chocolate quente. – Disse John.
- Vou com o de sempre. – Disse Jessica, olhando para a garçonete. – Ah, imagino que não haja problema com a forma normal de John, ele deve estar cansado de ter que sustentar esta forma o dia todo, certo?
- Problema nenhum, senhorita Jessica, e o rapaz? Vai querer o que? – Ela perguntou em direção a mim.
- Acho que vou querer o mesmo que John. – Eu respondi
- John? Quem é John? – Disse a Garçonete.
- É o nome de disfarce do Shiel MacLiar. – Disse Jessica.
 Foi neste momento que algo me tocou, “MacLiar” é um nome comum para mim, só não lembrava de onde era, foi ai que John soltou uma espécie de miado e se transformou em um garoto totalmente diferente, ele estava com o cabelo todo bagunçado de cor branca, seus olhos amarelos e uma roupa totalmente branca,  haviam duas orelhas de gato em seu cabelo, também brancas e, algo que demorei um pouco para perceber, uma cauda, algo meio estranho, então me lembrei de onde ouvira MacLiar, eles eram a família que minha mãe dera um lar e salvou da guerra santa, então pensei que não se importariam que eu tomasse minha forma verdadeira, minha forma de demon, então comecei a trocar de forma e logo estava em minha forma verdadeira com roupas imperiais, todos olharam para mim com um olhar de desespero, menos John, que sorriu para mim, as duas se curvaram diante de minha presença, de inicio não tinha entendido o porque, já que ninguém se curva diante de um simples príncipe que só chegaria ao trono daqui 38 anos, mas então algo me ocorrera quando John se ajoelhou, virei e lá estava meu pai, com toda sua imponência real, ele me olhou e logo disse:
- Filho, estive te observando o dia todo, então, esta é a garota que implicou contigo? – Ele disse, se virando para Jessica. – Diga criatura, como gostaria de morrer?
- Pai, porque você sempre quer matar as pessoas que não se dão bem comigo? Ao invés de fazer seu trabalho e tentar melhorar o mundo, como lhe pedi, meio que desde que aprendi a falar?
- Certo, vou embora, mas é bom que tudo esteja em ordem quando eu voltar para te buscar. –
- O mordomo Jossep, já vem me buscar, pois você o tirou de um trabalho super importante para isto, então vá até ele peça desculpas e me mande minha moto, e não esqueça que hoje é seu aniversario de casamento, compre um vestido para mãe, se não ela ira sair de si de novo e destruir mais 16 cidades, como da ultima vez. –
- Certo, filho, até mais. –
 Voltei a me sentar e sorri, todos voltaram ao normal, a garçonete foi buscar o pedido e quando voltou disse, “É por conta da casa.”, mesmo assim insisti em pagar o lanche, estávamos comendo quando Josh disse:
- Sou grato pelo que sua mãe fez por minha família, acredito que Jessica também, não é mana?
- É... – Disse ela olhando para baixo.
- Espere vocês são irmãos? Então porque você está em forma humana? –
- Bem, sou mais velha, então consigo aguentar a forma humana mais tempo, não vejo necessidade de ficar na normal. –
- Ela só tem vergonha, porque eu sou branco, pois meu poder é lunar e ela é dourada, pois tem o poder Solar e tem umas mechas rochas que simbolizam a paixão, que aparecem quando ela está perto de alguém que gosta e ela ama o filh-. – Ele foi interrompido pela Jessica, colocando a mão em sua boca.
- Você também tem, só que são pretas, e estão bem aqui, pois você está perto do Rick. –Disse ela, procurando a mecha preta e a exibindo como um prêmio.
- Ei, não conte meus segredos. – Disse John, os dois riram e eu senti meu rosto corar.
- Que fofo, vocês, demônios são como humanos e ficam corad-, seus cabelos negros estão ficando roxos. – Disse Jessica rindo.

 Já não sabia o que fazer, tudo ocorrerá rápido demais, então estava extremamente corado, então comecei a comer, sem fazer contato visual com nenhum dos dois, foi quando, John tocou meu queixo e o levantou, e eu que já estava corado, fiquei ainda mais, foi então que ele me beijou, ao sair do beijo mordeu meus lábios.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Preciso de um tempo, o problema não é você... Sou eu...

Oi pessoas, eu já estava desaparecido por um tempão não é mesmo? Então, eu estou com alguns probleminhas com horário e metas, então eu decidi que deveria, avisar qee a historias VÃO ser atualizadas, porem com menor frequência..., Eu sei que é chato, até porque acabei de começar 2 historias que devem ter pelo menos umas 2 ou 3 continuações, mas o aviso é só este mesmo, aguardem novas atualizações!

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Love, School, Demons & Ice creams!

Gênero: Romance, sobrenatural, demônios e anjos, vida escolar.
Palavras: 630
Escritor: Marshall Strauss
Era dia 11/02, meu primeiro dia de aula, cidade nova, vida nova, amigos novos, e claro, um colégio novo. Depois de minhas 5 expulsões, não imaginava que uma escola fosse me aceitar, mas aqui estava eu, o garoto problemático em um novo colégio e, obvio que não seria nada fácil. Logo no primeiro dia de aula, quando pisei na entrada do colégio, senti uma energia estranha, a ignorei não queria problemas logo de cara, me deparei com um com um garoto ruivo, ele tinha olhos verdes lindos, lendo um livro chamado: As vantagens de ser invisível, que por simples e sutil ironia do destino, era, simplesmente, meu livro favorito, ele estava com uma expressão um tanto quanto triste, com um sutil toque de mistério, de quem estava realmente entretido no livro e em mais nada, me senti na obrigação de conhece-lo, pois, oras, ele estava lendo o meu livro favorito, preciso de mais motivos? Me sentei ao lado dele e disse:
- Você já se sentiu infinito? –
-Perdão, você está falando comigo? – Disse ele, se virando para mim.
- Oh, sim! – Eu respondi.
- Ahn, provavelmente não, infinito não é um sentimento que eu me lembre. – Disse ele com uma voz suave e amigável.
- Como? Não se lembra? Se sentir infinito é uma metáfora, é como se sentir que nada vai acabar, nada mereça continuar, é simplesmente se sentir infinito. – Eu expliquei.
- Entendo, como o Charlie descreve. – Ele disse. – Quando você se aproximou meu coração acelerou, isso é o que os outros adolescentes chamam de gostar de alguém?
- Olha, acho que é um sentimento de amizade ou segurança ou ... – Fui interrompido por ele.
- Ou medo? – Ele sugeriu.
- Espero que não. – Respondi.
O sinal tocou, ele colocou o livro na mochila, a mala dele parecia pesada, me ofereci para carrega-la, pois eu vi a dificuldade que ele teve ao levantá-la, ele simplesmente sorriu, peguei a mala dele, e para minha surpresa, era bem mais pesada do que eu imaginava, mas eu não conseguia saber o motivo, provavelmente só haviam livros nela, talvez este garoto fosse um leitor compulsivo, chagando na sala ele me abraçou eu não soube como reagir, pois nunca havia recebido um abraço de uma pessoa que não fosse meu pai, geralmente as pessoas fogem de mim, uma garota se aproximou de nós, cumprimentou o ruivo e disse:
- John, quem é este garoto, este é o tão comentado aluno novo? – Ela perguntou.
- Perdão, eu se quer perguntei seu nome. – John disse.
- Richard, eu peço desculpas, eu também não perguntei o seu. – Eu disse, me virei para a garota. – E você seria?
- Jessica, então você é mesmo o tão falado aluno novo, varias garotas se derretem por você, mas não sou fútil como elas, não basta ser um rostinho bonito pra me conquistar. – Ela disse de maneira rude.
- Eu gosto do Richard, gosto dele do jeito que gostava de Mark! – Disse John de maneira doce.
- Você mal o conhece, não pode gostar dele assim! – Jessica o conteve.
- O professor Velen diz que sentimentos podem vir a primeira vista. – Continuou John.
- O professor Velen é o professor de filosofia, ele é um sonhador, ele não sabe da realidade, ele não serve de referencia. – Disse Jessica.
- Pelo contrario, ele deve ser levado em consideração sim, ele é uma grande fonte de sabedoria, é mais esperto que você pensa. – Eu disse.
- Tanto faz. – Ela respondeu.

 O professor entrou na sala, ele se apresentou como, Ed, o professor de química, passou um trabalho em duplas  para meu azar, meu parceiro não foi o doce John e sim Jessica, a amarga, não acho que isso vai dar certo, só espero que não acabe em morte... Como da ultima vez. 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Bloody axe in the camp - Parte 1

Desculpa, estou começando as aulas e deuses, é muita coisa, desculpem mesmo. Este é um texto de terror/romance hétero, espero que gostem, comentem!! 

 Era 21/01, estava em minha ultima semana no SideLake Camp, ou como costumamos chama-lo, O SLC,era cerca de 21:00, a lua brilhava e não havia nuvens no céu, era uma noite linda, estavam todos em volta da lareira, em um momento clichê, onde os veteranos, contavam historias de terror para assustar os calouros,  eu estava morrendo de medo, mas não queria demonstrar isso, pois Jack estava lá, não queria que ele tivesse uma visão que eu era uma garota boba e fraca, com medo de qualquer historinha de terror de um acampamento bobo, no final da historia, eu disse ao veterano que contava:
- Essa historia é boba, agora quer dizer que todo ano algum adolescente some neste acampamento, por culpa deste “machado sangrento”...
- É isso que acontece, se você acha tão bobo, porque não passa a noite na cabana abandonada? Quem sabe você não encontra o corpo de alguém lá! – Ele me respondeu.
- Vou mesmo e digo, nada vai acontecer, porque, isso não passa de uma historia retardada de um acampamento igualmente retardado! –
- Vou com ela! – Disse Jack – Não posso deixar uma garota tão linda como, Juliet, ficar naquele lugar imundo, sozinha...
- Certo, Herói! Vão vocês dois! A meia-noite, o que é daqui a 15 minutos, vocês devem estar na cabana, só poderão sair de lá a 6 da manhã.
 Fomos até nossos chalés e arrumamos nossas coisas, não sabia ao certo o que iriamos encontrar lá, então um spray de pimenta é bom, um veneno para insetos e claro, uma boa piromaníaca, não sai sem um isqueiro e um frasco de álcool, peguei meu saco de dormir e segui em direção ao chalé de Jack, enquanto esperava ele, terminei meu desenho, o desenho era um filhote de Golden Retriver em uma caixa de presente, era o presente que eu iria dar para Linda, se ela não tivesse morrido nas mãos do monstro que se diz meu padrasto, embora minha mãe não saiba, ele a matou e me ameaçou caso falasse para alguém, estava arrasada, mas mesmo assim, estava segura, carregava comigo minha espada fónissa (Grego, para Assassina), chegamos a cabana abandonada e lá estava o veterano, nos esperando, para garantir que passaríamos a noite lá, cretino, acha que eu não cumpro o que prometo, bem, estava tarde, montamos nossa barraca dentro da cabana, Jack estava quase dormindo, então resolvi dar uma olhada no que havia de tão especial naquela cabana infeliz, havia somente um monte de quadros feios, uns dois quartos e muita, muita teia de aranhas, um corpo morto, uma pistola antiga, e mais quadros fei-, Espere um corpo MORTO? Fui até o cadáver, e de cara percebi que ele fora decapitado, havia uma marca em seu abdômen um “V”, bem, isso é bem assustador, o cheiro era... Bem, pra falar a verdade não havia um cheiro de decompostos, mas um cheiro de... Formol, sim, havia uma porta atrás do corpo, a maçaneta ensanguentada, a abri, esperava que tivessem mais corpos, mas havia somente um mostruário, aqueles onde pessoas exibem coisas de valor, uma caixa de vidro, lá havia um machado sujo com sangue, com uma placa, obviamente feita de ouro, com as inscrições:

“Grim Reaper (Ceifador de Almas, em grego)
Cada alma executada por este machado, será utilizada para torna-lo mais forte, cada sacrifício para salvar a humanidade, ou a destruí-la”

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Eu não quero voltar sozinho!

Oi, pessoas, hoje eu não estou aqui para postar um texto e sim para mostrar uma coisinha pra vocês! Bem, Este é "Eu Não Quero Voltar Sozinho", é um curta que assisti e achei muito legal compartilha-lo!
Sinopse: A vida de Leonardo, um adolescente cego, muda completamente com a chegada de um novo aluno em sua escola. Ao mesmo tempo, ele tem que lidar com os ciúmes da amiga Giovana e entender os sentimentos despertados pelo novo amigo Gabriel.
Atualmente estão gravando o Longa-metragem deste curta, que pelo que eu entendi, é uma continuação, mas nunca fui em bom entendedor, então o jeito é esperar.Legendas em: Inglês, Francês, Espanhol e Turco.


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Rainy Day - Parte Bônus


Hey, pessoas , eu voltei, com o que vocês estavam esperando!! Rainy Day!! E a musica de Hoje é: Paramore - Hallelujah
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Estava me arrumando para o dia tão esperado, o jantar com Dio, estava um pouco nervoso, como iria contar sobre o sonho? Qual seria a reação dele? Só iria descobrir no horário do jantar. Lucy entrou no quarto e me viu, ela me deu um sorriso e disse:
- Você se recuperou rápido, aonde vai tão arrumado?
- Vou num jantar com Dio, mas não sei se essa é a roupa certa... – Disse
- Roupa certa? Você está de terno, Dio é a pessoa menos formal que conheço, onde vão jantar? – Perguntou Lucy.
- Sabe onde você e o Justin foram ao seu primeiro encontro? -  Perguntei
- Sei, vocês vão a uma pizzaria e você está de terno? – Disse Lucy.
- Basicamente... – Suspirei
- Você está muito nervoso mesmo, qual é o problema? –
 Olhei para Lucy por um momento, mordi meu lábio inferior, sentindo meu rosto corar, comecei a tirar a gravata, lhe contei sobre o sonho, ela arregalou os olhos, sentou ao meu lado, me deu um abraço e sussurrou ao meu ouvido “Meu deus, isso é tão fofo, agora vou escolher uma roupa certa pra você...”, Ela levantou e mandou eu tirar o terno, a obedeci, ficando somente de cueca, ela começou a tirar algumas roupas do armário, depois de alguns momentos, ela me deu uma camiseta verde, um colete preto, uma jeans e um All-star preto, vesti as roupas e me olhei no espelho, como sempre estava perfeito, Lucy fazia faculdade de moda, olhei para Lucy, ela sorriu para mim e disse:
- Bem, está na hora e você ir, lembra como se dirige uma Ninja, certo?
- Ahn... Não... Será que você... Podia... – Disse pausadamente.
- Claro, mas somente se a gente for agora, pois mais tarde foi assistir a um filme na casa de Justin, acho que na volta Dio não se importara em te trazer... – Ela disse.
 Quando estávamos saindo de casa, percebi uma coisa que me deixou triste, a chuva havia parado, não lembrava ao certo o motivo, mas a chuva me trazia uma sensação boa, como se algo importante fosse acontecer por causa da chuva, não lembrava o que, quando chagamos ao restaurante, Justin estava no carro, esperando Lucy, Dio estava fumando, ao lado da porta, quando chagamos, nos cumprimentamos, quando cheguei perto de Dio, comecei a tossir, ele apagou o cigarro quando percebeu que eu tossia Lucy lhe entregou as chaves da Ninja, Justin sussurrou algo para Dio, ele tateou o bolso e acenou com a cabeça para Justin, Lucy e Justin foram para o carro, saíram para casa dele, provavelmente, não iriam só ver filmes, mas isso não importava, sentamos em uma mesa, Dio pediu uma pizza portuguesa para nós, eu estava nervoso, minhas mãos estavam suadas e geladas, não sabia porque disso. A conversa fluía com facilidade, por mais incrível que parecesse. Até parece que aconteceria alguma coisa naquele jantar. Bebi um copo d’água, percebi então que fora um erro, pois minhas mãos estavam tremendo. Olhei para baixo quando ele me fez um elogio, limpando minhas mãos em minhas calças jeans, corado, após comermos a pizza, ele se levantou, ajoelhou do meu lado de disse:
- Você quer casar, digo... – Ele fez uma pausa, corado. - Namorar comigo?
- Eu não sei o que dizer... Eu.. – Fui interrompido com Dio me dando um beijo longo.
 Fui em direção ao caixa, pagamos a pizza e seguimos em direção a casa dele, ao subirmos na moto, o segurei o mais forte que consegui, ele me dava uma sensação de segurança, a chuva tinha voltado, o que me deu uma sensação de que o mundo estaria melhor, logo chegamos na casa dele, Lucy e Justin estavam sentados no sofá da sala, assistindo um filme, não queria saber qual era, estava muito molhado, passamos por eles sem fazer o menor ruído e fomos em direção ao quarto dele, ele me emprestou algumas “roupas”, roupas entre aspas, pois tudo que não ficou muito grande em mim foi uma boxer e uma camiseta, que ficou um pouco grande, ele ligou o Xbox e colocou um jogo de corrida, fiquei esperando ele querer fazer a aposta, mas infelizmente, ele não disse nada, acabei ganhando dele no jogo, o que me fez ficar com mais vontade ainda de ter feito a aposta, logo ele disse:
- Bem, eu preciso ir ao banheiro, eu já volto. –
 Era minha chance de fazer o que eu queria, tirei minha camiseta e liguei o ar condicionado para deixar no “quente”, e por ironia do destino, o quarto foi esquentando, quando Dio saiu do banheiro, ele sentiu que o quarto tinha esquentado, ele provavelmente tinha percebido que eu havia ligado o aparelho, mas não demonstrou nada, tirou a camiseta dizendo:
- Está quente aqui... – Ele fez uma pausa, corando, um volume (maior do que eu esperava) cresceu em sua calça, ao me vez somente de boxer. - Você é um pouco definido, que fofo.
- Você é muito definido... Que sexy. – Eu disse corando.
 Ele veio me beijando, eu finalmente atingira meu objetivo, ele ficara excitado o suficiente, para fazer coisas, ele começou a mexer na fivela da calça e a soltou, tirou sua calça, vi que ele tinha uma tatuagem que ia até... Até onde eu não conseguia ver, eu comentei sobra a tatuagem e ele sussurrou no me ouvido:
- Quer ver até onde ela vai? – Ele me perguntou.
- Eu gostaria... – Eu respondi corado, enquanto ele beijava meu pescoço.

- Ei, garotos, vou voltar para casa... – Lucy disse entrando no quarto, ao nos ver continuou. – Então, Justin, acho que vou dormir aqui, como você queria, Philip, não vai se importar, ele está meio “ocupado”, provavelmente a noite toda...

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Drop Shot 3 - O destino

 Sabe como é engraçado a maneira que o destino das pessoas é traçado? Nada acontece por acaso, é o que já diz a muito o conhecimento popular, isso é legal e interessante, saber que cada pessoa que você conhece na vida não veio simplesmente por vir, mas por algum motivo especial, até mesmo um blogueiro como eu, que criei este Blog, achando ser por acaso, mas conheci alguns leitores maravilhosos por causa deste blog, conhecer pessoas novas é algo traçado, se não era pra ser, não será, mas claro que se você quiser conhecer aquela pessoa que você vê todos os dias, mas nunca teve coragem de ir até essa pessoa e falar com ela, você pode dar um "empurrãozinho" no destino, um "Ei, eu quero essa pessoa na minha vida!", mesmo assim, antes de você se quer imaginar como seria nascer foi traçado você querer ter esta pessoa na sua vida, mesmo se você for uma pessoa extremamente tímida, vale a pena se arriscar a conhecer novas pessoas, eu mesmo sou um tanto quanto tímido, mesmo que com determinado tipo de pessoas, o que pode suar estranho, mas é minha maneira de ser.

Pode ser que um dia o destino acorde de bom humor e resolva reescrever a historia das pessoas, varias civilizações, assim como nós, queria prever o futuro, mas como somos reles mortais e não temos este poder, criamos serem em nosso imaginário, assim como os gregos, que criaram as três parcas, que decidiam o que seria a vida de cada pessoa, mas para que saber do futuro? [Life Spoiler alert!!!] Assim como há pessoas que juram de pés juntos que cada ação que você faz muda seu destino, há juram por tudo que lhe é importante que o destino é determinado e fim de papo, sem mimimi, as duas são bem aceitáveis, mas por mim, eu não me importo muito com o que vai vir a acontecer, se eu soubesse de tudo que venha a acontecer, qual será a graça da vida? Qual será o sentido da surpresa? Eu prefiro acreditar que o mundo é um misto das duas teorias, partes são alteráveis, partes são fixas. Mas agora fica uma pergunta que, pelo menos para mim, fica sem resposta, o que VOCÊ acredita?

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Rainy Day - Capitulo final (+18)

Eu estava sumido (De novo, eu sei...), novamente desculpa... Desta vez foi algo bem menos serio do que da ultima vez, foi só um simples bloqueio criativo, mas cá estou eu, só precisava ler um pouco e já comecei a ter ideias!! Ultimo capitulo da Rainy day... Acompanhado por uma musica perfeita foi muito melhor! Avril Lavigne - Let me go Ft. Chad Kroeger
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 Eu ainda não conseguia acreditar que eu realmente estava na casa de Dio, que eu estava deitado na cama com Dio, que fiz coisas com o Dio, me sentia corado, fazia alguns minutos que Dio havia dormido, mas eu continuei acordado, enquanto ele me abraçava dormindo, sentia sua respiração em meu pescoço, sua ereção me tocando, senti que aquela seria a melhor noite de minha vida, mas a insônia, não sabia o que fazer, então me virei e dei um beijo em Dio, ele não acordou, puxei a boxer dele e toquei seu "membro", ele soltou um gemido de prazer e me abraçou mais forte, senti que ele tinha acordado, mas não abriu os olhos, somente suspirou:
- Não acha que está meio tarde pra isso? Tudo bem se você quiser, só não quero que você fique mal... Não vou mentir, doí, bastante... Foi o que me contaram. -
- É verdade, está meio tarde... - Eu respondi. - Posso só com mão? -
- Faça o que quiser, gato.. - Disse ele, entre gemidos.

 Comecei a abusar um pouco dele, depois de algum tempo, percebi que ele estava ficando muito corado e sorria para mim, lhe dei um beijo, quando toquei minha linguá na dele, ele acabou gozando e sujou toda a cama, a respiração dele tornou-se ofegante, eu me levantei e disse, "Minha culpa, eu limpo...", sai do quarto e vi Lucy e Justin dormindo no sofá, com a televisão ligada, a desliguei, peguei um pano, voltei, abri a porta do quarto de Dio e vi um clarão de luz.... Percebi que algo estava errado, MUITO errado...
Acordei, sentei em minha cama,  estava em um lugar muito claro, meus olhos demoraram um pouco para se acostumar com a claridade, quando estava quase recuperando minha visão quando ouvi uma voz, dizendo:
-Doutor, você tem ao menos um previsão para quando ele vai acordar? - Disse uma voz feminina
- Infelizmente não, Senhorita Lucy. - Disse o Doutor, então Lucy estava conversando com um médico...
 Olhei em volta e vi vários aparelhos, olhei para a janela, vi um topete e uma fumaça de cigarro, com certeza, era Justin, tinha que chamar a atenção deles, mas não conseguia falar, olhei para baixo, um pouco de cabelo caiu em meu rosto, era uma mecha com fios bem grandes, quantos meses fiquei naquele hospital, tive uma ideia brilhante, assobiar, mas mais uma vez, a voz não saia, quando eu tentava, Dio chegou e entrou no quarto, quando me viu, arregalou os olhos e gritou, chamando Lucy, deixando ela histérica, ela veio correndo e me abraçou, eu a abracei e vi Dio, corei, ele olhou para mim com uma expressão confusa, eu não entendi de imediato, mas logo lembrei que tudo que tinha vivido com ele, era somente, um sonho e nada mais, nada mais que um simples sonho, todos os sentimentos que ele demonstrou para mim era só uma ilusão, algo criado para me manter vivo, então depois que todos se acalmaram, Lucy me explicou sobre o acidente, sobre eu ter entrado em coma, eu sobrevivi por causa do Dio, eu precisava agradece-lo de algum modo, então pensei em convida-lo para jantar...
Continua no capitulo bônus...

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Rainy Day - Capitulo 4 (+18)

Estou aqui pra fazer três coisas: 1- Deixar a musica do capitulo! E a desse capitulo é..... Bang Bang Bang - Christina Perri. 2- Avisar uma coisa: Este capitulo é recomendado para maiores de 18 anos, pois contem cenas de sexo, caso seja menor dessa idade NÃO leia esse capitulo, ou se quiser assuma o risco de perder sua infancia, a escolha é sua, eu avisei! u.u 3- Deixar o capitulo hehehe.
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Entramos no quarto dele e ele tirou a camiseta, ligou o Xbox, sentei do lado dele, ele colocou um jogo de corrida e sussurrou no meu ouvido: "O vencedor ganha um boquete, okay?", eu acenei afirmativamente com a cabeça e pensei "Droga, justo corrida? O tipo de jogo que eu sou horrivel", não deu 2 minutos de jogo e ele disse:
-Você perdeu, gato! -

Eu o olhei fixamente, passei minha mão por seu abdômen definido, me aproximei, mordi sua orelha de leve e com uma mão fui abrindo o zíper de sua calça jeans, esperei que Dio contasse uma piada, pois ele tinha um ótimo senso de humor, retirei cuidadosamente sua calça, ele usava uma cueca boxer roxo-escuro, tinha uma estampa na boxer, era o desenho de um dragão chinês longo, mensagens subliminares, parabéns Dio você tirou dez nessa matéria, tirei a boxer dele até a coxa, a mensagem inscrita na boxer não mentia, quanto ao tamanho de seu pênis, que estava com uma grande ereção, olhei para ele e disse, segurando seu pênis com a mão esquerda, sentindo o mesmo dar leves pulsadas:
- Ahn, não sei como dizer isso, mas... É minha primeira vez... E não tenho a menor ideia de como faze-lo.. –
- Comece lambendo, depois chupe devagar, tente não usar os dentes , mas use bastante a língua. – Disse Dio, eu não tinha percebido o quanto ele tinha corado quando eu o segurei.
 Obedecendo ele, comecei a lamber seu pênis, tinha um gosto estranhamente bom, acho que colocar aquilo inteiro em minha boca seria um desafio, imagino o que viria depois... Doi somente de pensar... Senti a mão de Dio em minha nuca, ele começou a empurrar a minha cabeça para mais ‘’fundo’’, eu o ouvia gemer de prazer, estávamos de tempos em tempos mudando a velocidade das “estocadas” de Dio, ele me disse:
- Eu... Eu acho que vou... – Ele foi interrompido por uma repentina abertura de porta, era Lucy, eu me afastei.
- Lucy... Não é o que você está pen- Fui interrompido com Dio gozando em meu rosto. – Ou talvez seja... –
- Olha, eu...Me desculpa... Só quis garantir isso... – Ela disse tapando os olhos e jogando uma camisinha com a outra mão.
- Obrigado. – Dio olhou para mim, pegou um lenço de pano umedecido e começou a limpar meu rosto. – Desculpe, eu não queria...Não vou mentir, queria sim, mas da próxima vez quando eu avisar que vou gosar, você não  o tire de sua boca por nada, okay?
- Okay, mas e depois? O que eu faço? – Eu perguntei
- Engole, oras. – Ele disse – Posso fazer uma pergunta? Tem certeza que é sua primeira vez? Você fez um bom trabalho pra um iniciante, mas vou te mostrar como se faz.
 Ele me colocou na cama, tirou minha roupa e começou a lamber levemente e logo estava me chupando por inteiro, “E como, você é meu Uke, vou fazer isso.” Ele disse, chupou dois dos seus dedos e começou a introduzi-los em meu anus, eram muitas sensações ao mesmo tempo, estava me segurando, mas quando ele, acidentalmente ou não, acertou minha próstata, não resisti, e gosei  na boca dele, ele me olhou com uma cara, ao mesmo tempo, sedutora e levemente irritada e disse, com a boca cheia de sêmen:
- Muito engraçado, gosar sem avisar. –

 Ele me deu um beijo de língua, com o liquido na boca e me fez engolir tudo que tinha em sua boca, ele colocou a boxer de volta, deitou ao meu lado na cama dele, nos cobriu com uma coberta, ele me abraçou por traz e sussurrou em minha orelha: “Para sua primeira vez você se saiu muito melhor do que eu imaginei, gato, mas você deve estar cansado, amanhã de manhã teremos a segunda rodada, boa noite, meu Uke.”

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

1000 Views!!!!

Eu tava de boinhas, navegando, quando eu resolvi olhar o Blogger e tem tipo 1000 Views, eu fiquei, tipo MEU DEUS, então decidi fazer um pequeno agradecimento e dizer, vocês são especiais pra mim, sem vocês eu não sou nada, Vocês são importantes para mim e eu gostaria de conhecer vocês, mesmo já conhecendo alguns dos leitores, sempre fica aquela duvida, quem lê meu blog? Quem são essas pessoas maravilhosas? Bem se quiserem entrar em contato, pode ser por E-mail: francisco-trabalhos@hotmail.com, ou facebook: https://www.facebook.com/ico.fireice

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Rainy day - Capitulo 3

Eai, pessoas, de boinhas? Eu tive uma ideia e espero que gostem, a cada capitulo (De hoje em diante, e de qualquer texto) Colocarei uma musica que eu ache que combina com o texto, pra entrar no clima, entende? Vou começar com uma musica que eu gosto muito, Penguin - Christina Perri
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Após dizer essas palavras, o beijei e pensei, “Então hoje é o dia dos namorados, bem se isso for um sonho espero não ter de acordar nunca”.

 Estávamos no sofá da sala, nos beijando, Dio estava realmente entrando no clima, pois ele tinha uma boa pegada e beijava muito bem, a chuva ficava cada vez mais forte e começava a esfriar, então recuei por um momento e disse:
- Está frio, é melhor eu colocar uma roupa.
- Sim, claro, mas antes eu posso fazer uma coisinha, na verdade, duas? – Ele disse
- Claro, o que você quer? – Eu o respondi
- Primeiro, uma foto, ahn, pronto e isso.. – Ele disse se ajoelhando e tirando uma caixinha do bolso. – Você quer namorar, a serio, comigo?
- WoW, sim, claro, tipo, WoW, você me pegou de surpresa, eu não sei o que dizer.

- Não diga nada, só me beije. - Ele disse.
Dio se aproximou, me deu um selinho e me pegou no colo e me jogou em minha cama, abriu meu armário e escolheu algumas roupas para mim, as jogou para mim e as vesti e ele disse:
-Vamos para minha casa, quero que você conheça uma pessoa. -
- Claro, mas quem seria? -
- É uma surpresa, suba na minha moto, Okay? - 
- Okay. - 
 Subi na moto dele, coloquei o capacete e segurei o mais forte que pude nele, seu corpo era quente, bem quente na verdade, dei um leve toque no seu...Você me entendeu.. Ele me deu uma risada leve, a cidade estava vazia não sei bem o porque, mas não devia ser algo importante, embora eu finji ser super ingenuo com Dio e não saber o verdadeiro motivo de ele me levar a casa dele, eu sabia muito bem o que ele queria "fazer" comigo e eu queria fazer isto, mas uma coisa me intrigava, quem era essa tal pessoa que ele quer que eu conheça? Não importa, na verdade, pois eu o amo, então está tudo bem, chegamos na casa dele e entramos na sala estavam duas pessoas no sofá de costas para nós, elas estavam juntas, um homem e uma mulher, imaginei serem os pais dele, até porque eu não tinha muito referencia de pais, pois eu e Lucy fomos criados por nosso Tio, nosso pais morreram num acidente de carro em 1996, no ano em que Lucy nasceu, Dio aproximou dos dois e disse:
- Eai, pombinhos, como estão?
-Oi, Dio, como foi lá com ele? Conseguiu? - Disse a garota, ela tinha uma voz conhecida, mas não sabia quem era. - 
-Olha, não fale assim, ele está aqui. - Dio disse
-Sério? - Ela levantou do sofá e consegui ver seu rosto. - Oi, maninho, tudo bem? 
- Eai, cara, sou Justin, namorado de Lucy. - Justin disse
- Oi, sou Philip, Lucy falou de você, bastante para falar a verdade. - Eu disse
- Philip! Você aceitou ou não? -  Lucy perguntou
- Sim, ele aceitou - Disse Dio com seu lindo sorriso estampado em seu rosto.
- Sério? Que sorte a sua, cara! - Disse Justin
- Bem, continuem sua cena romântica com seu filminho, é Zumbilandia? -
-É, muito engraçado esse filme,  - Disse Lucy
- Estamos no meu quarto, não perturbem, okay? - Disse Dio
- E eu vou perder a chance de ficar com a garota mais linda do mundo pra incomodar vocês, pirou! - Disse Justin
-Ownn. - Disse Lucy, indo beija-lo.
 Entramos no quarto dele e ele tirou a camiseta, ligou o Xbox, sentei do lado dele, ele colocou um jogo de corrida e sussurou no meu ouvido: "O vencedor ganha um boquete, okay?", eu acenei afirmativamente com a cabeça e pensei "Droga, justo corrida? O tipo de jogo que eu sou horrivel", não deu 2 minutos e jogo e ele disse:
-Você perdeu, gato! -

domingo, 5 de janeiro de 2014

Assassinato em Moonshine

 Era um dia maravilhoso, o sol estava lindo como sempre aqui em Moonshine ( Moonshine vem das palavras "Moon", lua e "Shine", brilho, ou seja, brilho da lua ou brilho lunar), mas não é do sol que as pessoas daqui gostam, nosso pequeno vilarejo dorme durante o dia e trabalha durante a noite, o verdadeiro motivo ninguém sabe, mas há pessoas que dizem que o vilarejo foi fundado por vampiros, mas eu não acredito em vampiros, então prefiro acreditar que as pessoas só querem ser diferentes, ultimamente pessoas vem desaparecendo durante a noite, o que é bem estranho, pois aqui sempre foi pacifico e feliz, não me importa o que acontece, pois encontrei o garoto mais lindo do mundo, combinamos de sair de dia, enquanto todos dormem, eu sou uma garota meio sonhadora, então será o melhor encontro de minha vida, chegando no parque logo o vi, seu cabelo preto com pontas verdes, seus olhos azuis escuros, me aproximei e quando fui cumprimenta-lo, ele me beijou, por reflexo, me afastei e dei um tapa em seu rosto, ao voltar a mim, disse:
- Desculpe-me, foi um reflexo. -
- Tudo bem, se você puder parar com esses reflexos seria legal.-
-Okay. - Eu o olhei fixamente em seus olhos - Posso dar um beijo para ver se a dor passa.
 Nós conversamos por um longo tempo, ele era simplesmente incrível, logo começamos a falar sobre os desaparecimentos sinistros, ele me disse:
- Posso te contar um segredo?-
- Claro, seu fofo. -
- Eu sou o assassino de Moonshine. -

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Rainy day - Capitulo 2

- Tchau, Dio... - Disse Lucy, após ele fechar a porta - Ele não é seu namorado, mas me parece que ele quer ser... -
- Lucy.. Eu só não te mato, porque amanhã é dia 14/02, só em consideração ao Justin, só por isso... - Eu disse - E por causa do que aconteceu hoje. -
- Você gostou dele, não é? - Ela disse
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  Na manhã seguinte, levantei e como normalmente acontecia, Lucy não estava em casa, provavelmente na casa da Justin, desci até a cozinha, olhei a janela, continuava a chover, mas não estava frio, eu estava vestido somente com uma cueca boxer, fiz uma xicara de chocolate quente, estava meio dormindo ainda, ao beber aquilo senti meu corpo esquentar, era uma sensação, ao mesmo tempo boa e esquisita,  era sábado, dia 14/02, segundo meu celular, havia algo de especial hoje, mas não conseguia me lembrar o que era, então se não lembro não deve ser importante, se bem que deve ser mais um dia de ir jogar RPG com os amigos de Lucy, não, não deve ser isso, Lucy não iria para casa de Justin em um dia de jogo, ano novo não era, afinal estamos em fevereiro, aniversario somente do Marsh no dia 25, ainda tenho mais 11 dias para comprar o presente para ele,  Lucy faz aniversario em Abril, então não é aniversario de ninguém que eu conheça ou me importe, tanto faz, vou fingir que não tem nada, mas essa sensação vai ficar me incomodando o dia todo, tenho certeza,  se é sábado, não deve passar algo que eu goste na tv, ficar o dia todo ao facebook, não é uma opção, sair de moto na chuva é, como posso dizer, molhado, não estou nem um pouco com vontade de fazer qualquer coisa, o que posso fazer? Não tem ninguém em casa...
  Então, eu posso fazer uma coisa que não faço a algum, longo tempo, somente em pensar nisso um volume logo se formou em minha cueca, comecei uns movimentos de cima, baixo, cima, baixo, era uma sensação muito boa, eu não sei como a descreves, estava tudo indo bem até o momento que ouvi a campainha tocar, para a minha tranquilidade, logo ao ouvir a campainha, senti que toda minha “animação” tinha sumido, olhei para a janela e lá estava Dio, corri para abrir a porta para ele, ao abrir a porta ele sorriu para mim, mas corou um segundo depois, ele corou muito,  de inicio não entendi o porque, até que ele disse:
- Po-por que você está somente de cueca? – Ele gaguejou. – Ahn, belos músculos.
- Oh, desculpa por isso e obrigado, eu acho. – Eu disse.
Percebi que um volume se formou nas calças dele, logo senti que um volume se formava em minha cueca, devido a isso, Dio percebeu e corou mais ainda, não sabia o que fazer então eu disse:
-Posso fazer uma coisa estranha? –
- Vamos ficar estranhos, então... – Ele respondeu
 Eu me aproximei dele e o beijei, abri minha boca e coloquei minha língua para dentro da boca dele, coloquei minha mão esquerda em suas costas e minha mão direita no volume que se formava nas calças dele, me afastei dele, comecei a pensar de onde tirei coragem para fazer isso, pois eu nunca fui uma pessoa corajosa o suficiente para fazer algo do tipo, mas que merdas eu estava na cabeça? E se ele tivesse um namorado, ou pior, uma namorada, olhei para ele com uma cara de tristeza e disse:
- Desculpe, eu sinto muito, não sei o que deu em mim. –
- Cala a boca e me beija. – Dio fez uma pausa. - De novo...
- Eu acho.. – Fiz uma pausa longa. - que te amo...
- Esse vai ser o melhor "valentine's day" do mundo - Dio disse, me seduzindo

Após dizer essas palavras, o beijei e pensei, “Então hoje é o dia dos namorados, bem se isso for um sonho espero não ter de acordar nunca”.