quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Bloody axe in the camp - Parte 1

Desculpa, estou começando as aulas e deuses, é muita coisa, desculpem mesmo. Este é um texto de terror/romance hétero, espero que gostem, comentem!! 

 Era 21/01, estava em minha ultima semana no SideLake Camp, ou como costumamos chama-lo, O SLC,era cerca de 21:00, a lua brilhava e não havia nuvens no céu, era uma noite linda, estavam todos em volta da lareira, em um momento clichê, onde os veteranos, contavam historias de terror para assustar os calouros,  eu estava morrendo de medo, mas não queria demonstrar isso, pois Jack estava lá, não queria que ele tivesse uma visão que eu era uma garota boba e fraca, com medo de qualquer historinha de terror de um acampamento bobo, no final da historia, eu disse ao veterano que contava:
- Essa historia é boba, agora quer dizer que todo ano algum adolescente some neste acampamento, por culpa deste “machado sangrento”...
- É isso que acontece, se você acha tão bobo, porque não passa a noite na cabana abandonada? Quem sabe você não encontra o corpo de alguém lá! – Ele me respondeu.
- Vou mesmo e digo, nada vai acontecer, porque, isso não passa de uma historia retardada de um acampamento igualmente retardado! –
- Vou com ela! – Disse Jack – Não posso deixar uma garota tão linda como, Juliet, ficar naquele lugar imundo, sozinha...
- Certo, Herói! Vão vocês dois! A meia-noite, o que é daqui a 15 minutos, vocês devem estar na cabana, só poderão sair de lá a 6 da manhã.
 Fomos até nossos chalés e arrumamos nossas coisas, não sabia ao certo o que iriamos encontrar lá, então um spray de pimenta é bom, um veneno para insetos e claro, uma boa piromaníaca, não sai sem um isqueiro e um frasco de álcool, peguei meu saco de dormir e segui em direção ao chalé de Jack, enquanto esperava ele, terminei meu desenho, o desenho era um filhote de Golden Retriver em uma caixa de presente, era o presente que eu iria dar para Linda, se ela não tivesse morrido nas mãos do monstro que se diz meu padrasto, embora minha mãe não saiba, ele a matou e me ameaçou caso falasse para alguém, estava arrasada, mas mesmo assim, estava segura, carregava comigo minha espada fónissa (Grego, para Assassina), chegamos a cabana abandonada e lá estava o veterano, nos esperando, para garantir que passaríamos a noite lá, cretino, acha que eu não cumpro o que prometo, bem, estava tarde, montamos nossa barraca dentro da cabana, Jack estava quase dormindo, então resolvi dar uma olhada no que havia de tão especial naquela cabana infeliz, havia somente um monte de quadros feios, uns dois quartos e muita, muita teia de aranhas, um corpo morto, uma pistola antiga, e mais quadros fei-, Espere um corpo MORTO? Fui até o cadáver, e de cara percebi que ele fora decapitado, havia uma marca em seu abdômen um “V”, bem, isso é bem assustador, o cheiro era... Bem, pra falar a verdade não havia um cheiro de decompostos, mas um cheiro de... Formol, sim, havia uma porta atrás do corpo, a maçaneta ensanguentada, a abri, esperava que tivessem mais corpos, mas havia somente um mostruário, aqueles onde pessoas exibem coisas de valor, uma caixa de vidro, lá havia um machado sujo com sangue, com uma placa, obviamente feita de ouro, com as inscrições:

“Grim Reaper (Ceifador de Almas, em grego)
Cada alma executada por este machado, será utilizada para torna-lo mais forte, cada sacrifício para salvar a humanidade, ou a destruí-la”

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